Palavra do leitor
22 de julho de 2013- Visualizações: 1760
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Uma canção poética fúnebre... Mas cheia de graça
Que canção o profeta Isaías cantou!
“Agora cantarei ao meu amado o cântico do meu querido a respeito da sua vinha. O meu amado tem uma vinha num outeiro fértil. E cercou-a, e limpando-a das pedras, plantou-a de excelentes vides; e edificou no meio dela uma torre, e também construiu nela um lagar, e esperava que desse uvas boas, porém deu uvas bravas” (Isaías 5.1-2)
A proclamação do profeta Isaías registrada no capítulo cinco de seu livro expressa a indignação de Deus ao reino de Israel e Judá, devido aos caminhos iníquos percorridos por ambos. Metaforicamente, comparadas à vinha, Isaías relata o descontentamento de Deus com o povo que ele escolheu e seu iminente julgamento.
Deus, como horticultor, cuidou de sua vinha, preparou-lha uma terra fértil e limpou das ervas daninhas, tirou as pedras, montou vigia, construiu um lagar para produção de vinho, assim, esperava que desse frutos excelentes. Contudo, o fruto da vide nasceu de qualidade ruim: o dono da vide o reprovou.
“alguma coisa mais poderia ter feito que não fizera a vinha? Explica o motivo da vinha produzir uvas bravas?”. Essa foi a pergunta de prenuncio do julgamento feito por Deus, que, sendo dono da vinha, tinha todo o poder para julgá-la. Perguntas que não há justificativa para anular o julgamento vindouro da vide. Questionamento feito por Deus que possivelmente encheu de vergonha a qualquer israelita arrependido. Como os povos Israelitas possui uma representação fidedigna da expressão da natureza humana pecadora!
Doravante, no capítulo vinte e sete do livro de Isaías, percebemos que o problema de toda a produção de uvas bravas da vide escolhida está na própria natureza da planta, ela não conseguiria produzir por conta própria frutos excelentes para o seu agricultor. Israel não conseguiu produzir ações que verdadeiramente glorificassem a Deus. Mesmo sendo religiosos, o problema era a sua própria natureza pecadora, a qual estava sendo exercida continuamente na produção de iniquidade. Contudo, Deus, em seu eterno conselho, já determinara a vinda da nova videira, a qual surgiu em tem “dado frutos em toda a face do mundo”. (Isaías 27.6)
Isso mesmo! O dia tão esperado do surgimento da vinha aconteceu em Cristo Jesus: “Eu sou a vinha verdadeira e o meu Pai é o lavrador” (Jo 15.1). Nisso, a natureza da vide não é duvidosa. Seus frutos tem sido muitos e o Pai o tem aceitado para a sua glória. Todo o empecilho que surge nos ramos e todos os ramos infrutíferos (os quais nunca participaram da vitalidade da videira) são arrancados, secos e queimados.
A esperança aconteceu, muitos tem participado da vida da vide, em outras palavras: muitos tem recebido da vida de Cristo: “a todos os quanto o receberam deu lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem em seu nome” (Jo 1.12). Todos os que permanecem em Cristo Jesus, são como ramos que dão muitos frutos, os quais o Pai (o Lavrador da vide) recebe para a sua glória.
Verdadeiramente, não somos a vide, somos os ramos: podados, limpados, cuidados, com a vitalidade da videira, com a finalidade para darmos muitos frutos para a glória de Deus. Em tudo isso nosso gozo se torna completo (Jo 15.11).
Percebamos, glorifiquemos, sirvamos, permaneçamos em Cristo, sem o qual, nada podemos fazer (Jo 15.5). Adoremos a Deus pela maravilhosa mudança que Ele fez em nossas vidas. Supliquemos ao nosso Deus, como ramos, que Ele nos ajude a permanecer na videira verdadeira, que sua vida seja a nossa vida; para que possamos produzir frutos aceitáveis para a sua glória. Oremos para que Deus faça em nos como ramos frutíferos: vivendo, movendo e existindo para a Sua glória.
“Agora cantarei ao meu amado o cântico do meu querido a respeito da sua vinha. O meu amado tem uma vinha num outeiro fértil. E cercou-a, e limpando-a das pedras, plantou-a de excelentes vides; e edificou no meio dela uma torre, e também construiu nela um lagar, e esperava que desse uvas boas, porém deu uvas bravas” (Isaías 5.1-2)
A proclamação do profeta Isaías registrada no capítulo cinco de seu livro expressa a indignação de Deus ao reino de Israel e Judá, devido aos caminhos iníquos percorridos por ambos. Metaforicamente, comparadas à vinha, Isaías relata o descontentamento de Deus com o povo que ele escolheu e seu iminente julgamento.
Deus, como horticultor, cuidou de sua vinha, preparou-lha uma terra fértil e limpou das ervas daninhas, tirou as pedras, montou vigia, construiu um lagar para produção de vinho, assim, esperava que desse frutos excelentes. Contudo, o fruto da vide nasceu de qualidade ruim: o dono da vide o reprovou.
“alguma coisa mais poderia ter feito que não fizera a vinha? Explica o motivo da vinha produzir uvas bravas?”. Essa foi a pergunta de prenuncio do julgamento feito por Deus, que, sendo dono da vinha, tinha todo o poder para julgá-la. Perguntas que não há justificativa para anular o julgamento vindouro da vide. Questionamento feito por Deus que possivelmente encheu de vergonha a qualquer israelita arrependido. Como os povos Israelitas possui uma representação fidedigna da expressão da natureza humana pecadora!
Doravante, no capítulo vinte e sete do livro de Isaías, percebemos que o problema de toda a produção de uvas bravas da vide escolhida está na própria natureza da planta, ela não conseguiria produzir por conta própria frutos excelentes para o seu agricultor. Israel não conseguiu produzir ações que verdadeiramente glorificassem a Deus. Mesmo sendo religiosos, o problema era a sua própria natureza pecadora, a qual estava sendo exercida continuamente na produção de iniquidade. Contudo, Deus, em seu eterno conselho, já determinara a vinda da nova videira, a qual surgiu em tem “dado frutos em toda a face do mundo”. (Isaías 27.6)
Isso mesmo! O dia tão esperado do surgimento da vinha aconteceu em Cristo Jesus: “Eu sou a vinha verdadeira e o meu Pai é o lavrador” (Jo 15.1). Nisso, a natureza da vide não é duvidosa. Seus frutos tem sido muitos e o Pai o tem aceitado para a sua glória. Todo o empecilho que surge nos ramos e todos os ramos infrutíferos (os quais nunca participaram da vitalidade da videira) são arrancados, secos e queimados.
A esperança aconteceu, muitos tem participado da vida da vide, em outras palavras: muitos tem recebido da vida de Cristo: “a todos os quanto o receberam deu lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem em seu nome” (Jo 1.12). Todos os que permanecem em Cristo Jesus, são como ramos que dão muitos frutos, os quais o Pai (o Lavrador da vide) recebe para a sua glória.
Verdadeiramente, não somos a vide, somos os ramos: podados, limpados, cuidados, com a vitalidade da videira, com a finalidade para darmos muitos frutos para a glória de Deus. Em tudo isso nosso gozo se torna completo (Jo 15.11).
Percebamos, glorifiquemos, sirvamos, permaneçamos em Cristo, sem o qual, nada podemos fazer (Jo 15.5). Adoremos a Deus pela maravilhosa mudança que Ele fez em nossas vidas. Supliquemos ao nosso Deus, como ramos, que Ele nos ajude a permanecer na videira verdadeira, que sua vida seja a nossa vida; para que possamos produzir frutos aceitáveis para a sua glória. Oremos para que Deus faça em nos como ramos frutíferos: vivendo, movendo e existindo para a Sua glória.
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