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Palavra do leitor

Vomitado na praia [Série super-heróis 2 ]

Já citei, em artigos anteriores, que Deus é bom, Deus é misericórdia, Deus é Amor, mas, também, é Justo. Ele se preocupa [cuida] com cada uma de nossas vidas; parecia que Ele retardava a promessa da segunda vinda do Senhor Jesus, mas foi considerado longânimo por ainda não ter enviado juízo, sobre o mundo, face à corrupção reinante desde a época pós-ressurreição; isso, a demora, se dá porque é desejo dele que nenhum pereça, mas que todos alcancem o arrependimento (II Pe 3 9).

O homem, agora citado, é um personagem polêmico, herói [da fé] ou anti-herói?

A cidade de Nínive se subvertera, eram 120 mil pessoas, e o coração de Deus teve misericórdia da cidade. Então Ele enviou o profeta Jonas para falar com aquelas pessoas que, se não se convertessem, a cidade seria destruída!

Já citei, em artigo anterior – sobre Sodoma e Gomorra, que Deus disse a Abraão que enviaria juízo sobre essas cidades, por causa da imoralidade, mas não o faria se ali houvesse 50 justos; Abraão foi “negociando” com Ele e se forem 45, 40, 30, 20 até chegar ao mínimo de 10, e o Senhor foi firme: se houver 10 justos as cidades seriam poupadas, mas não havia!

Quanto a Nínive, Ele determinou que Jonas, um dos profetas menores, fosse lá e alertasse a cidade; Jonas ouviu, fugiu, escondendo-se no porão de um navio com destino a Társis.

Diante de uma tempestade, enviada pelo Senhor, a nave passou por um forte risco; a tripulação rogava a seus “deuses”, que nada podiam fazer.

Então, por sorteio, recaiu a responsabilidade sobre o profeta; este reconheceu que era sua a culpa pois desobedecera ao Deus único, verdadeiro e criador do mundo: céus, terra, oceanos, sol, lua, estrelas e tudo mais quanto há na terra e no firmamento: os seres humanos, animais domésticos, animais selvagens, peixes, pássaros, flores, frutas, etc.

Jogadas as cargas ao mar a tempestade não cedeu, então Jonas confirmando que era o responsável, deixou ser jogado às águas, e os ventos logo se acalmaram.

O Senhor providenciou um grande peixe que engoliu o profeta desobediente; ali, no ventre do peixe, sujeito às intempéries do mar, Jonas orou a Deus e, no terceiro dia, Deus fez com que o “profeta” rebelde fosse vomitado na praia.

Renovou Deus a ordem que dera para que ele fosse a Nínive quanto à Sua decisão de destruir a cidade; em um dia percorreu ele toda o município, o que seria tarefa para três dias; então, todos os moradores creram em Deus e proclamaram um jejum, e vestiram-se de panos de saco, desde o maior até o menor – chegando essa notícia ao rei, ele até assinou um decreto reconhecendo o Deus de Jonas.

Mediante isso Deus não enviou mais juízo sobre os ninivitas, com o que, inexplicavelmente, Jonas se aborreceu: ‘era por isso que ele não queria cumprir a ordem do Deus altíssimo’, por sabê-lo bom, misericordioso e, sobretudo, Justo.

Retirou-se para um lugar, oriente da cidade, fez uma enramada e repousou debaixo dela, à sombra, até ver o que aconteceria à cidade; adormeceu, e Deus providenciou que nascesse uma planta sobre ele para protegê-lo do sol; no dia seguinte, Deus mandou uma lagarta atacar a planta, que secou.

Jonas, então, se revoltou por causa da morte da planta, e o Senhor o inquiriu por ele sentir a morte da planta, mas não aceitar que Deus se compadecesse dos 120 mil habitantes da cidade.

Esse texto nos leva a algumas conclusões:

- o mundo todo estava [está] em pecado e Deus, com amor imenso, enviou seu próprio Filho (Jo 3 16) para salvar-nos pela graça preveniente, mediante a fé no Senhor Jesus.

Ele é o Cristo que veio em carne para o que era seu, e não o receberam, mas a todos quantos o receberam [no coração] deu-lhes a oportunidade, o poder de passarem a ser feitos filhos de Deus (Jo 1 12). O envio de Jonas a Nínive aponta para a vinda de Jesus para nos salvar;

- Ele foi morto, por morte de cruz, e no terceiro dia ressuscitou [Jonas no terceiro dia foi vomitado na praia], uma espécie de ressurreição, que apontava para o Senhor Jesus;

- Jonas ouviu, desobedeceu, fugiu e se escondeu; poderia ser inscrito, nominalmente, na galeria dos heróis da fé (Hb 11). Certamente ele tenha constado sim, quando o texto, em sentido genérico, fala sobre os profetas.

O Senhor Jesus disse ao Anjo da igreja de Laodiceia, que representa a igreja de hoje: “Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca” (Ap 3 16).

E nós, o que escolhemos? Obedecer, ensinar/fazer discípulos (Mt 28 19), pregar a toda criatura (Mc 16 15), testemunhar até os confins da terra (At 1 8)? Ou vamos nos omitir também?
São Paulo - SP
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