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Notícias

Portas Abertas lança a série documental “Meninas de Chibok – além do sequestro”

12 anos depois do sequestro, familiares ainda lutam para saber o paradeiro e as condições das vítimas

Por Ultimatoonline


O dia 14 de abril de 2014 ficará marcado como um dos maiores sequestros em massa já registrados. Nessa data, 275 meninas foram sequestradas enquanto estavam em uma escola secundária em Chibok, Nigéria. Fingindo ser agentes de segurança do governo, soldados do grupo extremista Boko Haram invadiram a escola, colocaram as meninas, de 14 a 19 anos, em caminhões, atearam fogo na escola e dormitórios e fugiram em direção à floresta de Sambisa.

Assim que perceberam o sequestro, 47 garotas saltaram dos caminhões e fugiram pela escuridão da floresta. Demorou mais de dois anos até que outras meninas conseguissem a liberdade. Uma década depois, 93 vítimas ainda estão desaparecidas.

Mesmo depois de mais de dez anos do sequestro, familiares ainda lutam para saber o paradeiro e as condições das vítimas, que se tornaram mulheres no cativeiro do Boko Haram. Ainda não está claro se há algum esforço real para negociar a soltura e assegurar a liberdade das meninas em cativeiro.

Os pais de Chibok sentem a dor da perda, mas não deixam de acreditar no retorno de suas filhas. No entanto, há familiares que não resistiram às doenças causadas pela tristeza e morreram em decorrência do estresse da espera.

Yana Gana, uma das mães, disse a Portas Abertas: “Esses anos foram como 100 anos para mim. Dia e noite, continuo orando e esperando que minha filha volte para casa. Se minha filha está morta, eu quero saber, para que possa lamentar e encontrar paz para meu coração. O suspense é demais. Essa questão me deixou com pressão alta, que nunca tive antes”.



Qual é a situação atual das meninas de Chibok que foram libertas?

O acesso a qualquer das meninas libertas é rigidamente controlado. Quase quarenta das primeiras meninas libertadas estudam na Universidade Americana na Nigéria, no estado de Adamawa; 17 estudam nos Estados Unidos; duas já se formaram, e uma se tornou pilota.

No entanto, as meninas que voltaram para seus vilarejos correm o risco de enfrentar discriminação por parte dos familiares e vizinhos. Muitos as consideram desonradas e sem valor social por terem sido abusadas sexualmente e tido filhos dos extremistas islâmicos. Apesar disso, algumas se casaram com rapazes da comunidade, mas outras ainda sofrem com traumas e temem sair de casa e retornar à escola.

Para não esquecer – “Meninas de Chibok – além do sequestro”

No dia 14 de abril de 2026, a Missão Portas Abertas lançou o podcast “Meninas de Chibok – além do sequestro” – uma série documental com quatro episódios sobre o sequestro das meninas de Chibok.

Os quatro episódios de aproximadamente 15 minutos contam a história do que aconteceu nestes doze anos:
. O dia que tudo mudou
. Fora de alcance
. Tempo que não volta
. Até que todas voltem para casa

Desde abril de 2014, cristãos ao redor do mundo continuam orando e mantêm a esperança pelo retorno dessas jovens, meninas e mulheres que resistem pela fé aos perigos de seguir a Jesus na Nigéria.

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Portas Abertas é uma organização cristã internacional fundada em 1955 por um jovem missionário holandês, o Irmão André, conhecido como o contrabandista de Deus pelo trabalho de distribuição de Bíblias clandestinamente a cristãos que não tinham acesso às Escrituras. Portas Abertas atua em mais de 60 países apoiando a Igreja Perseguida por meio de projetos realizados em lugares onde acontece a perseguição, para que a igreja local seja fortalecida e permaneça viva sendo o sal da terra e a luz de Cristo onde estiver.

Serviço:
Missão Portas Abertas

Série documental “Meninas de Chibok – além do sequestro”
Disponível nos canais de Portas Abertas no YouTube e no Spotify.


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» Um sobrevivente dos ataques do Boko Haram. “Marcado por ser cristão”, Entrevista com Ibrahim
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