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Por Escrito

A cruz e a esperança no interior do centro oeste brasileiro

Por Rita Santos

“Porque Ele vive, eu posso crer no amanhã. Porque Ele vive, temor não há”.

A antiga música celebra nossa esperança. Minha mãe a cantava ao abrir o portão de minha casa. Minha mãe se foi, em um domingo diferente dos outros, há pouco mais de um ano. Deixou-me com muitas saudades e um vazio no peito. No entanto, felizmente, a música que minha mãe cantava ainda ecoa nos ares e foi tocada por uma orquestra em um grande ginásio universitário, diante de uma plateia de mais de três mil estudantes, na cidade de Anápolis, Goiás, no campus da UniEvangélica - durante uma celebração da páscoa, com música, teatro, dança e vídeo, em abril de 2017.

Como celebra a música, a vida venceu a morte. Jesus Cristo vive. A esperança dá sentido ao nosso hoje e ao nosso amanhã. Não só minha mãe podia deixar o temor de lado, mas cada um de nós e daqueles estudantes ainda podem. Carlos Hassel, reitor da UniEvangélica, conta que o desejo da universidade ao proclamar a ressurreição de Cristo em um grande evento e entoar louvores, é levar aos estudantes de hoje as boas novas e a possibilidade de uma vida plena. Hassel sabe que seus alunos têm tido dias difíceis. Dias em um mundo muitas vezes caótico. Um mundo em que suas famílias podem estar desestruturadas e suas vidas emocionais também. A depressão e as mazelas da alma e do corpo atingem a muitos. A morte também nos afeta, de uma maneira ou de outra.

Dia a dia, não só a música lembra aos estudantes daquela universidade que há esperança. Muito mais acontece. No campus da UniEvangélica, frequentado por cerca de 10 mil estudantes e mais de 700 professores, foi colocada uma grande cruz vazada. Ao final de uma passarela com mesas, jardins e bancos para se descansar, a cruz vazada sinaliza que Jesus venceu a morte. A ansiedade não tem mais porque vencer. Jesus Cristo ressuscitou dos mortos e nos dá vida em abundância. Aqui e no porvir...

“Colocamos a cruz vazada em um local por onde passam cerca de 70 por cento de nossos estudantes. Agora, eles vão caminhar e ver uma cruz vazada em seu caminho”, conta Hassel, que destaca também outras ações realizadas pela instituição, como o apoio a estudantes africanos, indígenas e ribeirinhos – através da concessão de bolsas de estudo – e também viagens de alunos e professores para atendimento médico e odontológico a comunidades da Amazônia.

Quando a morte nos cerca ou leva alguém a quem amamos, quando os dias são difíceis ou os desafios da rotina nos desanimam, precisamos ter em nosso caminho uma cruz vazia, pois, como me disse Ana Celia Ribeiro, membro da comunidade que participava da comemoração de Páscoa: “Enquanto lutamos por nós mesmos, falhamos. Mas quando admitimos que não temos força e nos entregamos àquele que se entregou por nós, vencemos nossas lutas mais intimas e profundas. Vencemos até mesmo a morte. Podemos celebrar a vida em um campus universitário e em nossas mais íntimas rotinas. Basta olhar para aquela cruz vazia e entoar cânticos de louvor”.

• Rita Mucci Santos, jornalista e missionária em Asas de Socorro.

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