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Opinião

Na primeira Páscoa e hoje: "fiquem em casa"

Por Rubem Amorese

Era tempo de Páscoa. Um tempo de grande temor, porque o anjo da morte iria passar naquela noite. E ceifaria vidas humanas, na proporção de uma por família.
 
Como se não bastasse, essa temível visita foi precedida de densas trevas. Tão densas que quase podiam ser tocadas. “Não se viram uns aos outros, e ninguém se levantou do seu lugar por três dias” (Ex 10:21-23).
 
Houve instruções para que o povo de Deus permanecesse em casa, naquela noite. E que as vergas e os umbrais de suas portas fossem marcados com o sangue de um animal imaculado, sacrificado à tardinha. Ao ver o sangue, o anjo saberia que ali não precisaria matar o primogênito da casa. E assim foi instituída a primeira Páscoa, a ser celebrada anualmente, em memorial perpétuo, entre os filhos de Israel.
 
Um outro tempo de Páscoa encontrou os discípulos de portas trancadas, em casa, com medo (Jo 20:19). Os eventos daquela semana haviam sido de paixão e morte.
 
No primeiro dia da semana, os temores cresciam e os discípulos se escondiam. Já haviam vivenciado o terror das trevas, e, de modo injusto e cruel, o sacrifício de um Cordeiro, ao cair da tarde. De igual modo, ele deveria comprar as vidas daqueles que ungissem os umbrais de seus corações com o sangue do sacrifício. E assim se fez.

>> A Páscoa em tempos de isolamento: nós celebramos <<
 
Foi castigo insuportável ao Faraó e ao seu povo. Naquela noite, houve grande pranto no Egito. Chorou o Faraó e toda casa a morte de seus primogênitos.
 
Ainda de noite, mandou o Faraó chamar Moisés e os libertou. Ao raiar do dia, o povo cantava e caminhava, livre, em direção a Canaã.
 
Algo semelhante aconteceu no outro primeiro dia da semana. Ao cair da tarde, as portas estavam trancadas, por medo, e, de repente, Jesus se põe no meio deles. Sim, aquele mesmo que havia sido morto e sepultado na sexta-feira agora os saudava com sua paz. Atemorizados, não conseguiam acreditar no que viam. Ele precisou lhes mostrar as mãos e os pés. Ainda assim não acreditavam; agora, por causa da alegria (Lc 24:33-44).
 
Amanhecemos, neste primeiro dia da semana, trancados em nossas casas. Muitos com medo do “anjo da morte”, que saiu para ceifar vidas, e de todas as terríveis consequências sociais e econômicas desse fato. Entretanto, a palavra que Jesus nos diz permanece a mesma: “paz seja convosco”.
 
Sim, nesta Páscoa tão especial para o mundo de hoje, firmemo-nos no fato de que as trevas e a morte já foram vencidas. Resta-nos viver a paz que Jesus nos deixou: “não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”.

Texto publicado originalmente no blog Rubem Amorese.


OS ÚLTIMOS DIAS DE JESUS | N. T. WRIGHT & CRAIG A. EVANS
 
Ele ressuscitou mesmo?
Antes disso: Ele morreu? Foi sepultado? 
 
Os Últimos Dias de Jesus trata desses três elementos essenciais, que resumem grande parte das declarações mais antigas da fé cristã: a morte, o sepultamento e a ressurreição de Jesus.

Autor de, entre outros, Fábrica de Missionários, Louvor, Adoração e Liturgia, Meta-História, Icabode e Ponto Final, Rubem Martins Amorese é consultor legislativo (aposentado) no Senado Federal e presbítero emérito na Igreja Presbiteriana do Planalto, em Brasília. Foi professor na Faculdade Teológica Batista de Brasília (FTBB) por vinte anos e presidente do Diretório Regional – DF da Sociedade Bíblica do Brasil. Foi diretor de informática no Centro de Informática e Processamento de Dados do Senado Federal (Prodasen) e integrou a Comissão de Inquérito que desvendou a violação do painel eletrônico do Senado Federal.

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