Palavra do leitor
30 de março de 2013- Visualizações: 1862
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Não deixe de exercer o perdão que Deus lhe deu
O Senhor Jesus em um de seus brilhantes ensinos sobre o Reino de Deus trabalhou a práxis cristã do perdão (Mt 18.15-35). Numa comparação ao próprio perdão concedido por Deus aos homens, o Grande Mestre ensinou como proceder diante das ofensas sem causa acontecidas na vida do seu discípulo: por isso o Reino dos Céus pode comparar-se a um certo rei que quis fazer contas com os seus servos (vs.23).
A parábola apresenta o rei que se apresenta ao seu servo para que este lhe pague o que deve. Todavia, não tendo como pagar a dívida de 10mil talentos (em moedas brasileiras seria o equivalente a 24 milhões de reais) naturalmente pela Lei de Moisés o servo e sua família seriam vendidos para saldar a dívida (Lv 25.39; 2 Rs 4.1) soltos no ano do jubileu. Contudo, a parábola de Jesus dá ênfase à compaixão do rei diante do clamor feito pelo servo: Senhor, sê generoso para comigo, e tudo te pagarei (vs.26). Foi um clamor por perdão a uma dívida impossível de ser paga, mesmo se houvesse mais tempo. Fora uma dívida cancelada pela compaixão do rei diante da clemência do servo ao rei (vs.27).
Nisso, o que poderia esperar do servo perdoado? Poderíamos dizer: uma vida de gratidão! Todavia, pouco tempo depois do servo perdoado sair da presença de seu rei, deparou com um conservo seu que o devia cem denários (100 dias trabalho por um homem comum). Suas ações fora sem compaixão: sufocou o conservo e o lançou na prisão. Que vergonha!
Semelhantemente, se o Reino de Deus é presente em nossas vidas, nossa divida incalculável com Deus fora perdoada em Cristo Jesus. Agora, numa vida de gratidão devemos seguir o exemplo de Deus e perdoar aqueles que nos ofende. O perdão deve proceder do coração que fora ofendido, habitado pelo Espírito de Deus, o qual capacita o cristão a exercer o perdão (vs.35).
Assim, precisamos resolver a ofensa que nos foi causada numa forma eclesiástica e em amor por aquele que nos ofendeu (vs 15-17). Precisamos seguir a paz com todos (Hb 12.14), e, se acontecer outras vezes às mesmas ofensas, fomos capacitados por Deus para sempre exercer o perdão (vs21-22).
Se, como cristãos, não entendemos quão grande fora o perdão de Deus para nós, o qual nos concedeu participar do Seu Reino, teremos dificuldades de exercer o perdão. Contudo, é impossível alguém dizer que conhece a Deus e não exerce o amor com o próximo, ele se dá por mentiroso (I Jo 4.20). O perdão deve proceder do coração agraciado por Deus. Façamos a nossa parte com gratidão.
A parábola apresenta o rei que se apresenta ao seu servo para que este lhe pague o que deve. Todavia, não tendo como pagar a dívida de 10mil talentos (em moedas brasileiras seria o equivalente a 24 milhões de reais) naturalmente pela Lei de Moisés o servo e sua família seriam vendidos para saldar a dívida (Lv 25.39; 2 Rs 4.1) soltos no ano do jubileu. Contudo, a parábola de Jesus dá ênfase à compaixão do rei diante do clamor feito pelo servo: Senhor, sê generoso para comigo, e tudo te pagarei (vs.26). Foi um clamor por perdão a uma dívida impossível de ser paga, mesmo se houvesse mais tempo. Fora uma dívida cancelada pela compaixão do rei diante da clemência do servo ao rei (vs.27).
Nisso, o que poderia esperar do servo perdoado? Poderíamos dizer: uma vida de gratidão! Todavia, pouco tempo depois do servo perdoado sair da presença de seu rei, deparou com um conservo seu que o devia cem denários (100 dias trabalho por um homem comum). Suas ações fora sem compaixão: sufocou o conservo e o lançou na prisão. Que vergonha!
Semelhantemente, se o Reino de Deus é presente em nossas vidas, nossa divida incalculável com Deus fora perdoada em Cristo Jesus. Agora, numa vida de gratidão devemos seguir o exemplo de Deus e perdoar aqueles que nos ofende. O perdão deve proceder do coração que fora ofendido, habitado pelo Espírito de Deus, o qual capacita o cristão a exercer o perdão (vs.35).
Assim, precisamos resolver a ofensa que nos foi causada numa forma eclesiástica e em amor por aquele que nos ofendeu (vs 15-17). Precisamos seguir a paz com todos (Hb 12.14), e, se acontecer outras vezes às mesmas ofensas, fomos capacitados por Deus para sempre exercer o perdão (vs21-22).
Se, como cristãos, não entendemos quão grande fora o perdão de Deus para nós, o qual nos concedeu participar do Seu Reino, teremos dificuldades de exercer o perdão. Contudo, é impossível alguém dizer que conhece a Deus e não exerce o amor com o próximo, ele se dá por mentiroso (I Jo 4.20). O perdão deve proceder do coração agraciado por Deus. Façamos a nossa parte com gratidão.
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