Palavra do leitor
08 de dezembro de 2025- Visualizações: 332
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A sua fé é demoníaca?
"Muitos professam uma fé, com vestes cintilantes e sublimes de santidade, mas descarregam uma enxurrada de feitos e efeitos demonicos ou destrutivos’’.
Texto de Mateus 24.13, Tiago 4.6-7
Por qual motivo pessoas desistem, durante a caminhada, abandonam a fé, tornam-se até ferrenhas opositoras do evangelho de Jesus Cristo, migram para outras experiências de ordem mística, ateístas, gnósticas e teológicas? Será que não tiveram uma experiência autêntica e radical com a Cruz do Ressurreto? Acredito, piamente, uma das considerações a ser perpetrada se encontra em compreender o que vem a ser discípulo, servo e filiado a Cristo Jesus e não apenas um frequentador de cultos, um simpatizante dos ensinos morais e éticos da tora e da bíblia para se sentir bem. Não paro por aqui, afinal, as potestades, as falanges demônicas, os demônios, satanás, inclusive, reconhecem o Senhorio de Cristo, conforme se confirma em uma sucessão de relatos e de eventos descritos nos evangelhos.
Ora, quando observamos cenários de pessoas que entram e saem dos cultos, de pessoas que até participam das atividades ministeriais da comunhão, conhecem as liturgias e os ritualismos, cantam nos corais, nos ministérios de adoração e louvor, pregam e arrancam aplausos e admirações das pessoas, defendem a justiça e a misericórdia, lutam pelos pobres e pelos necessitados e, sem muito esforço, constata-se que não há o amor que se importa, que se atenta e que se ocupa com as prioridades de Deus, ou seja, olhar para o outro que está ao seu lado (porque a questão não se direciona a quem é o meu próximo, mas onde está o meu próximo). A fé demoníaca se prevalece pela forma, pelas obras, pelas aparências, mas não se constata uma entrega de todas as alienações ou pecados diante da Cruz do Ressurreto. A fé demoníaca defende que a oração forte, que discursos teológicos, que profecias, que revelações poderão ser um escudo, diante dos capciosos estratagemas do inferno. Além disso, a fé demoníaca defende que a sua profissão de fé não o livrará do perigo de ser portador da mesma. De observar, a sua mente, embora esteja com todos os registros dos preceitos da reforma protestante, mesmo assim, não o livrará de ser praticante de uma fé demoníaca. A sua crença de uma vez salvo, sempre salvo, poderá retratar o quanto está emaranhado com uma fé demoníaca. A fé demoníaca se adequa a não nos levar a uma crença de modificação, a não nos motivar a viver Jesus, em cada centímetro da vida, e a não ser uma nova criatura. A fé demoníaca travestida com a irreal humildade, porque traz em seu bojo um estado de supremacia, de superioridade e de soberania, com as expressões de que fui levantado para uma grande obra, de que sou um escolhido, de que fui predestinado, de que sou um ungido do Senhor, enfim, são portadores de uma fé presunçosa, pedante, promiscua e pérfida (falsa). A fé demoníaca se opõe inexorável, radical e frontalmente a reconhecer de que todos somos carentes da graça de Deus, Tiago 4. 6 a 7. Então, após os desfiar dessas palavras, a sua fé é demoníaca?
Texto de Mateus 24.13, Tiago 4.6-7
Por qual motivo pessoas desistem, durante a caminhada, abandonam a fé, tornam-se até ferrenhas opositoras do evangelho de Jesus Cristo, migram para outras experiências de ordem mística, ateístas, gnósticas e teológicas? Será que não tiveram uma experiência autêntica e radical com a Cruz do Ressurreto? Acredito, piamente, uma das considerações a ser perpetrada se encontra em compreender o que vem a ser discípulo, servo e filiado a Cristo Jesus e não apenas um frequentador de cultos, um simpatizante dos ensinos morais e éticos da tora e da bíblia para se sentir bem. Não paro por aqui, afinal, as potestades, as falanges demônicas, os demônios, satanás, inclusive, reconhecem o Senhorio de Cristo, conforme se confirma em uma sucessão de relatos e de eventos descritos nos evangelhos.
Ora, quando observamos cenários de pessoas que entram e saem dos cultos, de pessoas que até participam das atividades ministeriais da comunhão, conhecem as liturgias e os ritualismos, cantam nos corais, nos ministérios de adoração e louvor, pregam e arrancam aplausos e admirações das pessoas, defendem a justiça e a misericórdia, lutam pelos pobres e pelos necessitados e, sem muito esforço, constata-se que não há o amor que se importa, que se atenta e que se ocupa com as prioridades de Deus, ou seja, olhar para o outro que está ao seu lado (porque a questão não se direciona a quem é o meu próximo, mas onde está o meu próximo). A fé demoníaca se prevalece pela forma, pelas obras, pelas aparências, mas não se constata uma entrega de todas as alienações ou pecados diante da Cruz do Ressurreto. A fé demoníaca defende que a oração forte, que discursos teológicos, que profecias, que revelações poderão ser um escudo, diante dos capciosos estratagemas do inferno. Além disso, a fé demoníaca defende que a sua profissão de fé não o livrará do perigo de ser portador da mesma. De observar, a sua mente, embora esteja com todos os registros dos preceitos da reforma protestante, mesmo assim, não o livrará de ser praticante de uma fé demoníaca. A sua crença de uma vez salvo, sempre salvo, poderá retratar o quanto está emaranhado com uma fé demoníaca. A fé demoníaca se adequa a não nos levar a uma crença de modificação, a não nos motivar a viver Jesus, em cada centímetro da vida, e a não ser uma nova criatura. A fé demoníaca travestida com a irreal humildade, porque traz em seu bojo um estado de supremacia, de superioridade e de soberania, com as expressões de que fui levantado para uma grande obra, de que sou um escolhido, de que fui predestinado, de que sou um ungido do Senhor, enfim, são portadores de uma fé presunçosa, pedante, promiscua e pérfida (falsa). A fé demoníaca se opõe inexorável, radical e frontalmente a reconhecer de que todos somos carentes da graça de Deus, Tiago 4. 6 a 7. Então, após os desfiar dessas palavras, a sua fé é demoníaca?
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