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Palavra do leitor

Quem tem a razão?

Se você não está passando por um conflito interpessoal neste momento, certamente já passou ou passará, são invitáveis, contudo é possível resolver a grande parte desses conflitos antes que aconteça um desgaste emocional e também evitar outras perdas. Ao ler este artigo pense nas pessoas amadas com quem você já teve uma discussão; pense também em quais foram os ganhos e perdas após o final da disputa, e se valerá a pena passar por outra no futuro?

Inicialmente precisamos entender que o fato de discutirmos com as pessoas com quem convivemos há muito tempo não é sinônimo de falta de amor. Analisando-me, percebi em meus relacionamentos mais próximo e com os vividos por outras pessoas a quantidade de disputas aumenta com o passar do tempo. Isto ocorre por que no inicio do relacionamento existe a autorrealização pelo simples fato de estar com uma pessoa e de poder trocar experiências, dessa forma as discussões vazias, que tem como único objetivo provar quem tem a razão, não acontece. Contudo com o passar dos anos, as duas partes não se sentem mais tão recompensadas em apenas ter um ao outro e buscam outros artifícios para obter autorrealização. Por isto grande parte as discussões, na verdade, deixa de ser produto da razão e passa a ser uma questão de ego, uma busca para saber quem tem a razão e assim saciar este desejo proveniente do ego.

A grande questão é: se no principio da relação o amor era suficiente para haver a dispensa da autorrealização pelo ego, por que com o passar dos anos deixou de ser? O amor não perdeu o seu poder, ele ainda é a melhor fonte de prevenção das discussões vazias, contudo o mesmo tem sido rejeitado e subjugado pelo ego. O amor existe, ele está lá, porém encoberto pelo enorme desejo de ser valorizado custe o que custar; é por isso que duas pessoas com objetivos comuns não chegam a um acordo, pois o objetivo individual é ter a razão e provar o seu poder sobre o outro.

Sugiro uma autoanálise antes que um discussão se acalore, é uma simples e pratica verificação: se haverá benefícios no final da discussão? Quando houver um vencedor, qual será o beneficio oriundo desta batalha caseira em busca da verdade?

Afirmo que para as maiorias das discussões familiares não haverá benefícios, apenas as duas partes desgastadas e machucadas com uma pequena diferença, o vencedor tem seu ego saciado por 20 minutos, ou talvez menos!

O evangelho nos apresenta uma solução não somente para melhorar os sintomas do ego desbalanceado, mas a de uma cura definitiva. Precisamos preencher com amor aquilo que o ego está buscando com a autorrealização. Nosso ego precisa ser constantemente preenchido com o amor de Jesus, somente Ele tem a dose de amor volumetricamente perfeita para nos saciar. O evangelho afirma que temos por meio de Cristo o amor mais pleno e uma aceitação irrevogável do maior ser, Deus! Isto sem fazer nada, sem provar nada, apenas por crer em seu amor. Estou convicto que está verdade é o poder de Deus! Ela é suficiente para saciar nossa sede de autorrealização e reconhecimento, nos proporcionando um equilíbrio mental e espiritual capaz de analisar as de forma correta as circunstancias e verifica se a discussão é valida, digo , se produzirá mais benefícios que malefícios para ambas as partes. Então, diante de uma discussão, quando você perceber que o fruto da contenda está desprovido de benefícios eu quero que você pense dessa forma: "se já recebi de Jesus amor e aprovação, mesmo sendo pecador, do que me adiantar insistir numa discussão com outro pecador, sabendo que essa não trará nenhum conforto perene as nossas vidas? Eu posso abrir mão de está com a razão, afinal o meu ego está saciado pelo amor de Cristo e assim evitar o desgaste emocional com está pessoa que eu amo". Reflita sobre isto!

Dedico este artigo a minha amada esposa, amiga e parceira em tudo, que sempre tem me ajudado a ser um cristão melhor!

José Roberto da Silva Nelo é casado há 15 anos, esposo de Nadjanara Nelo e pai de Roberth Nelo, é presbítero da Igreja Evangélica Congregacional em Felipe Camarão, Natal, RN, atualmente cursando o bacharel em teologia no STHG.
Parnamirim - RN
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