Palavra do leitor
30 de abril de 2013- Visualizações: 3064
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Um novo planeta parecido com a Terra
Essa foi a mensagem anunciada pelo jornal do Globo Ciência (jan/2013). Dentre as informações que o planeta encontrado é o novo planeta e o primeiro de massa similar à Terra orbitando uma estrela parecida com o Sol, destaca-se a citação do principal autor do artigo sobre a descoberta, Chris Lintott, em que mostra a motivação científica: há uma obsessão crescente com planetas parecidos com a Terra.
Paremos por um instante e reflitamos: como humanidade, onde estamos chegando? Quais tem sido as nossas motivações para procurar outros planetas habitáveis? A rejeição do velho em busca do novo tem refletido em outras ações que temos desenvolvido no convívio diário? E em relação à vida cristã, o contágio da síndrome do descartável tem nos alcançado?
A busca científica pela autonomia cósmica em pleno século XXI tem sido o reflexo do pensamento da humanidade mundana. O interessante é que os princípios que norteiam suas motivações não são novos. A Bíblia nos relata vários caminhos que o homem pecador procurou andar em rebeldia com Deus. Quando se fala em procurar outro planeta, faz-me pensar no relato bíblico da Torre de Babel (Gn1.1-9): edifiquemos nos uma cidade e uma torre cujo cume toque nos espalhados sobre a face de toda a terra (Gn11.4). A humanidade daquela época não quereria apenas construir algo confortável, mas levantando contra a Soberania de Deus declarara sua inimiga, a criatura passou querer ser igual ao Criador. Queria criar algo novo. Uma rebeldia que não prevaleceu.
Todavia, na contemplação de todas as eras, em Cristo Jesus o que era para ser novo aconteceu: o Tempo se Cumpriu, o Reino de Deus se aproximou do homem (Mc 1.15). Nada de novo, desde a morte e ressurreição de Cristo irá acontecer, tudo se repete.
Assim, a busca por uma construção babilônica, o desejo desenfreado por uma nova terra habitável pode ser visto no desenvolvimento da sociedade caída atual, a qual recusa a obediência a Deus por sua Palavra: os casamentos são descartáveis, as amizades são superficiais, a estrutura da família e inventada segundo o desejo do coração pecador, falsos deuses são criados, a experiência fala mais alto do que as Sagradas Escrituras, entre outras que você pode agora relatar...
Como Igreja de Cristo, despertemos, busquemos a mente de Cristo (I Co 2.16) para que possamos ser motivados pelo Seu Santo Espírito, se é que Cristo verdadeiramente nos libertou. Não caiamos em tentação nas tantas motivações pervertidas do mundo, vivamos para a glória e o gozo de Deus.
O planeta habitável que Deus nos deu é esse, o convívio social da igreja deve ser norteado pela Bíblia na ação do Espírito Santo. Deus nos possibilitou viver o seu Reino no presente momento na esperança que um dia o Cristo ressuscitado voltará e reinará eternamente.
Paremos por um instante e reflitamos: como humanidade, onde estamos chegando? Quais tem sido as nossas motivações para procurar outros planetas habitáveis? A rejeição do velho em busca do novo tem refletido em outras ações que temos desenvolvido no convívio diário? E em relação à vida cristã, o contágio da síndrome do descartável tem nos alcançado?
A busca científica pela autonomia cósmica em pleno século XXI tem sido o reflexo do pensamento da humanidade mundana. O interessante é que os princípios que norteiam suas motivações não são novos. A Bíblia nos relata vários caminhos que o homem pecador procurou andar em rebeldia com Deus. Quando se fala em procurar outro planeta, faz-me pensar no relato bíblico da Torre de Babel (Gn1.1-9): edifiquemos nos uma cidade e uma torre cujo cume toque nos espalhados sobre a face de toda a terra (Gn11.4). A humanidade daquela época não quereria apenas construir algo confortável, mas levantando contra a Soberania de Deus declarara sua inimiga, a criatura passou querer ser igual ao Criador. Queria criar algo novo. Uma rebeldia que não prevaleceu.
Todavia, na contemplação de todas as eras, em Cristo Jesus o que era para ser novo aconteceu: o Tempo se Cumpriu, o Reino de Deus se aproximou do homem (Mc 1.15). Nada de novo, desde a morte e ressurreição de Cristo irá acontecer, tudo se repete.
Assim, a busca por uma construção babilônica, o desejo desenfreado por uma nova terra habitável pode ser visto no desenvolvimento da sociedade caída atual, a qual recusa a obediência a Deus por sua Palavra: os casamentos são descartáveis, as amizades são superficiais, a estrutura da família e inventada segundo o desejo do coração pecador, falsos deuses são criados, a experiência fala mais alto do que as Sagradas Escrituras, entre outras que você pode agora relatar...
Como Igreja de Cristo, despertemos, busquemos a mente de Cristo (I Co 2.16) para que possamos ser motivados pelo Seu Santo Espírito, se é que Cristo verdadeiramente nos libertou. Não caiamos em tentação nas tantas motivações pervertidas do mundo, vivamos para a glória e o gozo de Deus.
O planeta habitável que Deus nos deu é esse, o convívio social da igreja deve ser norteado pela Bíblia na ação do Espírito Santo. Deus nos possibilitou viver o seu Reino no presente momento na esperança que um dia o Cristo ressuscitado voltará e reinará eternamente.
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