Palavra do leitor
01 de março de 2026- Visualizações: 401
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O "fã clube de Jesus" afasta outros dele?
Um amigo querido, pessoa muito sincera e generosa, adepto de uma crença alheia ao segmento do cristianismo, postou em seu status de Whatsapp a imagem de um muro pichado com os seguintes dizeres seguido de emojes em náusea: Jesus é dahora o que **** (censurado) é o fã clube. Parafraseando, Jesus é bacana, mas o que estraga/atrapalha são seus seguidores. Comentei o post e conversamos amigavelmente – como de costume – e fui motivado a registrar essa reação na escrita.
Nos evangelhos, a multidão que seguia Jesus por vezes era obstáculo para os que dEle queriam se aproximar – história de Zaqueu e da mulher do fluxo de sangue, por exemplo. Ao longo dos séculos, outra multidão de professos seguidores de Cristo continuou fazendo o mesmo. Se Gandhi teria afirmado não ser cristão por causa dos cristãos, o contexto da declaração é ainda mais curioso: ele estudou sobre Jesus e se encantou por seus ensinos, mas, ao ir numa igreja "cristã", teria sido discriminado e impedido de entrar.
É inegável os inúmeros relatos de incoerência entre cristãos, lembrando a invertida de Diderot – indagado se existia, de fato, ateus verdadeiros, questionou o filósofo iluminista: por acaso existem cristãos verdadeiros?
Se generalizar maus exemplos e incoerências de cristãos seria tão injusto quanto igualar historicamente um Torquemada a um Maximiliano Kolbe (gritante contraste), todo genuíno cristão sabe que foi comissionado a refletir o caráter do Mestre ao mundo – sem jamais ser parâmetro de perfeição em si mesmo.
Jesus também falou que seus seguidores seriam odiados por causa do Seu Nome. Não por serem bons, mas por buscarem nEle ser justos. E é aí q Jesus já não se encaixa na gíria humorada do pichador, pois Ele só nos deixou a opção de aceitá-lo não como legal ou "dahora", mas como Verbo que Se fez carne, Rei Supremo, Senhor e Salvador.
A propósito, a ideia difundida na pergunta sobre querer "aceitar Jesus" não está errada, mas talvez tenha sido banalizada/mal empregada. Em muitos casos, reformular a pergunta sobre querer aceitá-Lo usando termos como "reconhecê-Lo/confessá-lo, poderia ser melhor, já que a pergunta "Você aceita?, Você quer?" propicia imaginária autoridade presunçosa de decisão semelhante a alguém reagindo a quem lhe oferece gratuitamente um cafezinho ou mesmo dignos e honrosos vendedores de pamonha nas ruas ou ônibus em qualquer lugar deste país, circulando e perguntando aos demais: Pamonha aí? Vai Pamonha, freguês?
Jesus é educado e bate insistentemente à porta do nosso coração, mas Ele não é pamonha, objeto, cafezinho, nem mercadoria – apesar da simonia que fizeram e ainda fazem com Seu Nome. Ele é mais valioso que um diamante. É tesouro inestimável. Ao entedermos isso e percebermos Quem Ele realmente é e quão indignos somos, não ousaremos cometer a loucura de rejeitá-lo, mas caíremos aos Seus santos pés com reverência, amor e admiração, suplicando que nos aceite com Seu grandioso perdão e salvação.
Nos evangelhos, a multidão que seguia Jesus por vezes era obstáculo para os que dEle queriam se aproximar – história de Zaqueu e da mulher do fluxo de sangue, por exemplo. Ao longo dos séculos, outra multidão de professos seguidores de Cristo continuou fazendo o mesmo. Se Gandhi teria afirmado não ser cristão por causa dos cristãos, o contexto da declaração é ainda mais curioso: ele estudou sobre Jesus e se encantou por seus ensinos, mas, ao ir numa igreja "cristã", teria sido discriminado e impedido de entrar.
É inegável os inúmeros relatos de incoerência entre cristãos, lembrando a invertida de Diderot – indagado se existia, de fato, ateus verdadeiros, questionou o filósofo iluminista: por acaso existem cristãos verdadeiros?
Se generalizar maus exemplos e incoerências de cristãos seria tão injusto quanto igualar historicamente um Torquemada a um Maximiliano Kolbe (gritante contraste), todo genuíno cristão sabe que foi comissionado a refletir o caráter do Mestre ao mundo – sem jamais ser parâmetro de perfeição em si mesmo.
Jesus também falou que seus seguidores seriam odiados por causa do Seu Nome. Não por serem bons, mas por buscarem nEle ser justos. E é aí q Jesus já não se encaixa na gíria humorada do pichador, pois Ele só nos deixou a opção de aceitá-lo não como legal ou "dahora", mas como Verbo que Se fez carne, Rei Supremo, Senhor e Salvador.
A propósito, a ideia difundida na pergunta sobre querer "aceitar Jesus" não está errada, mas talvez tenha sido banalizada/mal empregada. Em muitos casos, reformular a pergunta sobre querer aceitá-Lo usando termos como "reconhecê-Lo/confessá-lo, poderia ser melhor, já que a pergunta "Você aceita?, Você quer?" propicia imaginária autoridade presunçosa de decisão semelhante a alguém reagindo a quem lhe oferece gratuitamente um cafezinho ou mesmo dignos e honrosos vendedores de pamonha nas ruas ou ônibus em qualquer lugar deste país, circulando e perguntando aos demais: Pamonha aí? Vai Pamonha, freguês?
Jesus é educado e bate insistentemente à porta do nosso coração, mas Ele não é pamonha, objeto, cafezinho, nem mercadoria – apesar da simonia que fizeram e ainda fazem com Seu Nome. Ele é mais valioso que um diamante. É tesouro inestimável. Ao entedermos isso e percebermos Quem Ele realmente é e quão indignos somos, não ousaremos cometer a loucura de rejeitá-lo, mas caíremos aos Seus santos pés com reverência, amor e admiração, suplicando que nos aceite com Seu grandioso perdão e salvação.
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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