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Palavra do leitor

A morte!

“Êta” [ou “eita” conforme dizem os jovens internautas] assunto difícil de discorrer sobre ele com singeleza, com nobreza, com leveza, com beleza; para a maioria é um assunto intruso, indigesto, indesejável, inoportuno, importuno.

A morte é a ausência de vida!

Sim, a morte é o deixar de pulsar o coração, a morte é a não irrigação dos membros e órgãos de um corpo pelo sangue que, até então, era conduzido pelas veias, vasos e artérias. Cessam sístole e diástole!

Os seres humanos, também os inumanos, foram criados para a eternidade na presença de Deus, para a felicidade plena, para a harmonia completa, para a paz verdadeira, para o amor puro e, o mais importante, para a comunhão com o Criador, o Deus triuno: Deus pai, Deus filho, Deus Espírito Santo, que estavam juntos na criação.

Os nossos dias [as nossas vidas] são como a relva, como a flor do campo, assim florescem, mas soprando sobre ela o vento, desaparece (Sl 103 15-16); Deus diz ainda, pela pena do salmista: “são [os nossos dias] como um sono, como a relva que floresce de madrugada; à tarde, murcha e seca” (Sl 90 6).

Sim, fisicamente somos frágeis como uma planta, batendo o vento e queimando o sol a pétala cai, murcha a flor e seca o arbusto; já não mais há vida nela.

A árvore, todavia, se plantada junto às águas, a sua raiz estende-se para o riacho e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano de sequidão, não se perturba, nem deixa de dar fruto (Jr 17 8 e Sl 1 3).

O Senhor Jesus é a fonte de água viva, os que nEle saciam a sede e a fome têm vida e vida em abundância; Ele próprio disse (Jo 10 10) que veio para que tenhamos vida e vida em abundância [longevidade e qualidade de vida].

Quem está [plantado] em Cristo é nova criatura, as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo (II Co 15 7) e com a água que Ele nos der jamais teremos sede, essa água será em nós fonte a jorrar para a vida eterna (Jo 4 14).

Poucos dias antes de um infarto, internação e morte meu irmão mais velho me enviou um PPS sobre morte, achei estranho, ele que só falava de vida [com mensagens cristãs, diariamente, para milhares de pessoas], que vivia bem a vida; indaguei-lhe o que ele estava querendo dizer, o que ele pensava e sentia ao abordar esse tema, e ele disse: “achei muito belo.”

De fato, era um amante do belo, das flores, das plantas, das árvores, das lindas mensagens que falam do Deus altíssimo!

Eu disse, há alguns anos, para uma colega e amiga de trabalho que um assunto difícil para mim era a morte, não a morte costumeira [por ela todos nós passamos], mas a morte de uma pessoa não comprometida com Deus, que ainda [supostamente] não havia recebido, no coração, Jesus Cristo como o seu único e suficiente Senhor e Salvador; é difícil consolar os familiares com palavras, então dizemos apenas “meus sentimentos.”

A morte do cristão, disse eu a uma prima no velório de minha mãe, não nos traz o choro desesperado, pois temos convicção de que ele [o cristão] já está na presença de Deus.

Recentemente perdi um cunhado, um homem inteiramente comprometido com o trabalho de Deus; antes da urna baixar à sepultura eu disse com fé, com convicção, com certeza, à minha cunhada: “esta [a cova] não é a última morada dele, ele já está diante do Senhor Jesus, lá sim é a sua última morada, onde estaremos um dia.”

São duas pessoas, ele e meu mano, que penso neles como se estivessem, ainda, envolvidos com a Missão e o Ministério cristão; não consigo vê-los, senti-los, entendê-los já recolhidos por Deus para o Seu Reino, para o qual batalharam bastante, enquanto estiveram entre nós.

A morte do cristão, parafraseando o Apóstolo Paulo, é lucro; ele escreveu: “para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro!” (Fp 1 21); é lucro porque a nossa morada eterna será na presença do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

A morte não agenda o encontro conosco, ela vem de surpresa, quando menos esperamos; por isso é sábio ouvir e praticar a Palavra de Deus: “vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.” (Mc 14 38).

Finalizando, o Senhor Jesus disse: “Bem-aventurado aquele servo a quem seu Senhor, quando vier, achar fazendo assim.”

Ele se referia ao servo fiel que honrou o seu senhor que viajara e deixara seus negócios, seus empregados sob os seus cuidados.

O Senhor Jesus, quando ascendeu ao Céu, deixou-nos uma missão de alcançar vidas para o Reino de Deus, e ditou a João, na Ilha de Patmos, “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.” (Ap 2 10b).

Então o cristão deve pregar por dois motivos principais:

* por obediência ao Senhor Jesus, que se tornou Salvador dos que lhe obedecem (Hb 5 9); e

* por amor ao próximo: “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos [pelo próximo]” (I Jo 3 16).

O Senhor Jesus disse que se calarmos as próprias pedras clamarão! (Lc 19 40)

Amém!
São Paulo - SP
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