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16 de janeiro de 2007- Visualizações: 3692
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Fórum Social Mundial vai ao Quênia para reforçar presença na África
(Carta Maior) Desde 2001, janeiro é mês de Fórum Social Mundial. Neste período, milhares de pessoas de todo o mundo têm se juntado ao fluxo migratório altermundista rumo a Porto Alegre, no Brasil, Mumbai, na Índia, Bamako, no Mali, Caracas, na Venezuela, e agora Nairóbi, no Quênia, para construir o maior movimento de articulação e debates contra-hegemônico e antineoliberal da história.
O Fórum Social Mundial 2007, que acontece entre os dias 20 e 25 deste mês, já conta com cerca de 1200 atividades inscritas e, de acordo com os organizadores, são esperados até 80 mil participantes – número difícil de ser confirmado, porque a grande maioria deve se inscrever in loco e não antecipadamente, como tem ocorrido nas edições anteriores do FSM. Segundo o último levantamento, até agora estão credenciados cerca de 3 mil participantes não-africanos e 7 mil africanos, dos quais 60% são do Quênia.
Este ano, todas as atividades do FSM estarão concentradas em um único espaço – o centro esportivo Moi International Sports Centre, cerca de 17 km ou 1,5 a 2 horas do centro da Nairóbi. No local também será organizado o Acampamento Internacional da Juventude que, além de concentrar as atividades políticas da juventude, é uma opção mais barata de alojamento, com um custo de 10 dólares por dia (segundo informações de jornalistas que estão em Nairóbi, não é preciso levar barraca, apenas saco de dormir ou colchonete e cobertor. Tem água quente e tendas separadas para meninos e meninas).
Nas redondezas do estádio, também haverá espaço para organizações e movimentos provenientes de vários países africanos que chegarão em caravanas e montarão suas próprias tendas para baratear os custos. A maior parte das caravanas vem da Zâmbia, Tanzânia, África do Sul, Malawi, Moçambique e Angola em ônibus e até de barco.
O evento em si terá algumas novidades em relação às edições anteriores do FSM. Depois de uma larga consulta feita aos participantes do FSM em todo o mundo, a organização estabeleceu nove eixos temáticos – veja os detalhes na página www.forumsocialmundial.org.br – que serviram de referência para a inscrição de atividades (seminários, oficinas, conferências etc) por parte das entidades participantes (as chamadas atividades autogestionadas).
A novidade é que o Comitê Organizador também propôs uma série de atividades em parceria com o Conselho Internacional do FSM. Serão espaços de convergência mais ampla para aprofundar os debates sobre temas específicos – Dívida, Memória das lutas, Paz e conflito, Comércio, Mulheres, Conhecimento e informação, Meio ambiente global, Habitação, Soberania dos povos, Migrações, Trabalho, HIV/Aids, e Privatização dos bens comuns. E, por fim, no quarto e último dia do evento, reforçando a perspectiva de definição de “objetivos de ações”, as organizações deverão apresentar e socializar propostas elaboradas no decurso do Fórum. Leia mais em Agência Carta Maior
O Fórum Social Mundial 2007, que acontece entre os dias 20 e 25 deste mês, já conta com cerca de 1200 atividades inscritas e, de acordo com os organizadores, são esperados até 80 mil participantes – número difícil de ser confirmado, porque a grande maioria deve se inscrever in loco e não antecipadamente, como tem ocorrido nas edições anteriores do FSM. Segundo o último levantamento, até agora estão credenciados cerca de 3 mil participantes não-africanos e 7 mil africanos, dos quais 60% são do Quênia.
Este ano, todas as atividades do FSM estarão concentradas em um único espaço – o centro esportivo Moi International Sports Centre, cerca de 17 km ou 1,5 a 2 horas do centro da Nairóbi. No local também será organizado o Acampamento Internacional da Juventude que, além de concentrar as atividades políticas da juventude, é uma opção mais barata de alojamento, com um custo de 10 dólares por dia (segundo informações de jornalistas que estão em Nairóbi, não é preciso levar barraca, apenas saco de dormir ou colchonete e cobertor. Tem água quente e tendas separadas para meninos e meninas).
Nas redondezas do estádio, também haverá espaço para organizações e movimentos provenientes de vários países africanos que chegarão em caravanas e montarão suas próprias tendas para baratear os custos. A maior parte das caravanas vem da Zâmbia, Tanzânia, África do Sul, Malawi, Moçambique e Angola em ônibus e até de barco.
O evento em si terá algumas novidades em relação às edições anteriores do FSM. Depois de uma larga consulta feita aos participantes do FSM em todo o mundo, a organização estabeleceu nove eixos temáticos – veja os detalhes na página www.forumsocialmundial.org.br – que serviram de referência para a inscrição de atividades (seminários, oficinas, conferências etc) por parte das entidades participantes (as chamadas atividades autogestionadas).
A novidade é que o Comitê Organizador também propôs uma série de atividades em parceria com o Conselho Internacional do FSM. Serão espaços de convergência mais ampla para aprofundar os debates sobre temas específicos – Dívida, Memória das lutas, Paz e conflito, Comércio, Mulheres, Conhecimento e informação, Meio ambiente global, Habitação, Soberania dos povos, Migrações, Trabalho, HIV/Aids, e Privatização dos bens comuns. E, por fim, no quarto e último dia do evento, reforçando a perspectiva de definição de “objetivos de ações”, as organizações deverão apresentar e socializar propostas elaboradas no decurso do Fórum. Leia mais em Agência Carta Maior
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