Palavra do leitor
09 de dezembro de 2016- Visualizações: 1944
comente!- +A
- -A
-
compartilhar
Contagem regressiva para a morte!
Em 30.11.2016 a primeira turma [5 Ministros] do STF – Supremo Tribunal Federal, por maioria de votos [3 x 2] acatou um processo sobre aborto terminando por entender que o aborto, antes de 3 meses, não é crime.
A decisão não é, ainda, definitiva eis que o processo vai passar por votação no Plenário [11 Ministros]; entretanto, apesar de não ter formado jurisprudência, fica como parâmetro, não obrigatório, para outros juízes em todo País.
Cria-se aí, numa contagem regressiva contra o relógio, contra o calendário, uma ação contra a vida de um inocente que não pediu para ser gestado, sequer contribuiu para o encontro de dois elementos: o sêmen masculino e o óvulo feminino que, a partir desse encontro, lindo encontro, sublime encontro, se tornam uma vida, vida que vai se desenvolver no útero de uma mulher.
É crime, já disse antes neste espaço, pois Deus criou vidas, inclusive essa, para que vivam e vivam com abundância [qualidade de vida e longevidade].
O Senhor Jesus disse: "Eu vim para que tenhais vida e a tenham em abundância" (Jo 10 10).
O ser humano não pode decidir tirar o direito de viver, não pode tirar uma vida, bem como não pode, a seu bel prazer, interromper uma vida tenha ela a idade que tiver.
Estamos indo muito longe nessa questão de definir e reconhecer o direito alheio e até o nosso; Deus ditou com e para a sua criação direitos e obrigações dos quais não podemos e nem devemos nos abstrair.
Temos que zelar, temos que cuidar, temos que respeitar, temos que preservar a vida – o contrário é crime e, como tal, será considerado pelo Deus criador e doador da vida, que é, principalmente, o Senhor da vida.
O "ego" tem direitos e deve lutar para preservá-los, mas deve se lembrar que o seu direito cessa exatamente onde começa o direito de terceiros; avançar o limite do próprio direito é ferir, é prejudicar, é impedir o direito do próximo.
O argumento mais comum, dos que querem o pseudodireito do aborto, é que "a mulher tem direitos sobre o seu próprio corpo"; sim, verdade, a mulher tem pleno direito sobre o SEU CORPO, mas não sobre o corpo, a vida, que está se desenvolvendo em suas entranhas, no útero.
O útero de uma mãe é o primeiro, mais belo, mais aconchegante, mais confortável berço de uma vida que está em desenvolvimento, e que, em breve, vai desabrochar no tempo de Deus, 9 meses!
Perdoem a dureza das palavras, mas a mulher deve zelar pela beleza, pela sinuosidade, pela sensualidade do seu corpo antes de decidir se deitar com um homem na busca de um pequeno e breve prazer, o orgasmo.
Aprendi com um mestre, no tempo em que a virgindade era a condição "sine qua non" para se conseguir um matrimônio feliz, que a simples prática sexual, independente de gravidez, já modifica a silhueta de uma mulher de corpo considerado "monumento".
Por importante transcrevo opinião de um Jurista e Professor que muito admiro: "O que mais preocupa na decisão, embora só de uma turma, é que o artigo 2º. do Código Civil, segundo o qual ‘todos os direitos do nascituro são assegurados desde a concepção’, passa a ter um acréscimo ‘menos um, o direito à vida!!!’"
Conclui o professor o seu artigo com uma brilhante citação: "Certa vez, o consagrado professor Jerôme Lejeune, que detectou aspectos relevantes da síndrome de Down, membro da Academia Francesa de Letras, foi entrevistado por televisão inglesa, e lhe perguntaram porque fazia oposição ao aborto até três meses, adotado na Inglaterra. Sua resposta foi singela: ‘Se o nascituro não é um ser humano até os três meses, só pode ser um animal. Ora, se para os ingleses a rainha da Inglaterra foi um animal durante três meses na sua forma embrionária, para, depois, tornar-se um ser humano, isto é um problema deles, não meu, que sempre fui um ser humano, desde a concepção.’" [Dr. Ives Gandra da Silva Martins – Supremo desrespeita vontade popular e conflita com tratado – Folha de SP – 01.12.2016 – B10].
Ouso caminhar mais uma milha, a milha do AMOR – a segunda milha é o espaço fértil do AMOR; atrevo-me a propor esse término de caminhada para que não seja punido o mais inocente de um estupro, o que pode culminar em uma das duas alternativas:
• A mãe se apaixona pelo fruto de seu ventre, o acolhe entre os seios e caminha com ele até quando houver vida;
• A mãe, digamos, radicaliza [não sem razão humana] e não aceita o seu filho, mesmo não tendo sido ele quem a violentou; então o entrega, em doação [a lista de casais adotantes é longa] recompensando uma família que, involuntariamente, se percebeu infértil.
Assim, reitero [não é "religiosidade", mas obediência a um Deus que ama a humanidade], devemos cuidar de nossos direitos sempre e, principalmente, antes de avançarmos nos direitos sagrados que Deus dá a outrem; a opinião pública, também, precisa saber que não é um sacerdote [padre, pastor, bispo, papa], não é uma instituição [igreja] quem/que cria direitos sobre a vida, é a Lei de Deus, essa soberana.
Pense nisso!
A decisão não é, ainda, definitiva eis que o processo vai passar por votação no Plenário [11 Ministros]; entretanto, apesar de não ter formado jurisprudência, fica como parâmetro, não obrigatório, para outros juízes em todo País.
Cria-se aí, numa contagem regressiva contra o relógio, contra o calendário, uma ação contra a vida de um inocente que não pediu para ser gestado, sequer contribuiu para o encontro de dois elementos: o sêmen masculino e o óvulo feminino que, a partir desse encontro, lindo encontro, sublime encontro, se tornam uma vida, vida que vai se desenvolver no útero de uma mulher.
É crime, já disse antes neste espaço, pois Deus criou vidas, inclusive essa, para que vivam e vivam com abundância [qualidade de vida e longevidade].
O Senhor Jesus disse: "Eu vim para que tenhais vida e a tenham em abundância" (Jo 10 10).
O ser humano não pode decidir tirar o direito de viver, não pode tirar uma vida, bem como não pode, a seu bel prazer, interromper uma vida tenha ela a idade que tiver.
Estamos indo muito longe nessa questão de definir e reconhecer o direito alheio e até o nosso; Deus ditou com e para a sua criação direitos e obrigações dos quais não podemos e nem devemos nos abstrair.
Temos que zelar, temos que cuidar, temos que respeitar, temos que preservar a vida – o contrário é crime e, como tal, será considerado pelo Deus criador e doador da vida, que é, principalmente, o Senhor da vida.
O "ego" tem direitos e deve lutar para preservá-los, mas deve se lembrar que o seu direito cessa exatamente onde começa o direito de terceiros; avançar o limite do próprio direito é ferir, é prejudicar, é impedir o direito do próximo.
O argumento mais comum, dos que querem o pseudodireito do aborto, é que "a mulher tem direitos sobre o seu próprio corpo"; sim, verdade, a mulher tem pleno direito sobre o SEU CORPO, mas não sobre o corpo, a vida, que está se desenvolvendo em suas entranhas, no útero.
O útero de uma mãe é o primeiro, mais belo, mais aconchegante, mais confortável berço de uma vida que está em desenvolvimento, e que, em breve, vai desabrochar no tempo de Deus, 9 meses!
Perdoem a dureza das palavras, mas a mulher deve zelar pela beleza, pela sinuosidade, pela sensualidade do seu corpo antes de decidir se deitar com um homem na busca de um pequeno e breve prazer, o orgasmo.
Aprendi com um mestre, no tempo em que a virgindade era a condição "sine qua non" para se conseguir um matrimônio feliz, que a simples prática sexual, independente de gravidez, já modifica a silhueta de uma mulher de corpo considerado "monumento".
Por importante transcrevo opinião de um Jurista e Professor que muito admiro: "O que mais preocupa na decisão, embora só de uma turma, é que o artigo 2º. do Código Civil, segundo o qual ‘todos os direitos do nascituro são assegurados desde a concepção’, passa a ter um acréscimo ‘menos um, o direito à vida!!!’"
Conclui o professor o seu artigo com uma brilhante citação: "Certa vez, o consagrado professor Jerôme Lejeune, que detectou aspectos relevantes da síndrome de Down, membro da Academia Francesa de Letras, foi entrevistado por televisão inglesa, e lhe perguntaram porque fazia oposição ao aborto até três meses, adotado na Inglaterra. Sua resposta foi singela: ‘Se o nascituro não é um ser humano até os três meses, só pode ser um animal. Ora, se para os ingleses a rainha da Inglaterra foi um animal durante três meses na sua forma embrionária, para, depois, tornar-se um ser humano, isto é um problema deles, não meu, que sempre fui um ser humano, desde a concepção.’" [Dr. Ives Gandra da Silva Martins – Supremo desrespeita vontade popular e conflita com tratado – Folha de SP – 01.12.2016 – B10].
Ouso caminhar mais uma milha, a milha do AMOR – a segunda milha é o espaço fértil do AMOR; atrevo-me a propor esse término de caminhada para que não seja punido o mais inocente de um estupro, o que pode culminar em uma das duas alternativas:
• A mãe se apaixona pelo fruto de seu ventre, o acolhe entre os seios e caminha com ele até quando houver vida;
• A mãe, digamos, radicaliza [não sem razão humana] e não aceita o seu filho, mesmo não tendo sido ele quem a violentou; então o entrega, em doação [a lista de casais adotantes é longa] recompensando uma família que, involuntariamente, se percebeu infértil.
Assim, reitero [não é "religiosidade", mas obediência a um Deus que ama a humanidade], devemos cuidar de nossos direitos sempre e, principalmente, antes de avançarmos nos direitos sagrados que Deus dá a outrem; a opinião pública, também, precisa saber que não é um sacerdote [padre, pastor, bispo, papa], não é uma instituição [igreja] quem/que cria direitos sobre a vida, é a Lei de Deus, essa soberana.
Pense nisso!
Os artigos e comentários publicados na seção Palavra do Leitor são de única e exclusiva responsabilidade
dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
09 de dezembro de 2016- Visualizações: 1944
comente!- +A
- -A
-
compartilhar
QUE BOM QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI.
Ultimato quer falar com você.
A cada dia, mais de dez mil usuários navegam pelo Portal Ultimato. Leem e compartilham gratuitamente dezenas de blogs e hotsites, além do acervo digital da revista Ultimato, centenas de estudos bíblicos, devocionais diárias de autores como John Stott, Eugene Peterson, C. S. Lewis, entre outros, além de artigos, notícias e serviços que são atualizados diariamente nas diferentes plataformas e redes sociais.
PARA CONTINUAR, precisamos do seu apoio. Compartilhe conosco um cafezinho.

Opinião do leitor
Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta
Para escrever uma resposta é necessário estar cadastrado no site. Clique aqui para fazer o login ou seu cadastro.
Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.
Revista Ultimato
- +lidos
- +comentados
- Capítulo Final
- A marginalização social permanece
- Moscas mortas num frasco de perfume
- 900 aos 85, acolhido
- O evangelho de Cristo
- Conectados e solitários: o perigo do isolamento na vida cristã
- O Inimigo Silencioso – Porque Pecados Sutis são Perigosos?
- Qual foi o ponto final?
- Deus não necessita de delações
- Um propósito de Deus, a família
(31)3611 8500
(31)99437 0043






