Palavra do leitor
17 de março de 2017- Visualizações: 3298
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Mulheres [sejam] submissas!!
Na semana anterior "a pátria feminina" ferveu face às declarações do Presidente a respeito de sua jovem esposa; ela deveria ter o seu papel no lar, cuidando das crianças, das compras e acrescentou: "Na economia também a mulher tem grande participação. Ninguém mais é capaz de indicar desajustes de preços no supermercado do que a mulher" (sic).
Ontem, 15, o Ministro da Saúde concluiu que a causa da obesidade infantil é a ausência das mães em casa (sic).
Uns 3 anos após nossa chegada em São Paulo nos enturmamos, na igreja, com 3 casais da nossa faixa etária, cujos filhos também tinham idades próximas; nos reuníamos todas as noites para oração, estudo bíblico e, às vezes, só para bater papo.
Eles diziam que adotavam a bíblica "varinha" para a educação das crianças:
"A estultícia está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a afastará dela" (Pv. 22 15).
Falei com eles "por que vocês têm o costume de ler a Palavra de Deus de trás para a frente?"
"Como assim?" perguntaram eles e eu expliquei, pacientemente: "em nossa casa não usamos [não precisamos usar] a varinha porque o nono versículo anterior à recomendação do uso da varinha, diz: "ENSINA a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele" (Pv. 22 6); quem ensina não precisa punir!
Victor Hugo (1802/1885), escritor romântico francês, disse que "Quem abre uma escola fecha uma prisão", o que veio a se concretizar mais tarde.
Recentemente, em uma conversa familiar [grupo, de 5 casais, na rede social], uma senhora disse, aproximadamente, o seguinte: "o homem, biblicamente, como cabeça do casal [da família] tem a responsabilidade de zelar pela segurança, pelo bem estar, pelo tratamento da saúde da esposa [a qual não se preocupa em tomar providências para poupar o seu desgaste físico]."
Essa afirmativa foi baseada em palavras do Apóstolo Paulo, dirigidas à Igreja de Éfeso:
"As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da Igreja, sendo esse mesmo o salvador do corpo" (Ef. 5 22-23).
Diante dessa colocação enérgica, esclareci que, neste caso, também, se estava fazendo uma leitura de trás para frente, tendo em vista que o versículo, imediatamente anterior, diz: "SUJEITANDO-VOS UNS AOS OUTROS no temor de Cristo" (Ef. 5 21).]
Lembrei, ainda, que isso faz contexto com um versículo adiante: "Maridos, AMAI VOSSA MULHER, como também Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela" (Ef. 5 25); acrescentei, ainda, "tem que fazer contexto com o salmista que aconselha": "Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos! [os familiares, os amigos, etc.] (Sl. 133 1).
Há quem diga, ouvi isso há muitos anos, que o "sejam SUBMISSAS" tem que ser entendido como ‘SOB A MESMA MISSÃO’ do marido" (sic); não como uma subordinação, não como uma escravatura, mas sob a mesma missão do marido como coadjutora; isso por escolha própria, por uma opção liberta de um eventual "jugo" de homens "machões", "mandões", "insensíveis", "irracionais", etc.
Deus, após a criação de Adão, entendeu, disse e fez: "Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma AUXILIADORA que lhe seja idônea" (Gn. 2 18).
Não vou me alongar muito, mas a ênfase, o contexto é bem claro no "sujeitando-vos uns aos outros" (Ef. 5 21); não há, assim, qualquer espírito de mandonismo, mas de cooperadores na mesma obra de Deus: viver o evangelho, ser testemunha ao mundo, até aos seus confins: "e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra" (At. 1 8b).
Finalizando, fechando o círculo [não o cerco] para uma convivência harmoniosa, sadia de uma família cristã Deus determina, através da "pena" do Apóstolo Paulo:
"E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor" (Ef. 6 4);
"Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que se vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra" (Ef. 6 1-3).
Pense nisso!
Ontem, 15, o Ministro da Saúde concluiu que a causa da obesidade infantil é a ausência das mães em casa (sic).
Uns 3 anos após nossa chegada em São Paulo nos enturmamos, na igreja, com 3 casais da nossa faixa etária, cujos filhos também tinham idades próximas; nos reuníamos todas as noites para oração, estudo bíblico e, às vezes, só para bater papo.
Eles diziam que adotavam a bíblica "varinha" para a educação das crianças:
"A estultícia está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a afastará dela" (Pv. 22 15).
Falei com eles "por que vocês têm o costume de ler a Palavra de Deus de trás para a frente?"
"Como assim?" perguntaram eles e eu expliquei, pacientemente: "em nossa casa não usamos [não precisamos usar] a varinha porque o nono versículo anterior à recomendação do uso da varinha, diz: "ENSINA a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele" (Pv. 22 6); quem ensina não precisa punir!
Victor Hugo (1802/1885), escritor romântico francês, disse que "Quem abre uma escola fecha uma prisão", o que veio a se concretizar mais tarde.
Recentemente, em uma conversa familiar [grupo, de 5 casais, na rede social], uma senhora disse, aproximadamente, o seguinte: "o homem, biblicamente, como cabeça do casal [da família] tem a responsabilidade de zelar pela segurança, pelo bem estar, pelo tratamento da saúde da esposa [a qual não se preocupa em tomar providências para poupar o seu desgaste físico]."
Essa afirmativa foi baseada em palavras do Apóstolo Paulo, dirigidas à Igreja de Éfeso:
"As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da Igreja, sendo esse mesmo o salvador do corpo" (Ef. 5 22-23).
Diante dessa colocação enérgica, esclareci que, neste caso, também, se estava fazendo uma leitura de trás para frente, tendo em vista que o versículo, imediatamente anterior, diz: "SUJEITANDO-VOS UNS AOS OUTROS no temor de Cristo" (Ef. 5 21).]
Lembrei, ainda, que isso faz contexto com um versículo adiante: "Maridos, AMAI VOSSA MULHER, como também Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela" (Ef. 5 25); acrescentei, ainda, "tem que fazer contexto com o salmista que aconselha": "Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos! [os familiares, os amigos, etc.] (Sl. 133 1).
Há quem diga, ouvi isso há muitos anos, que o "sejam SUBMISSAS" tem que ser entendido como ‘SOB A MESMA MISSÃO’ do marido" (sic); não como uma subordinação, não como uma escravatura, mas sob a mesma missão do marido como coadjutora; isso por escolha própria, por uma opção liberta de um eventual "jugo" de homens "machões", "mandões", "insensíveis", "irracionais", etc.
Deus, após a criação de Adão, entendeu, disse e fez: "Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma AUXILIADORA que lhe seja idônea" (Gn. 2 18).
Não vou me alongar muito, mas a ênfase, o contexto é bem claro no "sujeitando-vos uns aos outros" (Ef. 5 21); não há, assim, qualquer espírito de mandonismo, mas de cooperadores na mesma obra de Deus: viver o evangelho, ser testemunha ao mundo, até aos seus confins: "e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra" (At. 1 8b).
Finalizando, fechando o círculo [não o cerco] para uma convivência harmoniosa, sadia de uma família cristã Deus determina, através da "pena" do Apóstolo Paulo:
"E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor" (Ef. 6 4);
"Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que se vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra" (Ef. 6 1-3).
Pense nisso!
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