Palavra do leitor
12 de maio de 2017- Visualizações: 27476
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Libertaram o criminoso...
Conta-se, como verdadeira, a história de um homem que tinha um belo cão, com o qual passeava pelas ruas do bairro junto com o seu bebê; ocorreu na Austrália e o cão se chamava "Bethoven".
As pessoas, que por eles passavam, tendo em vista o porte e a raça do animal, avisavam ao homem: "cuidado com este cachorro, ele pode ferir o seu filho"; mas, despreocupado, o pai seguia o seu passeio com os seus dois grandes amores, o bebê e o cão.
Certo dia esse homem saiu para trabalhar deixando o menino dormindo no seu bercinho e o cão a vigiá-lo, eram amigos e ele confiava na bondade do animal.
Uma cobra, não se sabe como, adentrou pelos fundos e "rastejava" (Gn. 3 14b) em direção ao interior da residência onde a criancinha inocente dormia.
O cão, percebendo o perigo, lutou com aquele animal peçonhento, por vários minutos, tendo-o matado; quando o homem chegou em casa, vendo o cão todo ensanguentado, lembrou-se das observações e conselhos dos transeuntes de que o cão, de uma raça perigosa, poderia ferir a criança.
Não pensou duas vezes, sacou seu revolver e matou o animal com um certeiro tiro na cabeça; correu, em seguida, até ao quarto e encontrou seu filhinho dormindo tranquilamente em sua caminha – o cão, compreendeu aquele pai zeloso - matara a cobra em defesa da criança.
Foi assim, também, há cerca de dois mil anos, a multidão enfurecida gritava para o governante, Pilatos, que libertasse o criminoso, Barrabás, e crucificasse o Senhor Jesus, único homem debaixo do Céu que não cometeu nenhum pecado, nenhum crime; o sangue, que jorrava naquela cruz, Ele o derramou por mim, Ele o derramou por você caro [a] leitor [a].
Nós é quem deveríamos estar naquela cruz, nós é quem deveríamos ter sido surrados, nós é quem deveríamos ter sido sangrados, nós é quem deveríamos ter sido zombados, nós é quem deveríamos ter sido xingados – mas o povo e as autoridades julgaram mal, sentenciaram e executaram, com engano, o inocente.
O mal está feito, o inocente já pagou a minha culpa, não há como corrigir o erro, mesmo que supostamente existisse a hipótese de "regressão" ao passado [ou a vidas passadas] nada poderíamos fazer para cancelar a sentença e a sua execução.
Ele, o Senhor Jesus, foi quem deu a sua vida em nosso lugar, Ele se entregou, sem abrir a sua boca (Is. 53 7), para que as nossas transgressões fossem pagas, fossem perdoadas, fossem canceladas.
Temos que nos lembrar sempre que o Céu desceu à terra, Deus, na figura do seu Filho, veio a este mundo, em carne, com a Missão de se dar por nós:
* Ele não se tornou salvador porque nasceu em uma humilde estrebaria;
* Ele não se tornou salvador por ter nascido de uma mulher santa, uma virgem;
* Ele não se tornou salvador por ter surpreendido, aos 12 anos, os intelectuais daquela época com o seu grande saber, com a sua inteligência.
Ele já veio ao mundo com essa Missão, e o anjo anunciou no momento em que Ele nasceu:
"Mas o anjo lhes disse: ‘Não tenham medo. Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, que são para todo o povo: Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu O SALVADOR, que é Cristo, o Senhor’" (Lc. 2 10-11 NVI).
Mas, a condição de SALVADOR dos que lhe obedecem (Hb. 5 9) só se tornou realidade porque Ele deu a sua vida naquela cruz [ninguém mais morreu em nosso lugar – somente Ele]; mas, não apenas morreu, Ele RESSUSCITOU ao terceiro dia; aí sim Ele se tornou o SALVADOR. Não houvesse Ele ressuscitado, diz a Palavra de Deus, "vã seria a nossa fé" (I Co. 15 14).
Mas, esse sacrifício ÚNICO, não há necessidade que façamos nenhum "sacrifício" outro, só poderemos dele nos beneficiar recebendo o Senhor Jesus, no coração, como único e suficiente Salvador e Senhor [temos que nos submeter ao Seu Senhorio].
"[Ele] veio para o que era seu, mas os seus não o receberam. Contudo, aos que o receberam [no coração], aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito DE SE TORNAREM FILHOS DE DEUS" (Jo. 1 11-12 NVI).
Libertaram o criminoso e o Senhor Jesus se DEU por nós; somos pecadores e Ele se entregou em nosso lugar, mas nos ensinou: "E conhecerão a verdade [Ele próprio], e a verdade os libertará" (Jo. 8 32 NVI).
Pense nisso!
As pessoas, que por eles passavam, tendo em vista o porte e a raça do animal, avisavam ao homem: "cuidado com este cachorro, ele pode ferir o seu filho"; mas, despreocupado, o pai seguia o seu passeio com os seus dois grandes amores, o bebê e o cão.
Certo dia esse homem saiu para trabalhar deixando o menino dormindo no seu bercinho e o cão a vigiá-lo, eram amigos e ele confiava na bondade do animal.
Uma cobra, não se sabe como, adentrou pelos fundos e "rastejava" (Gn. 3 14b) em direção ao interior da residência onde a criancinha inocente dormia.
O cão, percebendo o perigo, lutou com aquele animal peçonhento, por vários minutos, tendo-o matado; quando o homem chegou em casa, vendo o cão todo ensanguentado, lembrou-se das observações e conselhos dos transeuntes de que o cão, de uma raça perigosa, poderia ferir a criança.
Não pensou duas vezes, sacou seu revolver e matou o animal com um certeiro tiro na cabeça; correu, em seguida, até ao quarto e encontrou seu filhinho dormindo tranquilamente em sua caminha – o cão, compreendeu aquele pai zeloso - matara a cobra em defesa da criança.
Foi assim, também, há cerca de dois mil anos, a multidão enfurecida gritava para o governante, Pilatos, que libertasse o criminoso, Barrabás, e crucificasse o Senhor Jesus, único homem debaixo do Céu que não cometeu nenhum pecado, nenhum crime; o sangue, que jorrava naquela cruz, Ele o derramou por mim, Ele o derramou por você caro [a] leitor [a].
Nós é quem deveríamos estar naquela cruz, nós é quem deveríamos ter sido surrados, nós é quem deveríamos ter sido sangrados, nós é quem deveríamos ter sido zombados, nós é quem deveríamos ter sido xingados – mas o povo e as autoridades julgaram mal, sentenciaram e executaram, com engano, o inocente.
O mal está feito, o inocente já pagou a minha culpa, não há como corrigir o erro, mesmo que supostamente existisse a hipótese de "regressão" ao passado [ou a vidas passadas] nada poderíamos fazer para cancelar a sentença e a sua execução.
Ele, o Senhor Jesus, foi quem deu a sua vida em nosso lugar, Ele se entregou, sem abrir a sua boca (Is. 53 7), para que as nossas transgressões fossem pagas, fossem perdoadas, fossem canceladas.
Temos que nos lembrar sempre que o Céu desceu à terra, Deus, na figura do seu Filho, veio a este mundo, em carne, com a Missão de se dar por nós:
* Ele não se tornou salvador porque nasceu em uma humilde estrebaria;
* Ele não se tornou salvador por ter nascido de uma mulher santa, uma virgem;
* Ele não se tornou salvador por ter surpreendido, aos 12 anos, os intelectuais daquela época com o seu grande saber, com a sua inteligência.
Ele já veio ao mundo com essa Missão, e o anjo anunciou no momento em que Ele nasceu:
"Mas o anjo lhes disse: ‘Não tenham medo. Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, que são para todo o povo: Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu O SALVADOR, que é Cristo, o Senhor’" (Lc. 2 10-11 NVI).
Mas, a condição de SALVADOR dos que lhe obedecem (Hb. 5 9) só se tornou realidade porque Ele deu a sua vida naquela cruz [ninguém mais morreu em nosso lugar – somente Ele]; mas, não apenas morreu, Ele RESSUSCITOU ao terceiro dia; aí sim Ele se tornou o SALVADOR. Não houvesse Ele ressuscitado, diz a Palavra de Deus, "vã seria a nossa fé" (I Co. 15 14).
Mas, esse sacrifício ÚNICO, não há necessidade que façamos nenhum "sacrifício" outro, só poderemos dele nos beneficiar recebendo o Senhor Jesus, no coração, como único e suficiente Salvador e Senhor [temos que nos submeter ao Seu Senhorio].
"[Ele] veio para o que era seu, mas os seus não o receberam. Contudo, aos que o receberam [no coração], aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito DE SE TORNAREM FILHOS DE DEUS" (Jo. 1 11-12 NVI).
Libertaram o criminoso e o Senhor Jesus se DEU por nós; somos pecadores e Ele se entregou em nosso lugar, mas nos ensinou: "E conhecerão a verdade [Ele próprio], e a verdade os libertará" (Jo. 8 32 NVI).
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