Palavra do leitor
06 de dezembro de 2025- Visualizações: 870
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É possível renascer
Às vésperas do Natal, quando as luzes brilham mais do que os olhos, surge uma pergunta que insiste em voltar: o que estamos celebrando?
O mundo corre, compra, posta, sorri — mas, por dentro, muitos seguem cansados, feridos, procurando um sentido que não se compra e não cabe em embalagem nenhuma.
Talvez por isso o Natal ainda tenha algo tão urgente a nos dizer. Não sobre festa, mas sobre renascimento.
O Cristo que nasceu na simplicidade de uma manjedoura continua chamando cada um de nós a nascer de novo — não por fora, mas por dentro.
Porque a vida moderna nos pede performance, mas Cristo nos oferece repouso.
O mundo exige que brilhemos, mas Ele nos chama a iluminar.
A sociedade cobra perfeição, mas Ele olha para o coração.
Quando se olha com sinceridade, percebe-se que os frutos da nossa época — pressa, divisão, ansiedade, solidão — denunciam raízes fragilizadas.
E é justamente aí que o Natal nos confronta: será que estamos vivendo como Cristo ensinou ou apenas usando Seu nome enquanto seguimos nossas próprias rotas?
Jesus sonhou com uma comunidade feita de mesa compartilhada, perdão, serviço, abraço, reconciliação.
Nele não havia espetáculo, só verdade.
Não havia competição, só entrega.
Não havia bandeiras, só amor.
Mas hoje, tantas vezes, trocamos a luz que guia por luzes que distraem.
Trocamos o sal que preserva pela crítica que corrói.
Trocamos o fruto do Espírito pelos frutos da pressa.
Ainda assim, Cristo continua chamando — com uma voz mansa que não grita, mas insiste:
"É necessário nascer de novo."
Renascer não é emoção passageira; é conversão de interior.
É permitir que Ele realinhe o que se perdeu, cure o que rachou, restaure o que o tempo desgastou.
Renascer é deixar que a paz vença a pressa, que a graça vença o orgulho, que o amor vença o medo.
Neste Natal, talvez o maior presente seja exatamente esse: a coragem de renascer.
Renascer simples, como Ele.
Renascer inteiro, apesar das dores.
Renascer em Cristo, para finalmente viver o Reino de Deus como Ele ensinou.
Que cada um de nós encontre espaço para ouvir a voz que ecoa desde Belém, chamando com ternura e verdade.
Chamando para perto.
Chamando para a vida.
Chamando para o recomeço.
E que esse renascimento nos transforme em luz que guia, sal que preserva e fruto que revela amor.
"Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus." — João 3.3
Feliz Natal!
O mundo corre, compra, posta, sorri — mas, por dentro, muitos seguem cansados, feridos, procurando um sentido que não se compra e não cabe em embalagem nenhuma.
Talvez por isso o Natal ainda tenha algo tão urgente a nos dizer. Não sobre festa, mas sobre renascimento.
O Cristo que nasceu na simplicidade de uma manjedoura continua chamando cada um de nós a nascer de novo — não por fora, mas por dentro.
Porque a vida moderna nos pede performance, mas Cristo nos oferece repouso.
O mundo exige que brilhemos, mas Ele nos chama a iluminar.
A sociedade cobra perfeição, mas Ele olha para o coração.
Quando se olha com sinceridade, percebe-se que os frutos da nossa época — pressa, divisão, ansiedade, solidão — denunciam raízes fragilizadas.
E é justamente aí que o Natal nos confronta: será que estamos vivendo como Cristo ensinou ou apenas usando Seu nome enquanto seguimos nossas próprias rotas?
Jesus sonhou com uma comunidade feita de mesa compartilhada, perdão, serviço, abraço, reconciliação.
Nele não havia espetáculo, só verdade.
Não havia competição, só entrega.
Não havia bandeiras, só amor.
Mas hoje, tantas vezes, trocamos a luz que guia por luzes que distraem.
Trocamos o sal que preserva pela crítica que corrói.
Trocamos o fruto do Espírito pelos frutos da pressa.
Ainda assim, Cristo continua chamando — com uma voz mansa que não grita, mas insiste:
"É necessário nascer de novo."
Renascer não é emoção passageira; é conversão de interior.
É permitir que Ele realinhe o que se perdeu, cure o que rachou, restaure o que o tempo desgastou.
Renascer é deixar que a paz vença a pressa, que a graça vença o orgulho, que o amor vença o medo.
Neste Natal, talvez o maior presente seja exatamente esse: a coragem de renascer.
Renascer simples, como Ele.
Renascer inteiro, apesar das dores.
Renascer em Cristo, para finalmente viver o Reino de Deus como Ele ensinou.
Que cada um de nós encontre espaço para ouvir a voz que ecoa desde Belém, chamando com ternura e verdade.
Chamando para perto.
Chamando para a vida.
Chamando para o recomeço.
E que esse renascimento nos transforme em luz que guia, sal que preserva e fruto que revela amor.
"Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus." — João 3.3
Feliz Natal!
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