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Palavra do leitor

Um "Machista" no Paraíso

Tenho escrito em diversos lugares acerca da necessidade da mulher voltar a exercer a sua sublime vocação de mãe em tempo integral, abandonando a mentalidade da "mãe nas horas vagas". A vocação primeira da mulher é a maternidade. Assim Deus determinou quando incumbiu o homem do sustento do lar, ficando a mulher com a natural concepção dos filhos e as responsabilidades pela sua educação (Gênesis 3:16,19). Tenho explicado incessantemente que não critico as mulheres que trabalham fora e deixam seus filhos aos cuidados de terceiros por estrita necessidade de sobrevivência, somente àquelas que o fazem por egoísmo e deliberada rebeldia à Palavra de Deus, não sendo capazes de abrir mão de suas carreiras profissionais ou de um pouco de conforto material por nada, nem mesmo por seus filhos. Entretanto, como era de se esperar, tenho recebido bastante críticas negativas. O que me surpreende, entretanto, é estas críticas virem de mulheres cristãs e, pior ainda, sem qualquer argumento bíblico.

Elas (e os "homens feministas" que as apóiam) alegam que sou "retrógrado", que "isto não se aplica ao século XXI", que estou sendo "machista", que "a mulher não nasceu para ser empregada do marido" (só dos maridos de outras mulheres...), que "tudo é uma questão cultural" e, enfim, que os tempos mudaram e, portanto, "as coisas não são mais assim". Relativizam princípios bíblicos para não precisarem obedecê-los. Isto revela o preocupante abismo entre o modo de pensar de Deus, expresso nas Escrituras, e a mentalidade destas mulheres cristãs. Argumentam com expressões seculares, pós-modernas, evocando coisas como "cultura", "machismo" etc. sem, contudo, apresentar o menor argumento bíblico razoável.

Pegando o gancho da "questão cultural", eu gostaria de perguntar: no Éden, onde Deus determinou as vocações mais primordiais de homens e mulheres, já havia uma "cultura machista"? Aliás, já havia alguma cultura? Se tal princípio bíblico é "machista" e ele foi dado pelo Criador, então Deus é "machista"? Certas mulheres (e "homens feministas") não percebem o absurdo anacronismo de seus argumentos. Chamar de "machista", "retrógrado" ou de "questão cultural" a ordenança divina em apreço é ilógico, haja vista que não havia qualquer cultura no Éden. Ademais, é blasfemo fazer tais ilações, uma vez que o único que poderia ser acusado de algo como "preconceito" ali seria o próprio Deus, o qual determinou os papéis de homens e mulheres. Se havia um "machista" no Paraíso, este alguém era Deus...

A verdade, entretanto, é que muitas mulheres hoje perderam o instinto materno, o gosto por serem mães: são egoístas, sem afeto natural aos frutos de seus próprios ventres, incapazes de abrir mão de uma carreira profissional ou de um pouco de ganho financeiro em prol dos seus filhos. São resistentes à vocação estabelecida por Deus, preferindo terceirizar a maternidade, delegando a estranhos a formação do caráter e da espiritualidade dos seus. Estão em franca rebeldia contra a vontade de Deus no tocante à família.

Tudo o que Deus faz é perfeito, e seus princípios são eternos, atemporais e não passíveis de relativizações. É um erro pensar que podemos "ensinar" a Deus uma fórmula melhor para a família funcionar do que a estabelecida por Ele mesmo no Éden: homens provendo o lar e mulheres cuidando pessoalmente da formação dos filhos. Isto não é "machismo", é apenas o jeito que Deus sempre soube que as coisas funcionariam melhor. Como lemos em Isaías 45:9, "ai daquele que contende com o seu Criador! o caco entre outros cacos de barro! Porventura dirá o barro ao que o formou: Que fazes? ou a tua obra: Não tens mãos?"

Isaías Medeiros
https://www.facebook.com/blogdoisaias/
Florianópolis - SC
Textos publicados: 34 [ver]
Site: http://www.facebook.com/blogdoisaias

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