Palavra do leitor
08 de outubro de 2026- Visualizações: 51
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Não sejamos vítimas das palavras
Volto a discorrer sobre o uso das "palavras", não sobre o vocabulário "de baixo calão/palavras torpes", nem tampouco sobre a "Cartilha do Politicamente Correto" tão em moda nos dias de hoje, como já comentei anteriormente.
"Hoje em dia milhões de pessoas são vítimas do medo. Existem tipos de medo que um pode causar ao outro por meio de palavras injustas" (Wim Malgo - Devocionário Pérolas Diárias).
"Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no dia do juízo; porque, pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras, serás condenado" (Mt 12. 36-37).
Wim Malgo afirmou que a palavra injusta é uma das causas de milhões de pessoas serem vítimas do medo.
Há alguns tipos de conversas que tornam os ouvintes reféns das palavras, às vezes não necessariamente vítimas do medo, mas cautelosos ou, conforme diz a gíria popular, "de pé atrás" em manter um diálogo franco, descontraído com interlocutores que não respeitam a liberdade ou abusam da intimidade alheia; às vezes as ofendem com análises e condenações em julgamentos precipitados.
Isso porque tais julgamentos não foram precedidos da verificação cuidadosa, criteriosa, apartidária das razões de alguma coisa que lhes chegou ao conhecimento, muitas vezes um boato malicioso vindo de terceiros cuja especialidade é acusar impiedosa e injustamente os seus semelhantes com a finalidade única de destruir pessoas com as quais não se simpatizam.
Em seguida, vão procurar novas "vítimas" para atazanar; feito o estrago, desconstruído o caráter alheio, desmoronada a boa reputação do próximo, seu algoz lépido e fagueiro vai bater em outra freguesia.
Pelo fato de abordar esse tema não estou me queixando, nem querendo lamuriar, mas sim testemunhar fatos que presenciei acontecer nos 46 anos de trabalho secular, quando tive que tomar decisões difíceis como, sabiamente, as tomou o rei Salomão (vide I Reis 3. 16-28).
O Senhor Jesus, no versículo citado, foi bem claro, explícito quanto ao uso da palavra frívola, dizendo que dela daremos conta a Deus e acrescentou que, por ela, seremos condenados.
O que contamina o homem não é o que lhe entra pela boca, mas o que dela sai (palavras) como também afirmou o Senhor Jesus: "E, tendo convocado a multidão, lhes disse: Ouvi e entendei: não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai da boca, isto, sim, contamina o homem" (Mt 15. 10-11).
Afirma a Palavra de Deus que a língua [palavra] é fogo consumidor e que com ela bendizemos a Deus, mas também com ela amaldiçoamos as pessoas, feitas à semelhança de Deus.
"Uma pequena faísca pode destruir uma floresta (...) ora, a língua é fogo; é mundo de iniquidade; a língua está situada entre os membros de nosso corpo, e contamina o corpo inteiro, e não só põe em chamas toda a carreira da existência humana, como também é posta ela mesma em chamas pelo inferno (...) a língua, porém, nenhum dos homens é capaz de domar; é mal incontido, carregado de veneno mortífero. Com ela, bendizemos ao Senhor e Pai; também, com ela, amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus" (Tg 3. 5,6,8-9).
Quando as conversas não edificam espiritualmente, não vale a pena participar de rodinhas de bate papo; é oportuno relembrar o que já disse em um artigo anterior referindo-me ao Salmo primeiro: quem anda se detém e quem se detém se assenta na roda dos pecadores/escarnecedores; é o que se depreende do texto abaixo transcrito:
"Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores" (Sl 1.1).
Na sequência o texto diz que o bem-aventurado medita dia e noite na Palavra de Deus, e é como árvore plantada junto ao ribeiro das águas [Jesus], dele se alimenta e por ficar com saúde e vigor [espiritual] não é atingido pelo dia mau, suas folhas ficam verdes/não murcham e continua a dar o seu fruto na estação própria.
"Antes, o seu prazer está na lei do Senhor e na sua lei medita de dia e de noite. Ele é como árvore plantada junto a corrente das águas que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido" (Sl 1. 2-3).
Aprecio sempre dar uma olhada em texto idêntico (contexto), parte final do acima descrito, no qual o profeta Jeremias dá mais clareza quanto à mensagem que estou compartilhando:
"Porque ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano de sequidão, não se perturba, nem deixa de dar fruto" (Jr 17.8).
Que possamos permanecer plantados junto ao Senhor Jesus, pois só Ele nos alimenta, nos dá vigor, nos dá saúde espiritual; nEle e com Ele não precisaremos temer o dia mau, pois continuaremos a viver o fruto do Espírito:
"Amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio" (Gl 5.22-23).
"Hoje em dia milhões de pessoas são vítimas do medo. Existem tipos de medo que um pode causar ao outro por meio de palavras injustas" (Wim Malgo - Devocionário Pérolas Diárias).
"Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no dia do juízo; porque, pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras, serás condenado" (Mt 12. 36-37).
Wim Malgo afirmou que a palavra injusta é uma das causas de milhões de pessoas serem vítimas do medo.
Há alguns tipos de conversas que tornam os ouvintes reféns das palavras, às vezes não necessariamente vítimas do medo, mas cautelosos ou, conforme diz a gíria popular, "de pé atrás" em manter um diálogo franco, descontraído com interlocutores que não respeitam a liberdade ou abusam da intimidade alheia; às vezes as ofendem com análises e condenações em julgamentos precipitados.
Isso porque tais julgamentos não foram precedidos da verificação cuidadosa, criteriosa, apartidária das razões de alguma coisa que lhes chegou ao conhecimento, muitas vezes um boato malicioso vindo de terceiros cuja especialidade é acusar impiedosa e injustamente os seus semelhantes com a finalidade única de destruir pessoas com as quais não se simpatizam.
Em seguida, vão procurar novas "vítimas" para atazanar; feito o estrago, desconstruído o caráter alheio, desmoronada a boa reputação do próximo, seu algoz lépido e fagueiro vai bater em outra freguesia.
Pelo fato de abordar esse tema não estou me queixando, nem querendo lamuriar, mas sim testemunhar fatos que presenciei acontecer nos 46 anos de trabalho secular, quando tive que tomar decisões difíceis como, sabiamente, as tomou o rei Salomão (vide I Reis 3. 16-28).
O Senhor Jesus, no versículo citado, foi bem claro, explícito quanto ao uso da palavra frívola, dizendo que dela daremos conta a Deus e acrescentou que, por ela, seremos condenados.
O que contamina o homem não é o que lhe entra pela boca, mas o que dela sai (palavras) como também afirmou o Senhor Jesus: "E, tendo convocado a multidão, lhes disse: Ouvi e entendei: não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai da boca, isto, sim, contamina o homem" (Mt 15. 10-11).
Afirma a Palavra de Deus que a língua [palavra] é fogo consumidor e que com ela bendizemos a Deus, mas também com ela amaldiçoamos as pessoas, feitas à semelhança de Deus.
"Uma pequena faísca pode destruir uma floresta (...) ora, a língua é fogo; é mundo de iniquidade; a língua está situada entre os membros de nosso corpo, e contamina o corpo inteiro, e não só põe em chamas toda a carreira da existência humana, como também é posta ela mesma em chamas pelo inferno (...) a língua, porém, nenhum dos homens é capaz de domar; é mal incontido, carregado de veneno mortífero. Com ela, bendizemos ao Senhor e Pai; também, com ela, amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus" (Tg 3. 5,6,8-9).
Quando as conversas não edificam espiritualmente, não vale a pena participar de rodinhas de bate papo; é oportuno relembrar o que já disse em um artigo anterior referindo-me ao Salmo primeiro: quem anda se detém e quem se detém se assenta na roda dos pecadores/escarnecedores; é o que se depreende do texto abaixo transcrito:
"Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores" (Sl 1.1).
Na sequência o texto diz que o bem-aventurado medita dia e noite na Palavra de Deus, e é como árvore plantada junto ao ribeiro das águas [Jesus], dele se alimenta e por ficar com saúde e vigor [espiritual] não é atingido pelo dia mau, suas folhas ficam verdes/não murcham e continua a dar o seu fruto na estação própria.
"Antes, o seu prazer está na lei do Senhor e na sua lei medita de dia e de noite. Ele é como árvore plantada junto a corrente das águas que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido" (Sl 1. 2-3).
Aprecio sempre dar uma olhada em texto idêntico (contexto), parte final do acima descrito, no qual o profeta Jeremias dá mais clareza quanto à mensagem que estou compartilhando:
"Porque ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano de sequidão, não se perturba, nem deixa de dar fruto" (Jr 17.8).
Que possamos permanecer plantados junto ao Senhor Jesus, pois só Ele nos alimenta, nos dá vigor, nos dá saúde espiritual; nEle e com Ele não precisaremos temer o dia mau, pois continuaremos a viver o fruto do Espírito:
"Amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio" (Gl 5.22-23).
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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