Palavra do leitor
19 de fevereiro de 2016- Visualizações: 1149
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Aedes Aegypti
Não sou cientista, sequer cursei medicina ou outros cursos na área da Saúde, na área da Ciência, mas vou tentar expressar minhas ideias, minhas conclusões sobre o assunto do momento, qual seja a permissão do aborto para as grávidas atingidas pelo Zica Vírus com riscos de terem bebês com má-formação, como é o caso de microcefalia.
“Microcefalia é uma condição neurológica rara que se caracteriza por anormalidades no crescimento do cérebro dentro da caixa craniana” (Site Dráuzio Varella – 02.12.2015).
Já tive oportunidades pretéritas de expor meu pensamento quando grandes e graves decisões são “pretendidas” no momento de comoções populares; esse é o pior momento para se decidir, para “legalizar” [ou descriminalizar] alguma coisa ruim quando as conclusões são tomadas com base em emoções fortes, sem um racional estudo da situação em todos os seus aspectos e pormenores.
Pretendeu-se, há pouco tempo, reduzir a maioridade penal nos crimes de morte, nos crimes hediondos; a medida restou por ter sido aprovada, em dois turnos, na Câmara dos Deputados, mas ainda não foi sancionada pela Presidência da República; esclareça-se que os índices de crimes cometidos por menores de idade, em relação ao universo de todos os crimes de morte praticados no País, não alcançam 1%. [já citei isso em outro artigo].
Agora, por causa do mosquito Aedes Aegypti e uma paralela situação de microcefalia em bebês, outra comoção nacional está levando pessoas a querer descriminalizar o aborto, quando a mulher grávida for infectada pelo referido inseto.
Na semana passada a mídia publicou a história de uma pessoa, do sexo feminino, [outras há] que nasceu com microcefalia, foi criada normalmente, estudou, formou-se em Curso Superior e trabalha na profissão que escolheu e na qual foi graduada.
Já há grávidas que estão, precipitadamente e independente de saberem se estão ou não infectadas, submetendo-se a abortos ilegais, pois não querem ter um (a) filho (a) com microcefalia (FSP 16.02.2016); a mídia publicou (17.02.2016) que já há homens abandonando as companheiras grávidas por estarem elas com o vírus; não querem ser pais de crianças com má-formação!
Todavia, a estatística aponta para um número reduzidíssimo de crianças microcéfalas em relação ao total de nascimentos; li na FSP de 15.02.2016 – pág. B7 - que “pelos dados do Sisnac [Sistema de Informações sobre nascidos vivos], a taxa de notificação de microcefalia no País até 2014 era 0,5 caso para cada dez mil nascimentos” (sic).
“Segundo o infectologista Artur Timerman, o vírus pode deixar sequelas neurológicas, mas isso é raro, independente da idade, e está ligado a quadros de baixa imunidade” [FSP 17.02.2016 B3].
Devo, ainda, ressaltar que há outras hipóteses para que um bebê venha à luz com menos de 32 cm. de circunferência craniana [microcefalia] ou qualquer outra anomalia: má nutrição, exposição a agentes teratogênicos, como agrotóxicos, ou a drogas e vacinas na infância da mãe (FSP 15.02.2016).
E voltou a Sífilis para ameaçar vidas, como no passado.
Registre-se que o Estado do Rio Grande do Sul, precipitadamente, adotou, no último dia 13, a proibição de uso do inseticida [Idem].
Quanto à sífilis, por exemplo, “a taxa de incidência de sífilis em bebês com menos de um ano era de 2 casos a cada mil nascidos vivos em 2008. Em 2014, dados preliminares do ministério apontam que ela passou para 5,6. Nesse mesmo período, a taxa de sífilis em gestantes passou de 2,7 para 9,7 casos a cada mil nascidos vivos” (FSP 18.02.16 – B1).
- Em vez de se matar as crianças, o que é inadmissível, é radicalismo, é [perdoem-me] crime, é preciso erradicar os insetos; isso já ocorreu na década 1950 – por que voltaram?;
- Em vez de se matar os bebês é preciso eliminar, com eficácia, os criadouros dispersos por toda parte, inclusive no interior dos nossos lares;
- Em vez de matar os nascituros é necessária e urgente uma campanha para conscientizar a população da necessidade de higiene, de sadios hábitos dentro da residência e fora do domicílio: em quintais, jardins, caixas d’água, calhas, vasos de plantas, pneus, piscinas, poças d’água, etc.
É preciso uma política racional séria, embora urgente, no sentido de melhorar a qualidade de vida de milhões de pessoas que convivem, no dia a dia, sem saneamento básico, com esgotos a céu aberto por onde crianças andam, pisam e brincam livremente [quiça não tomem desse líquido podre para saciar a sede!]
Em nosso País, apenas 57.6% dos habitantes têm rede de esgoto!
Independente deste, desse ou daquele segmento da sociedade; independente desta, dessa ou daquela corrente política; independente deste, desse ou daquele credo religioso; independente desta, dessa ou daquela posição social, sou contra o aborto, sou a favor da vida, a vida dada por Deus e que só Ele pode tirar.
“O Senhor é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz subir” (I Sm. 2.6).
“Microcefalia é uma condição neurológica rara que se caracteriza por anormalidades no crescimento do cérebro dentro da caixa craniana” (Site Dráuzio Varella – 02.12.2015).
Já tive oportunidades pretéritas de expor meu pensamento quando grandes e graves decisões são “pretendidas” no momento de comoções populares; esse é o pior momento para se decidir, para “legalizar” [ou descriminalizar] alguma coisa ruim quando as conclusões são tomadas com base em emoções fortes, sem um racional estudo da situação em todos os seus aspectos e pormenores.
Pretendeu-se, há pouco tempo, reduzir a maioridade penal nos crimes de morte, nos crimes hediondos; a medida restou por ter sido aprovada, em dois turnos, na Câmara dos Deputados, mas ainda não foi sancionada pela Presidência da República; esclareça-se que os índices de crimes cometidos por menores de idade, em relação ao universo de todos os crimes de morte praticados no País, não alcançam 1%. [já citei isso em outro artigo].
Agora, por causa do mosquito Aedes Aegypti e uma paralela situação de microcefalia em bebês, outra comoção nacional está levando pessoas a querer descriminalizar o aborto, quando a mulher grávida for infectada pelo referido inseto.
Na semana passada a mídia publicou a história de uma pessoa, do sexo feminino, [outras há] que nasceu com microcefalia, foi criada normalmente, estudou, formou-se em Curso Superior e trabalha na profissão que escolheu e na qual foi graduada.
Já há grávidas que estão, precipitadamente e independente de saberem se estão ou não infectadas, submetendo-se a abortos ilegais, pois não querem ter um (a) filho (a) com microcefalia (FSP 16.02.2016); a mídia publicou (17.02.2016) que já há homens abandonando as companheiras grávidas por estarem elas com o vírus; não querem ser pais de crianças com má-formação!
Todavia, a estatística aponta para um número reduzidíssimo de crianças microcéfalas em relação ao total de nascimentos; li na FSP de 15.02.2016 – pág. B7 - que “pelos dados do Sisnac [Sistema de Informações sobre nascidos vivos], a taxa de notificação de microcefalia no País até 2014 era 0,5 caso para cada dez mil nascimentos” (sic).
“Segundo o infectologista Artur Timerman, o vírus pode deixar sequelas neurológicas, mas isso é raro, independente da idade, e está ligado a quadros de baixa imunidade” [FSP 17.02.2016 B3].
Devo, ainda, ressaltar que há outras hipóteses para que um bebê venha à luz com menos de 32 cm. de circunferência craniana [microcefalia] ou qualquer outra anomalia: má nutrição, exposição a agentes teratogênicos, como agrotóxicos, ou a drogas e vacinas na infância da mãe (FSP 15.02.2016).
E voltou a Sífilis para ameaçar vidas, como no passado.
Registre-se que o Estado do Rio Grande do Sul, precipitadamente, adotou, no último dia 13, a proibição de uso do inseticida [Idem].
Quanto à sífilis, por exemplo, “a taxa de incidência de sífilis em bebês com menos de um ano era de 2 casos a cada mil nascidos vivos em 2008. Em 2014, dados preliminares do ministério apontam que ela passou para 5,6. Nesse mesmo período, a taxa de sífilis em gestantes passou de 2,7 para 9,7 casos a cada mil nascidos vivos” (FSP 18.02.16 – B1).
- Em vez de se matar as crianças, o que é inadmissível, é radicalismo, é [perdoem-me] crime, é preciso erradicar os insetos; isso já ocorreu na década 1950 – por que voltaram?;
- Em vez de se matar os bebês é preciso eliminar, com eficácia, os criadouros dispersos por toda parte, inclusive no interior dos nossos lares;
- Em vez de matar os nascituros é necessária e urgente uma campanha para conscientizar a população da necessidade de higiene, de sadios hábitos dentro da residência e fora do domicílio: em quintais, jardins, caixas d’água, calhas, vasos de plantas, pneus, piscinas, poças d’água, etc.
É preciso uma política racional séria, embora urgente, no sentido de melhorar a qualidade de vida de milhões de pessoas que convivem, no dia a dia, sem saneamento básico, com esgotos a céu aberto por onde crianças andam, pisam e brincam livremente [quiça não tomem desse líquido podre para saciar a sede!]
Em nosso País, apenas 57.6% dos habitantes têm rede de esgoto!
Independente deste, desse ou daquele segmento da sociedade; independente desta, dessa ou daquela corrente política; independente deste, desse ou daquele credo religioso; independente desta, dessa ou daquela posição social, sou contra o aborto, sou a favor da vida, a vida dada por Deus e que só Ele pode tirar.
“O Senhor é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz subir” (I Sm. 2.6).
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