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Cristãos marcados para morrer. E morreram

Editorial

Em meados de novembro, Ultimato conversou com um jovem cristão, sobrevivente da perseguição do grupo Boko Haram, na Nigéria: “É muito difícil ser cristão na minha região. Somos marcados por sermos cristãos”:
“É difícil definir quem arma quem, ou quem apoia quem. Cada grupo tem seu objetivo de ataque, tendo como alvo, principalmente, os cristãos. Os “Fulanis” atacam para se apossar de terras e por ódio, para exterminar os cristãos da região. O Boko Haram, quer reeducar a população para um islamismo radical. E todos são apoiados por grupos de muçulmanos com poder econômico que querem disseminar o islamismo e acabar com o cristianismo na Nigéria”.

Agora, menos de dois meses depois, o mundo parece chocado com a violência e a monstruosidade contra cristãos nigerianos. E o uso da palavra “parece” é necessário, pois a carnificina acontece mais uma vez, sem que as relações comerciais e políticas entre os países que condenam e os que abrigam a perseguição sofram mudanças.

O massacre de 11 cristãos nigerianos se deu durante as comemorações de Natal. Segundo a equipe de campo de Portas Abertas, o Estado Islâmico na Nigéria e sua agência de notícias – Amaq – divulgou um vídeo de 56 segundos que mostra as mortes violentas. E, aparentemente, são duas as “razões” para a execução: vingança pela morte de seus líderes e a falha do governo em aceitar uma troca de prisioneiros, os cativos em troca de membros do Boko Haram sob custódia do governo.

Segundo o jornal norte-americano The New York Times, o vídeo de propaganda de 56 segundos lançado em 26 de dezembro, não deixa dúvidas: "Aqueles que você vê na nossa frente são cristãos, e nós derramaremos o sangue deles como vingança". E mais: “Esta mensagem é para os cristãos do mundo”.

Nota de Repúdio

No Brasil, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) publicou uma Nota de Repúdio: "Toda forma de violência e assassinato não é, de forma alguma, justificável. Da mesma maneira, este Ministério repudia todo ato de intolerância religiosa".

Para o secretário nacional da Proteção Global (SNPG), Sérgio Queiroz, "Esse triste evento ilustra a denúncia feita pelo Bispo de Truro, na páscoa do presente ano, ao Secretário Britânico do Exterior, de que o Cristianismo é hoje a religião mais perseguida do mundo. O fato de vivermos num país no qual há ampla liberdade de religião ou crença, e com maioria Cristã, coloca sobre nossos ombros a responsabilidade natural de contribuir com a defesa dessas liberdades globalmente e localmente. E esse é o nosso firme compromisso".

Nos juntamos aos cristãos perseguidos por sua fé e repetimos as palavras do nosso entrevistado, nigeriano e cristão como os seus irmãos assassinados na semana passada: “É muito difícil ser cristão na minha região. Precisamos de oração e de apoio espiritual. O cristianismo é uma religião de paz, pois adoramos e seguimos o Príncipe da Paz, Jesus Cristo”.
Equipe Editorial Web
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