Palavra do leitor
04 de maio de 2026- Visualizações: 48
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O Amém de Nietzsche e o Vale de Lágrimas!
"A esperança se manifesta e se move na gratidão’’.
O que dizer de um pensador venerado e assunto de estudos de muitos? O que dizer desse considerado como um dos ícones exponenciais da filosofia de todos os tempos, com um discurso seco, amargo, sem cortes e afiadíssimo para ler a vida sem nenhum verniz de fé, de Deus, de esperança e do porvir? O que dizer desse homem, filho de um pastor protestante, que viveu e conviveu as suas percepções sobre a fé, no presbitério de Rocken, abordou a bíblia, em todos os seus temas, embora com um viés ou com uma abordagem distorcida. Ao falar sobre um porvir, um novo céu e uma nova terra, a partir de Isaías 11. 6, com a descrição de ser a fé, o amor, a esperança aquilo que nos aliena, que nos enfraquece, que nos deforma, como o evangelho numa espécie de uma perda de tempo, de um nada divino, como uma espera lamentável e hipócrita.
Eis sua ênfase, tudo está, por aqui mesmo, no que há de bom e de mal, no que há de impetuoso e de mais aterrador ou assustador. Não há mais além, senão buscar viver sobre a realidade do que está a minha volta e nada mais. Mesmo diante dessas mordazes palavras, o rabugento e relutante Nietzsche pode nos ensinar certas lições primorosas, por haver uma gratidão sincera, numa espécie de dimensão eucarística, numa perspectiva etimológica de ação de graças, por não desprezar toda a criação a qual se nos apresenta ao nosso olhar, ao nosso sentir, ao nosso cheirar, ao nosso ouvir e ao nosso falar.
Por mais contraditória e controvertida, as palavras de Nietzhe nos faz recordar sobre o texto de Apocalipse 3. 14, como o texto de 2 Coríntios 1. 19 e 8. 9 – e que se fez pobre, embora fosse rico para vos enriquecer com sua pobreza. Presumidamente, numa recusa por não aceitar nenhuma difamação, nenhum execrar, nenhum vilipendiar e numa perjuração de toda a criação (eis o Amém de Nietzsche).
Destarte, isso me ajuda, como discípulo de Jesus, com maior responsabilidade, a olhar para toda a criação como, também, objeto do ato interventor da salvação, Isaias 11.6. Isso nos ensina a não sermos indiferentes a vida, a não parar por aqui e aí, por nos levar adiante. Afinal, reconhecer o deserto não quer dizer, efetivamente, se conformar com uma vida desértica, seca, erosiva, porque pode tornar o deserto num solo fecundo, a fecundidade por uma liberdade transformadora, segundo as palavras do Salmista (Salmos 107.35 – transformou o deserto em lençóis de água).
De modo concomitante ou simultâneo, o vale de lagrimas, o vale de vazios, o vale de desolações, o vale de repúdio a vida não são espaços de secura, de conformismo, de afugentar-se, de remorso e ressentimento, porque nos remete para o texto de Salmos 83.7 – ao atravessar o vale da sede, eles os transformaram em oásis, numa esperança que nos faz passar (perpassar e transpassar) das trevas (da escuridão, da desesperança) a luz (a esperança pela gratidão por reconhecer que o ato interventor de Jesus Cristo veio resgatar a todos nós e a toda a criação).
O que dizer de um pensador venerado e assunto de estudos de muitos? O que dizer desse considerado como um dos ícones exponenciais da filosofia de todos os tempos, com um discurso seco, amargo, sem cortes e afiadíssimo para ler a vida sem nenhum verniz de fé, de Deus, de esperança e do porvir? O que dizer desse homem, filho de um pastor protestante, que viveu e conviveu as suas percepções sobre a fé, no presbitério de Rocken, abordou a bíblia, em todos os seus temas, embora com um viés ou com uma abordagem distorcida. Ao falar sobre um porvir, um novo céu e uma nova terra, a partir de Isaías 11. 6, com a descrição de ser a fé, o amor, a esperança aquilo que nos aliena, que nos enfraquece, que nos deforma, como o evangelho numa espécie de uma perda de tempo, de um nada divino, como uma espera lamentável e hipócrita.
Eis sua ênfase, tudo está, por aqui mesmo, no que há de bom e de mal, no que há de impetuoso e de mais aterrador ou assustador. Não há mais além, senão buscar viver sobre a realidade do que está a minha volta e nada mais. Mesmo diante dessas mordazes palavras, o rabugento e relutante Nietzsche pode nos ensinar certas lições primorosas, por haver uma gratidão sincera, numa espécie de dimensão eucarística, numa perspectiva etimológica de ação de graças, por não desprezar toda a criação a qual se nos apresenta ao nosso olhar, ao nosso sentir, ao nosso cheirar, ao nosso ouvir e ao nosso falar.
Por mais contraditória e controvertida, as palavras de Nietzhe nos faz recordar sobre o texto de Apocalipse 3. 14, como o texto de 2 Coríntios 1. 19 e 8. 9 – e que se fez pobre, embora fosse rico para vos enriquecer com sua pobreza. Presumidamente, numa recusa por não aceitar nenhuma difamação, nenhum execrar, nenhum vilipendiar e numa perjuração de toda a criação (eis o Amém de Nietzsche).
Destarte, isso me ajuda, como discípulo de Jesus, com maior responsabilidade, a olhar para toda a criação como, também, objeto do ato interventor da salvação, Isaias 11.6. Isso nos ensina a não sermos indiferentes a vida, a não parar por aqui e aí, por nos levar adiante. Afinal, reconhecer o deserto não quer dizer, efetivamente, se conformar com uma vida desértica, seca, erosiva, porque pode tornar o deserto num solo fecundo, a fecundidade por uma liberdade transformadora, segundo as palavras do Salmista (Salmos 107.35 – transformou o deserto em lençóis de água).
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