Palavra do leitor
26 de fevereiro de 2016- Visualizações: 1533
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Relacionamento [conjugal]
Interessante como os vocábulos, com o passar dos tempos, vão mudando em relação ao seu significado; chega-se até a admitir que isso seja parte de um “conflito de gerações”, pois os pais usam um vocabulário antigo enquanto os filhos se expressam com outro linguajar [moderno, digamos].
Há pais, mais jovens, que aderem com facilidade, às vezes, a algumas palavras
“exclusivas” da geração do século XXI.
Apaixonei-me pela Língua Portuguesa de uma maneira bem inusitada: um zero na matéria, em agosto da primeira série ginasial; seria a reprovação de ano, fatalmente, pois no primeiro semestre as notas já estavam baixas, mas fiz um esforço tremendo para recuperar a média nos três meses finais do ano letivo.
Não é que eu não soubesse a matéria, até que sabia relativamente “bem”, mas o professor resolveu que naquele mês a prova seria oral; e eu, que sempre fui muito “tímido”, zerei!
Essa minha paixão pelo idioma pátrio, fiel seguidor que procuro sempre ser em tudo, me levou à classificação hodierna de adepto do português arcaico! (sic).
Acho estranho as pessoas dizerem “comecei um relacionamento sem compromissos com fulana (o)” ou “comecei um relacionamento sério, mais maduro com sicrana (o)”; no meu tempo era namoro, e lá se vão 60 anos; e eu já disse, em texto anterior, que namoro, naqueles lindos dias, era conversar de mãos dadas, nem sempre havia carícias e outras intimidades.
Hoje, portanto, namorar é o terceiro estágio, após relacionamento sem compromisso e relacionamento sério; mas, antes do namorar, ainda, inventaram outro verbo: “ficar” [que antes significava, digamos, “eu não vou sair”].
Como seriam felizes as pessoas, as famílias, a sociedade se houvesse um bem definido relacionamento e fosse respeitado por todas as pessoas como foi no passado; de um modo quase que geral o relacionamento era sadio, saudável, confiável, quando fundamentado na Palavra de Deus.
Li nesta semana, não me lembro onde [por isso não cito o link], que já poderia deixar de existir a “profissão” mais antiga do mundo, aquela na qual as pessoas que a praticavam eram chamadas de “prostitutas” [na linguagem ‘arcaica’ e na linguagem bíblica]; mas, na linguagem moderna, chamamos de “garotas de programa”; justificam-se, os que propõem isso, o fato de que hoje, desde a década de 1960, o sexo ter se tornado “livre” [todo mundo com todo mundo].
Pelo contrário, um deputado apresentou um Projeto de Lei oficializando essa profissão, se é que podemos chamá-la de profissão.
Voltando à fundamentação do “modus vivendi” creio que a melhor orientação sobre isso, relacionamentos, está muito bem definida pela Palavra de Deus:
- MARIDOS “tratai-a [a esposa] com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações” (I Pe. 3. 7b);
“amai vossa mulher, como Cristo também amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela” (Ef. 5. 25).
- ESPOSAS “sede vós, igualmente, submissas (*) aos vossos próprios maridos, para que, se ele ainda não obedece a palavra, seja ganho, sem palavra alguma, por meio do procedimento de sua esposa” (I Pe. 3. 1); “As mulheres sejam submissas ao seu marido, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da Igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo” (Ef. 5. 22-23).
- AUTORIDADES – “Sujeitai-vos a toda instituição humana por causa do Senhor, quer seja ao rei, como soberano, quer às autoridades, como enviadas por ele” (I Pe. 2. 13-14).
- SERVOS “sede submissos, com todo o temor ao vosso senhor, não somente se for bom e cordato, MAS TAMBÉM AO PERVERSO” (I Pe. 2 18); “servos, obedecei a vosso senhor segundo a carne com temor e tremor, na sinceridade do vosso coração, como a Cristo” (Ef. 6. 5).
- SENHORES [patrões] “de igual modo procedei para com eles [os servos], deixando as ameaças, sabendo que o Senhor, tanto deles como vosso, está nos céus e que para com ele não há acepção de pessoas” (Ef. 6. 9).
- FILHOS - “Rogo igualmente aos jovens: sede submissos aos que são mais velhos (...) cingi-vos todos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, contudo, aos humildes concede a sua graça” (I Pe. 5.5) – “Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra” (Ef. 6. 1-3).
“Finalmente, sede TODOS de igual ânimo, compadecidos, fraternalmente amigos, misericordiosos, humildes, não pagando mal por mal ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo, pois para isto mesmo fostes chamados, a fim de receberdes bênção por herança” (I Pe. 3 8-9).
(*) Sobre SUBMISSÃO: não é “machismo”, como se diz hoje, mas um procedimento que Deus recomenda a todos: “Enchei-vos do Espírito, (...) dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, SUJEITANDO-VOS UNS AOS OUTROS NO TEMOR DE CRISTO.” (Ef. 5. 18b a 21).
Utopia! Na 2a.vinda do Senhor Jesus será assim!
Há pais, mais jovens, que aderem com facilidade, às vezes, a algumas palavras
“exclusivas” da geração do século XXI.
Apaixonei-me pela Língua Portuguesa de uma maneira bem inusitada: um zero na matéria, em agosto da primeira série ginasial; seria a reprovação de ano, fatalmente, pois no primeiro semestre as notas já estavam baixas, mas fiz um esforço tremendo para recuperar a média nos três meses finais do ano letivo.
Não é que eu não soubesse a matéria, até que sabia relativamente “bem”, mas o professor resolveu que naquele mês a prova seria oral; e eu, que sempre fui muito “tímido”, zerei!
Essa minha paixão pelo idioma pátrio, fiel seguidor que procuro sempre ser em tudo, me levou à classificação hodierna de adepto do português arcaico! (sic).
Acho estranho as pessoas dizerem “comecei um relacionamento sem compromissos com fulana (o)” ou “comecei um relacionamento sério, mais maduro com sicrana (o)”; no meu tempo era namoro, e lá se vão 60 anos; e eu já disse, em texto anterior, que namoro, naqueles lindos dias, era conversar de mãos dadas, nem sempre havia carícias e outras intimidades.
Hoje, portanto, namorar é o terceiro estágio, após relacionamento sem compromisso e relacionamento sério; mas, antes do namorar, ainda, inventaram outro verbo: “ficar” [que antes significava, digamos, “eu não vou sair”].
Como seriam felizes as pessoas, as famílias, a sociedade se houvesse um bem definido relacionamento e fosse respeitado por todas as pessoas como foi no passado; de um modo quase que geral o relacionamento era sadio, saudável, confiável, quando fundamentado na Palavra de Deus.
Li nesta semana, não me lembro onde [por isso não cito o link], que já poderia deixar de existir a “profissão” mais antiga do mundo, aquela na qual as pessoas que a praticavam eram chamadas de “prostitutas” [na linguagem ‘arcaica’ e na linguagem bíblica]; mas, na linguagem moderna, chamamos de “garotas de programa”; justificam-se, os que propõem isso, o fato de que hoje, desde a década de 1960, o sexo ter se tornado “livre” [todo mundo com todo mundo].
Pelo contrário, um deputado apresentou um Projeto de Lei oficializando essa profissão, se é que podemos chamá-la de profissão.
Voltando à fundamentação do “modus vivendi” creio que a melhor orientação sobre isso, relacionamentos, está muito bem definida pela Palavra de Deus:
- MARIDOS “tratai-a [a esposa] com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações” (I Pe. 3. 7b);
“amai vossa mulher, como Cristo também amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela” (Ef. 5. 25).
- ESPOSAS “sede vós, igualmente, submissas (*) aos vossos próprios maridos, para que, se ele ainda não obedece a palavra, seja ganho, sem palavra alguma, por meio do procedimento de sua esposa” (I Pe. 3. 1); “As mulheres sejam submissas ao seu marido, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da Igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo” (Ef. 5. 22-23).
- AUTORIDADES – “Sujeitai-vos a toda instituição humana por causa do Senhor, quer seja ao rei, como soberano, quer às autoridades, como enviadas por ele” (I Pe. 2. 13-14).
- SERVOS “sede submissos, com todo o temor ao vosso senhor, não somente se for bom e cordato, MAS TAMBÉM AO PERVERSO” (I Pe. 2 18); “servos, obedecei a vosso senhor segundo a carne com temor e tremor, na sinceridade do vosso coração, como a Cristo” (Ef. 6. 5).
- SENHORES [patrões] “de igual modo procedei para com eles [os servos], deixando as ameaças, sabendo que o Senhor, tanto deles como vosso, está nos céus e que para com ele não há acepção de pessoas” (Ef. 6. 9).
- FILHOS - “Rogo igualmente aos jovens: sede submissos aos que são mais velhos (...) cingi-vos todos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, contudo, aos humildes concede a sua graça” (I Pe. 5.5) – “Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra” (Ef. 6. 1-3).
“Finalmente, sede TODOS de igual ânimo, compadecidos, fraternalmente amigos, misericordiosos, humildes, não pagando mal por mal ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo, pois para isto mesmo fostes chamados, a fim de receberdes bênção por herança” (I Pe. 3 8-9).
(*) Sobre SUBMISSÃO: não é “machismo”, como se diz hoje, mas um procedimento que Deus recomenda a todos: “Enchei-vos do Espírito, (...) dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, SUJEITANDO-VOS UNS AOS OUTROS NO TEMOR DE CRISTO.” (Ef. 5. 18b a 21).
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