Palavra do leitor
10 de janeiro de 2013- Visualizações: 1276
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O caminho aberto por Cristo
Esconderijo, sombra, refúgio, fortaleza e verdade são algumas das características peculiares de Deus apresentadas pelo salmista. Inspirado por Deus, o escritor expõe sua confiança em YHW transcorrendo sua vivência e anúncios messiânicos identificados na trajetória de Cristo Jesus.
Numa revelação progressiva da Palavra de Deus, entende-se que habitar no esconderijo é mais do que ir a igreja ou frequentar uma comunidade religiosa ou muito menos praticar mandingas. É necessário que tenhamos Cristo como o Emanuel (Deus conosco), o qual tabernáculou entre nós, o Deus que se fez carne e expandiu a sua luz entre os homens.
Nisso, podemos ver sua ação em vários acontecimentos diários. Numa linguagem poética, percebemos várias metáforas e paralelismos utilizados pelo salmista para aplicação didática do mover de Deus aos que se tornam fiéis a Ele. O escritor declara enfaticamente que Deus é a sua confiança para o enfrentamento de todo o tipo de diversidade- peste aterrorizante na escuridão ou seta mortífera do dia, inimigos que se levantam são exemplos diários comuns.
Entrementes, observamos no salmo 91 sendo trabalhada a trajetória de Cristo em sua missão: aquele que confia em Deus, que terá seus inimigos vencidos e que contemplará a recompensa dos ímpios; aquele que venceu seus inimigos e que fizeste sua habitação no céu; aquele que tem os seus anjos a seu dispor e por mostra de seu amor ao Altíssimo é retirado da angustia e glorificado eternamente.
Essa trajetória messiânica trabalhada pelo salmista é percebida no caminhar de Cristo registrado nos evangelhos, o qual deu a sua vida para a remissão dos escolhidos de Deus, tendo como resultado a sua glorificação eterna, já decretada desde a eternidade- algo inescrutável.
Doravante, o caminho ao encontro do Altíssimo fora aberto e, por meio de Cristo, somos convidados a confiar no Deus Triuno, pois somente por seu sacrifício voluntário e do seu exemplo podemos verdadeiramente vencer as intempéries da vida. É certo que as pestes, as angústias, a mortandade e os inimigos não faltarão no caminhar do cristão na busca do Altíssimo. Todavia, pela confiança na verdade (vs.4), somos certos que Deus é por nós... e nada nos separará de seu amor (Rm8.31). Sua salvação é certa. Ao que fora chamado por Deus, seu dever é perseverar em confiar nEle.
Com isso, declaramos com todo o nosso ser: O Senhor é o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei... sua verdade é o meu escudo e broquel (Sl 91.2,4)
Numa revelação progressiva da Palavra de Deus, entende-se que habitar no esconderijo é mais do que ir a igreja ou frequentar uma comunidade religiosa ou muito menos praticar mandingas. É necessário que tenhamos Cristo como o Emanuel (Deus conosco), o qual tabernáculou entre nós, o Deus que se fez carne e expandiu a sua luz entre os homens.
Nisso, podemos ver sua ação em vários acontecimentos diários. Numa linguagem poética, percebemos várias metáforas e paralelismos utilizados pelo salmista para aplicação didática do mover de Deus aos que se tornam fiéis a Ele. O escritor declara enfaticamente que Deus é a sua confiança para o enfrentamento de todo o tipo de diversidade- peste aterrorizante na escuridão ou seta mortífera do dia, inimigos que se levantam são exemplos diários comuns.
Entrementes, observamos no salmo 91 sendo trabalhada a trajetória de Cristo em sua missão: aquele que confia em Deus, que terá seus inimigos vencidos e que contemplará a recompensa dos ímpios; aquele que venceu seus inimigos e que fizeste sua habitação no céu; aquele que tem os seus anjos a seu dispor e por mostra de seu amor ao Altíssimo é retirado da angustia e glorificado eternamente.
Essa trajetória messiânica trabalhada pelo salmista é percebida no caminhar de Cristo registrado nos evangelhos, o qual deu a sua vida para a remissão dos escolhidos de Deus, tendo como resultado a sua glorificação eterna, já decretada desde a eternidade- algo inescrutável.
Doravante, o caminho ao encontro do Altíssimo fora aberto e, por meio de Cristo, somos convidados a confiar no Deus Triuno, pois somente por seu sacrifício voluntário e do seu exemplo podemos verdadeiramente vencer as intempéries da vida. É certo que as pestes, as angústias, a mortandade e os inimigos não faltarão no caminhar do cristão na busca do Altíssimo. Todavia, pela confiança na verdade (vs.4), somos certos que Deus é por nós... e nada nos separará de seu amor (Rm8.31). Sua salvação é certa. Ao que fora chamado por Deus, seu dever é perseverar em confiar nEle.
Com isso, declaramos com todo o nosso ser: O Senhor é o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei... sua verdade é o meu escudo e broquel (Sl 91.2,4)
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