Palavra do leitor
07 de fevereiro de 2013- Visualizações: 2433
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Hipocrisia disfarçada de religião: quem poderá escapar?
Aparentemente seus impulsos de ira eram pelo zelo da Lei (vs. 16-17). Afinal de contas quem poderia intitular ser igual a Deus! Essa foi a reação dos judeus conhecedores da Torá relatado no evangelho segundo João. Contudo, seus impulsos assassinos provinham de um coração de “treva” que não aceitavam o Filho de Deus encarnado (Jo1.5). O Messias autoexistente que, em seu fazer, revelara a glória de Deus aos homens (Jo5.26).
Anteriormente, Jesus tinha curado um aleijado, com isso quebrou certas tradições helênicas do mistério das águas agitadas por um anjo que tinha supostamente o poder de trazer a cura (fruto do panteão grego e romano). Assim, consecutivamente o apóstolo amado relata a fúria dos judeus quando sabem quem fez o paralítico andar no dia de sábado e quando escutam a defesa de Jesus: “e por essas coisas os judeus perseguiram a Jesus e procuravam matá-lo, porque fazia essas coisas no sábado. E Jesus respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também” (Jo 5.16,17). Sim, parece ser um grande zelo pela Lei de Deus. Parece! Mas os relatos de João nos mostra um pouco das motivações hipócritas das ações dos judeus desprovidos de fé.
O evangelho anuncia que as perseguições se tornaram continuas. No milagre do paralítico, algo nos abisma: os judeus passaram a vexar Jesus por curar um homem no sábado! (Jo.5.16). É certo que poderiam ter algum respaldo por que Jesus fazia isso no dia de descanso ordenado por Deus desde a Criação, registrado nos dez mandamentos (Êx.20.8), pois a interpretação das Sagradas Escrituras (Antigo Testamento) feita por eles na “Mishiná, Guemará e Talmude” lhes davam esses respaldos elaborado pela tradição. Todavia, Jesus se defende e revela que ele continua fazendo essas coisas por que é Deus- Ele tem a mesma natureza do Criador- (vs.17). Bastasse essa revelação para que todos os religiosos que diziam seguir a Deus, naquele momento, se curvarem diante do Salvador. Pois, não eram eles os vigilantes da Lei? Sabiam muito bem que o Messias viria, a semente da mulher prometido desde a “Queda” (Gn 3.15). Sim, tudo ao contrário aconteceu, as ações daqueles homens foram manifestadas com cheiro de morte (II Co2.16). Suas motivações voltavam-se para honras uns aos outros e não para Deus (Jo 5.44). Havia uma grande incredulidade no coração daqueles judeus, os quais fizeram da religião cobertura da hipocrisia.
Assim, nesse relato de João tiramos algumas meditações para nós cristãos. O que tem nos motivado a professar Cristo como nosso Salvador? Quais as motivações dos nossos corações de viver a conduta cristã? Quem é Jesus para nós? Qual o nosso papel na revelação progressiva de Deus? A quem estamos dando honras? O que tem fortalecido nossa fé?
Diferentemente dos judeus, não é difícil aceitar a Cristo Jesus como Filho de Deus na comunidade cristã, pois a Santa Trindade é fundamento da religião ortodoxa judaica cristã (I Co 3.11). Entrementes, as diversidades de representações do Salvador no meio da Igreja tem sido grande: muitos são motivados a continuarem na comunidade por barganhas, promoções, curas, medo, tradição, ascensão; outros tem em seus corações enganosos a busca por honras pessoais (são sustentados por elogios, reconhecimento, direitos). Quem nunca foi tentado por isso?
Misericórdia! Muitas vezes nos promovemos em detrimento à proclamação do evangelho! Estamos esquecendo qual é o nosso papel de cristão na comunidade de pecadores salvos, escolhidos para pregarem o evangelho simples e puro. Esquecemos que o Senhor que nos salvou é o dono de toda a glória, a qual não divide com ninguém, e que nós, por mais que façamos algo para Deus, não passamos de servos inúteis (Lc 17.5-10). Se agirmos pelos impulsos de nossos corações pecadores, estaremos enganando a nós mesmos. E nossa fé, se verdadeira, pode está sendo nutrida com honras de homens!
Prestemos atenção! Sejamos vigilantes! Se não recebemos elogios ou reconhecimentos, permaneceremos na mesma fé? Se ninguém nos olha como achamos que temos direito de ser olhados, se não reconhecem nossos talentos, continuamos desenvolvendo a vida em graça? Se ouvirmos o evangelho que perfura e incomoda, pedindo por mudanças, recebemos essa Palavra como de Cristo?
Os judeus religiosos conheciam as Escrituras e tinham uma interpretação perpetrada pela tradição, mas cheias de erros. No momento da Plenitude dos Tempos em que a revelação tabernaculou entre nós (Jo1.14) eles a quiseram eliminar. Seus corações não eram governados por Deus, mas por aquilo que lhes traziam glórias entre eles próprios.
Suas mentes estavam alimentadas de auto reconhecimento e, consequentemente, demonstravam não ter fé (Jo5.44). Trocaram a verdade de Deus por mentira (Rm 1.25).
Assim, um alerta! O que tem coberto a nossa nudez? A hipocrisia ou a Graça de Cristo. Se não buscarmos constantemente no Espírito, reconhecendo quem Jesus é, e quem nós somos, estaremos nutrindo com algo que não agrada a Deus; buscaremos glórias pessoais; aparecerá o desejo de calar o evangelho de
Anteriormente, Jesus tinha curado um aleijado, com isso quebrou certas tradições helênicas do mistério das águas agitadas por um anjo que tinha supostamente o poder de trazer a cura (fruto do panteão grego e romano). Assim, consecutivamente o apóstolo amado relata a fúria dos judeus quando sabem quem fez o paralítico andar no dia de sábado e quando escutam a defesa de Jesus: “e por essas coisas os judeus perseguiram a Jesus e procuravam matá-lo, porque fazia essas coisas no sábado. E Jesus respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também” (Jo 5.16,17). Sim, parece ser um grande zelo pela Lei de Deus. Parece! Mas os relatos de João nos mostra um pouco das motivações hipócritas das ações dos judeus desprovidos de fé.
O evangelho anuncia que as perseguições se tornaram continuas. No milagre do paralítico, algo nos abisma: os judeus passaram a vexar Jesus por curar um homem no sábado! (Jo.5.16). É certo que poderiam ter algum respaldo por que Jesus fazia isso no dia de descanso ordenado por Deus desde a Criação, registrado nos dez mandamentos (Êx.20.8), pois a interpretação das Sagradas Escrituras (Antigo Testamento) feita por eles na “Mishiná, Guemará e Talmude” lhes davam esses respaldos elaborado pela tradição. Todavia, Jesus se defende e revela que ele continua fazendo essas coisas por que é Deus- Ele tem a mesma natureza do Criador- (vs.17). Bastasse essa revelação para que todos os religiosos que diziam seguir a Deus, naquele momento, se curvarem diante do Salvador. Pois, não eram eles os vigilantes da Lei? Sabiam muito bem que o Messias viria, a semente da mulher prometido desde a “Queda” (Gn 3.15). Sim, tudo ao contrário aconteceu, as ações daqueles homens foram manifestadas com cheiro de morte (II Co2.16). Suas motivações voltavam-se para honras uns aos outros e não para Deus (Jo 5.44). Havia uma grande incredulidade no coração daqueles judeus, os quais fizeram da religião cobertura da hipocrisia.
Assim, nesse relato de João tiramos algumas meditações para nós cristãos. O que tem nos motivado a professar Cristo como nosso Salvador? Quais as motivações dos nossos corações de viver a conduta cristã? Quem é Jesus para nós? Qual o nosso papel na revelação progressiva de Deus? A quem estamos dando honras? O que tem fortalecido nossa fé?
Diferentemente dos judeus, não é difícil aceitar a Cristo Jesus como Filho de Deus na comunidade cristã, pois a Santa Trindade é fundamento da religião ortodoxa judaica cristã (I Co 3.11). Entrementes, as diversidades de representações do Salvador no meio da Igreja tem sido grande: muitos são motivados a continuarem na comunidade por barganhas, promoções, curas, medo, tradição, ascensão; outros tem em seus corações enganosos a busca por honras pessoais (são sustentados por elogios, reconhecimento, direitos). Quem nunca foi tentado por isso?
Misericórdia! Muitas vezes nos promovemos em detrimento à proclamação do evangelho! Estamos esquecendo qual é o nosso papel de cristão na comunidade de pecadores salvos, escolhidos para pregarem o evangelho simples e puro. Esquecemos que o Senhor que nos salvou é o dono de toda a glória, a qual não divide com ninguém, e que nós, por mais que façamos algo para Deus, não passamos de servos inúteis (Lc 17.5-10). Se agirmos pelos impulsos de nossos corações pecadores, estaremos enganando a nós mesmos. E nossa fé, se verdadeira, pode está sendo nutrida com honras de homens!
Prestemos atenção! Sejamos vigilantes! Se não recebemos elogios ou reconhecimentos, permaneceremos na mesma fé? Se ninguém nos olha como achamos que temos direito de ser olhados, se não reconhecem nossos talentos, continuamos desenvolvendo a vida em graça? Se ouvirmos o evangelho que perfura e incomoda, pedindo por mudanças, recebemos essa Palavra como de Cristo?
Os judeus religiosos conheciam as Escrituras e tinham uma interpretação perpetrada pela tradição, mas cheias de erros. No momento da Plenitude dos Tempos em que a revelação tabernaculou entre nós (Jo1.14) eles a quiseram eliminar. Seus corações não eram governados por Deus, mas por aquilo que lhes traziam glórias entre eles próprios.
Suas mentes estavam alimentadas de auto reconhecimento e, consequentemente, demonstravam não ter fé (Jo5.44). Trocaram a verdade de Deus por mentira (Rm 1.25).
Assim, um alerta! O que tem coberto a nossa nudez? A hipocrisia ou a Graça de Cristo. Se não buscarmos constantemente no Espírito, reconhecendo quem Jesus é, e quem nós somos, estaremos nutrindo com algo que não agrada a Deus; buscaremos glórias pessoais; aparecerá o desejo de calar o evangelho de
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