Palavra do leitor
31 de janeiro de 2013- Visualizações: 1504
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Das águas agitadas para Cristo Jesus
Provavelmente era mais um dia para aquele homem (Jo5.5). Acostumado há tanto tempo com a sua necessidade, se sustentou numa promessa formada por corações pecadores (Jo 5.4). Junto com ele uma grande multidão de enfermos, cegos, coxos e paralíticos (vs.5.3). Como alguém pode se sustentar por tanto tempo numa promessa de erros crassos, por mais que seja impressionante e tenha provas aparentes de sua existência: o paralítico tinha muito tempo naquela situação que Jesus o encontrou. Sim, o homem estava procurando ser curado por meio de águas que eram agitadas por um anjo. Sim, o Senhor Jesus também manifestou sinais e maravilhas como meio de pessoas o conhecerem como o Messias (Jo 20.30-31).
Doravante, observamos, de um lado, uma multidão de necessitados procurando suprir aparentemente as suas maiores necessidades (a cura física). No outro ângulo, percebemos o Messias se manifestando e tabernaculando no nosso meio; seu objetivo, segundo João é cheio de graça e verdade libertar homens do pecado (Jo1.14, 29).
Assim, o Tanque de Betesda (Jo5.2) era mais um produto fabricado pelo coração pecador. Segundo a descoberta de historiadores (meados do século XX) essa magnífica piscina cheia de ondas ligava ao santuário de Serápis (um deus romano associado à cura). Isso pode indicar um sincretismo religioso, produto do helenismo formado pelo contato da civilização hebreia com a da Mesopotâmia. Por mais que o tanque estive no território judaico, que judeus participassem, que houvesse uma representação de um anjo que mexesse as águas ou até mesmo a cura de alguém; essa fé não estava voltada para Deus, mas para a fábrica de ídolos do coração pecador no objetivo de suprir as necessidades existências. Ninguém buscava o tanque para serem curadas do pecado!
Entrementes, o Senhor Jesus na autoridade de Filho de Deus, manifestara sua misericórdia para o paralítico: levanta-te toma o teu leito e anda, e imediatamente ficou curado (Jo 5.8,9). João, em sua seleção criteriosa, narra o terceiro milagre que Jesus fez e mostra maravilhosamente como a luz brilha na “treva”, cuja falta de compreensão é total da parte de muitos (Jo1.5). qual o propósito de Jesus manifestar sua glória a alguém que nem lhe deu crédito? A expressão do paralítico em chamar Jesus de senhor (vocativo) trás o entendimento que o Senhor dos senhores foi tratado como qualquer pessoa, por ignorância ou não. Contudo, aquele que fora escolhido por Jesus para ser curado e chamado a uma vida santa (Jo5.14), provavelmente por medo e querer livrar-se das autoridades religiosas da época, entregou quem o curou (Jo5.15). Entregou, mas não o glorificou.
Assim, como cristãos, nós também deveríamos admirar quando procuramos entender o porquê que Jesus nos escolheu? Sendo que nada há em nós que pudesse lhe agradar, mas pelo contrário, éramos seus inimigos (Rm 5.10). Como pessoas agraciadas pelo perdão de Cristo também devemos avaliar nossas vidas: Como a vivemos (Gl 2.20)? Como tem sido a nossa adoração? Como temos confrontado o pecado?
Que a gratidão pela manifestação da Maravilhosa graça de Deus possa ser lembrada e aplicada constantemente em nossos corações e que sua exortação de não vivermos uma vida de pecado possa nos impulsionar a conhecê-lo em confiança e obediência. Que todo o nosso caminhar possa expressar gratidão ao Único Deus. A Deus seja dada toda a Glória.
Doravante, observamos, de um lado, uma multidão de necessitados procurando suprir aparentemente as suas maiores necessidades (a cura física). No outro ângulo, percebemos o Messias se manifestando e tabernaculando no nosso meio; seu objetivo, segundo João é cheio de graça e verdade libertar homens do pecado (Jo1.14, 29).
Assim, o Tanque de Betesda (Jo5.2) era mais um produto fabricado pelo coração pecador. Segundo a descoberta de historiadores (meados do século XX) essa magnífica piscina cheia de ondas ligava ao santuário de Serápis (um deus romano associado à cura). Isso pode indicar um sincretismo religioso, produto do helenismo formado pelo contato da civilização hebreia com a da Mesopotâmia. Por mais que o tanque estive no território judaico, que judeus participassem, que houvesse uma representação de um anjo que mexesse as águas ou até mesmo a cura de alguém; essa fé não estava voltada para Deus, mas para a fábrica de ídolos do coração pecador no objetivo de suprir as necessidades existências. Ninguém buscava o tanque para serem curadas do pecado!
Entrementes, o Senhor Jesus na autoridade de Filho de Deus, manifestara sua misericórdia para o paralítico: levanta-te toma o teu leito e anda, e imediatamente ficou curado (Jo 5.8,9). João, em sua seleção criteriosa, narra o terceiro milagre que Jesus fez e mostra maravilhosamente como a luz brilha na “treva”, cuja falta de compreensão é total da parte de muitos (Jo1.5). qual o propósito de Jesus manifestar sua glória a alguém que nem lhe deu crédito? A expressão do paralítico em chamar Jesus de senhor (vocativo) trás o entendimento que o Senhor dos senhores foi tratado como qualquer pessoa, por ignorância ou não. Contudo, aquele que fora escolhido por Jesus para ser curado e chamado a uma vida santa (Jo5.14), provavelmente por medo e querer livrar-se das autoridades religiosas da época, entregou quem o curou (Jo5.15). Entregou, mas não o glorificou.
Assim, como cristãos, nós também deveríamos admirar quando procuramos entender o porquê que Jesus nos escolheu? Sendo que nada há em nós que pudesse lhe agradar, mas pelo contrário, éramos seus inimigos (Rm 5.10). Como pessoas agraciadas pelo perdão de Cristo também devemos avaliar nossas vidas: Como a vivemos (Gl 2.20)? Como tem sido a nossa adoração? Como temos confrontado o pecado?
Que a gratidão pela manifestação da Maravilhosa graça de Deus possa ser lembrada e aplicada constantemente em nossos corações e que sua exortação de não vivermos uma vida de pecado possa nos impulsionar a conhecê-lo em confiança e obediência. Que todo o nosso caminhar possa expressar gratidão ao Único Deus. A Deus seja dada toda a Glória.
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