Palavra do leitor
05 de dezembro de 2025- Visualizações: 653
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Duplo milagre
Atos 2:3 – Dentro do Cenáculo:
"E foram vistas por eles línguas (GLOSSAIS) repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles".
Atos 2:4 – Dentro do Cenáculo:
"E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas (GLOSSAIS), conforme o Espírito lhes concedia que falassem".
Atos 2:6,8 - Fora do Cenáculo:
"E, quando aquele som ocorreu, ajuntou-se uma multidão, e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua (DIALEKTOS)".
Atos 2:8 - Fora do Cenáculo:
"Como, pois, os ouvimos, cada um, na nossa própria língua (DIALEKTOS) em que somos nascidos?"
Dialektos = andar de baixo – CRENTES NO MEIO DO PÚBLICO
Glossais = andar de cima – REUNIÃO DOS CRENTES
Não é a língua dos anjos de 1Co 13:1, pois os anjos entenderiam, é a língua desconhecida de 1Co 14:2, pois a Deus fala em mistérios e ninguém o entende.
Glōssa foi o dom que o Espírito deu ao orador. Dialektos foi o milagre que o Espírito deu ao ouvinte. E tudo isso para um propósito: que, desde o primeiro dia, ficasse claro que o Evangelho não é para um povo, mas para "quantos o Senhor nosso Deus chamar" (At 2:39).
A chave:
1. Houve o milagre "Dentro do Cenáculo": O milagre da fala. Os crentes, cheios do Espírito, falaram em outras glōssais.
2. Houve o milagre "Fora do Cenáculo": O milagre da audição. A multidão ouviu, cada um, em seu próprio dialektos.
O milagre do dialektos (ouvir em sua própria língua ) não foi para edificar os crentes; foi o sinal para os incrédulos, para prender a sua atenção e prepará-los para a pregação de Pedro: "as línguas (glossais) são um sinal, não para os fiéis, mas para os infiéis" (1Co 14:22).
O Espírito deu aos crentes uma glōssa (fala sobrenatural) de proclamação. E deu aos incrédulos um dialektos (audição sobrenatural) de compreensão.
O milagre foi que os apóstolos falaram uma glōssa sobrenatural, e o Espírito Santo, no ar, traduziu essa glōssa simultaneamente para os dialektos de cada ouvinte.
Não foram duas pregações (uma em glōssa e outra em dialektos). Foi uma pregação em glōssa que foi ouvida em quinze dialektos diferentes ao mesmo tempo.
No milagre da "glossa" ninguém entenderia se o Espírito Santo não tivesse traduzido (1Co 14:2). Ficaria apenas a impressão que algumas pessoas tiveram em Atos 2:13.
A glōssa em sua natureza pura é um mistério (1Co 14:2): "Ninguém o entende", pois "em espírito fala mistérios". É uma linguagem celestial, a linguagem oração "no Espírito", onde ‘o espírito ora bem" (1Co 14:14).
Os apóstolos, cheios do Espírito, começaram a falar glōssais, estavam a proclamar "as grandezas de Deus". Mas, se o milagre parasse ali, a multidão teria ouvido apenas mistérios, "som de címbalo que retine" (1Co 14:23), algo ininteligível.
Por isso a reação daqueles em Atos 2:13: "Estão bêbados".
Mas mesmo tendo os que zombaram e por isso não receberam o milagre do dialektos, o espírito dos que falavam glossa estava sendo edificado conforme 1Co 14:14.
Pois, "O que fala em língua desconhecida edifica-se a si mesmo..." (1Co 14:4).
Isso revela que o importante é fazermos com alegria a vontade de Deus, pois mesmo que rejeitem o evangelho, nossa recompensa é sempre certa, uma vez que pra isso não se depende do reconhecimento ou da aceitação humana.
A incredulidade de alguns não anulou a edificação que os discípulos receberam. A nossa tarefa não é fazer com que o mundo goste do cheiro! A nossa tarefa é exalar o cheiro!
"E foram vistas por eles línguas (GLOSSAIS) repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles".
Atos 2:4 – Dentro do Cenáculo:
"E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas (GLOSSAIS), conforme o Espírito lhes concedia que falassem".
Atos 2:6,8 - Fora do Cenáculo:
"E, quando aquele som ocorreu, ajuntou-se uma multidão, e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua (DIALEKTOS)".
Atos 2:8 - Fora do Cenáculo:
"Como, pois, os ouvimos, cada um, na nossa própria língua (DIALEKTOS) em que somos nascidos?"
Dialektos = andar de baixo – CRENTES NO MEIO DO PÚBLICO
Glossais = andar de cima – REUNIÃO DOS CRENTES
Não é a língua dos anjos de 1Co 13:1, pois os anjos entenderiam, é a língua desconhecida de 1Co 14:2, pois a Deus fala em mistérios e ninguém o entende.
Glōssa foi o dom que o Espírito deu ao orador. Dialektos foi o milagre que o Espírito deu ao ouvinte. E tudo isso para um propósito: que, desde o primeiro dia, ficasse claro que o Evangelho não é para um povo, mas para "quantos o Senhor nosso Deus chamar" (At 2:39).
A chave:
1. Houve o milagre "Dentro do Cenáculo": O milagre da fala. Os crentes, cheios do Espírito, falaram em outras glōssais.
2. Houve o milagre "Fora do Cenáculo": O milagre da audição. A multidão ouviu, cada um, em seu próprio dialektos.
O milagre do dialektos (ouvir em sua própria língua ) não foi para edificar os crentes; foi o sinal para os incrédulos, para prender a sua atenção e prepará-los para a pregação de Pedro: "as línguas (glossais) são um sinal, não para os fiéis, mas para os infiéis" (1Co 14:22).
O Espírito deu aos crentes uma glōssa (fala sobrenatural) de proclamação. E deu aos incrédulos um dialektos (audição sobrenatural) de compreensão.
O milagre foi que os apóstolos falaram uma glōssa sobrenatural, e o Espírito Santo, no ar, traduziu essa glōssa simultaneamente para os dialektos de cada ouvinte.
Não foram duas pregações (uma em glōssa e outra em dialektos). Foi uma pregação em glōssa que foi ouvida em quinze dialektos diferentes ao mesmo tempo.
No milagre da "glossa" ninguém entenderia se o Espírito Santo não tivesse traduzido (1Co 14:2). Ficaria apenas a impressão que algumas pessoas tiveram em Atos 2:13.
A glōssa em sua natureza pura é um mistério (1Co 14:2): "Ninguém o entende", pois "em espírito fala mistérios". É uma linguagem celestial, a linguagem oração "no Espírito", onde ‘o espírito ora bem" (1Co 14:14).
Os apóstolos, cheios do Espírito, começaram a falar glōssais, estavam a proclamar "as grandezas de Deus". Mas, se o milagre parasse ali, a multidão teria ouvido apenas mistérios, "som de címbalo que retine" (1Co 14:23), algo ininteligível.
Por isso a reação daqueles em Atos 2:13: "Estão bêbados".
Mas mesmo tendo os que zombaram e por isso não receberam o milagre do dialektos, o espírito dos que falavam glossa estava sendo edificado conforme 1Co 14:14.
Pois, "O que fala em língua desconhecida edifica-se a si mesmo..." (1Co 14:4).
Isso revela que o importante é fazermos com alegria a vontade de Deus, pois mesmo que rejeitem o evangelho, nossa recompensa é sempre certa, uma vez que pra isso não se depende do reconhecimento ou da aceitação humana.
A incredulidade de alguns não anulou a edificação que os discípulos receberam. A nossa tarefa não é fazer com que o mundo goste do cheiro! A nossa tarefa é exalar o cheiro!
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