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Não à violência contra mulheres

O Senhor Deus já havia estabelecido o padrão para conduzirmos a vida: “não por força nem por violência, mas pelo Espírito do Senhor” (Zc 4.6). Jesus Cristo deixou bem claro quando balizou os pacificadores como “bem-aventurados” (Mt 5.9). Este é o caminho tanto para nossas escolhas pessoais como para nossos relacionamentos.

Estas palavras de Deus bem que poderiam ser o modelo para a relação entre homens e mulheres. Mas a verdade é que, ainda hoje, elas são as maiores vítimas quando a relação se torna violenta.

Uma em cada três mulheres no mundo já sofreu violência física ou sexual, cerca de 120 milhões de meninas já foram submetidas a sexo forçado e 133 milhões de mulheres e meninas sofreram mutilação genital, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU).

E hoje (25/11), no Dia Internacional da Não Violência Contra a Mulher, vale a pena lembrar que todos fomos “criados a imagem e semelhança” de Deus (Gn 1.27) e, portanto, carregamos conosco uma dignidade intrínseca que perpassa as circunstâncias e as diferenças de gênero.

Dentro deste universo amplo de violência contra a mulher, há uma específica: a violência contra a mulher praticada por parceiro íntimo. É sobre este problema que trata o livro Até Quando? , de Aileen Silva Carroll e Sérgio Andrade. O livro traz depoimentos de vítimas, esclarece mitos e verdades sobre o problema e propõe soluções pastorais e sociais para o enfrentamento.

“Preciso colocar-me ao lado dos autores para lamentar a indiferença e a omissão das lideranças religiosas – inclusive de igrejas cristãs – sobre o tema”, afirmou o Pr. Carlos Queiroz no prefácio do livro.

“A igreja precisa compreender que os cristãos não são imunes ao pecado da violência e que tal realidade precisa ser tratada para garantir a proteção das pessoas que sofrem e o arrependimento do agressor”, aconselham os autores.

A partir de hoje, até o dia 10 de dezembro, a ONU Mulheres conduz uma campanha contra a violência de mulheres no mundo, no âmbito dos chamados “16 Dias de Ativismo contra a Violência de Gênero”. O prédio da entidade em Brasília e também a sede principal, em Nova York, estão iluminados com a cor laranja.


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Equipe Editorial Web
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