Palavra do leitor
29 de novembro de 2014- Visualizações: 1220
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Adultos e crianças no jogo do amor
“A que posso comparar esta geração? São como crianças que ficam sentadas nas praças e gritam umas às outras: 4 lhes tocamos flautas, mas vocês não dançaram; cantamos um lamento, mas vocês não se entristeceram’”. (Mt 11.16-17). Na prática do aconselhamento é muito comum perceber que alguns casais, jovens ou já maduros, sazonalmente acabam entrando numa espécie de jogo subentendido. Muitos descrevem suas experiências no relacionamento como quem está participando de um jogo onde ganha quem cede menos ou quem passa a maior parte do tempo “feliz”. O engano está no fato que, no que diz respeito a relacionamento, quando um sempre perde, ninguém ganha.
A ideologia do “jogo”, mesmo subentendida, é bastante nociva para qualquer relacionamento, inclusive nas relações de amizade. Todo jogador em potencial, visa apenas o benefício da satisfação pessoal diante de uma pseudo vitória sobre o outro, mesmo que isso significa a derrocada da relação. Caminhar a segunda milha, dar a outra face, a paciência, a longanimidade, alegrar-se quando o outro se alegra, chorar quando outro chora, não buscar seu próprio interesse, não se vangloriar, não guardar rancor, não se irar facilmente, etc. são expressões de amor que, no geral, são desconhecidas para um jogador.
É muito comum ver sinais de amargura, de rancor e de irá em um relacionamento que passa por este viés. Relacionamentos assim estão sempre em crise. É interessante perceber que a “mentalidade do jogador” dá ao indivíduo quase sempre uma sensação de expectativas frustradas. O pensamento que o norteia é sempre que o outro está em débito com ele. É como se falasse: “‘Nós lhes tocamos flautas, mas vocês não dançaram; cantamos um lamento, mas vocês não se entristeceram”. A saída para relacionamentos assim é o estabelecimento do padrão bíblico do amor: “O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (1Co 13.4-7). É estabelecer como parâmetro para a vida a glória de Deus antes mesmo que o prazer pessoal.
Neste processo de retomada da visão bíblica de como os homens devem se relacionar uns com os outros, seja nas relações conjugais ou não, o que se espera é que os “adultos”, maduros, espirituais, sejam os primeiros a darem os primeiros passos em direção à nova postura e aos ajustes necessários para que ambos pensem mais no bem da relação do que em vencer um suposto jogo: “Irmãos, se alguém for surpreendido em algum pecado, vocês que são espirituais, deverão restaurá-lo com mansidão. Cuide-se, porém cada um para que também não seja tentado” (Gl 6.1).
A ideologia do “jogo”, mesmo subentendida, é bastante nociva para qualquer relacionamento, inclusive nas relações de amizade. Todo jogador em potencial, visa apenas o benefício da satisfação pessoal diante de uma pseudo vitória sobre o outro, mesmo que isso significa a derrocada da relação. Caminhar a segunda milha, dar a outra face, a paciência, a longanimidade, alegrar-se quando o outro se alegra, chorar quando outro chora, não buscar seu próprio interesse, não se vangloriar, não guardar rancor, não se irar facilmente, etc. são expressões de amor que, no geral, são desconhecidas para um jogador.
É muito comum ver sinais de amargura, de rancor e de irá em um relacionamento que passa por este viés. Relacionamentos assim estão sempre em crise. É interessante perceber que a “mentalidade do jogador” dá ao indivíduo quase sempre uma sensação de expectativas frustradas. O pensamento que o norteia é sempre que o outro está em débito com ele. É como se falasse: “‘Nós lhes tocamos flautas, mas vocês não dançaram; cantamos um lamento, mas vocês não se entristeceram”. A saída para relacionamentos assim é o estabelecimento do padrão bíblico do amor: “O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (1Co 13.4-7). É estabelecer como parâmetro para a vida a glória de Deus antes mesmo que o prazer pessoal.
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