Notícias
15 de abril de 2009- Visualizações: 3094
comente!- +A
- -A
-
compartilhar
Racismo é dissimulado no país, diz pedagoga
(ALC) No Brasil acontecem formas diferenciadas de racismo, discriminação que afeta negros de qualquer nível sócio-econômico, disse a pedagoga Nilma Lino Gomes ao falar para professores da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), no dia 7 de abril.
“Temos que encarar o racismo de frente” para permitir o processo de inclusão social e a democratização do ingresso de negros no ensino superior, conclamou a professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que enfocou o tema “Sala de aula universitária: a educação das relações étnico-raciais”.
A pedagoga lamentou que a sociedade brasileira, tão alegre e receptiva, mantenha na sua estrutura a mentalidade do racismo ambíguo. “Ele se afirma através da negação do mesmo. Nega-se que existe racismo e preconceito, afirmando que outros países são mais racistas do que o Brasil”, arrolou.
A professora da UFMG lembrou o sociólogo português Boaventura Santos, destacando que o momento é de re-educação das relações étnico-raciais, uma experiência que não pode ser desperdiçada.
Esse momento também traz reflexos e conseqüências para as Universidades, aos processos de pesquisa, à construção de conhecimento. Nilma frisou que estão chegando ao ensino superior pessoas com outros conhecimentos. Será preciso saber lidar com esses outros saberes, o que demandará um deslocamento ao outro como sujeito, disse.
Nilma descreveu a confluência de três saberes – identitários, políticos e estético-corpóreo – como resultado das políticas de inclusão instaladas no Brasil, cujos resultados começa, a aparecer. “O fato de pessoas se auto-identificarem mais como negros e pardos no último Censo é fruto de um processo” que constrói identidade, apontou.
Universitários negros, pardos e indígenas organizam-se politicamente para debater questões de raça. Já o saber estético-corpóreo não passa apenas pela cor da pele, mas a forma como o corpo reage no mundo, com seus toques, gestos, cheiros, cores, explicou a professora.
Fonte: www.alcnoticias.org
Leia o que Ultimato publicou sobre o assunto
• O Martin Luther do século 20: “Eu tenho um sonho...”, ed. 289
• A negritude do retirante Silva, ed. 295
“Temos que encarar o racismo de frente” para permitir o processo de inclusão social e a democratização do ingresso de negros no ensino superior, conclamou a professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que enfocou o tema “Sala de aula universitária: a educação das relações étnico-raciais”.
A pedagoga lamentou que a sociedade brasileira, tão alegre e receptiva, mantenha na sua estrutura a mentalidade do racismo ambíguo. “Ele se afirma através da negação do mesmo. Nega-se que existe racismo e preconceito, afirmando que outros países são mais racistas do que o Brasil”, arrolou.
A professora da UFMG lembrou o sociólogo português Boaventura Santos, destacando que o momento é de re-educação das relações étnico-raciais, uma experiência que não pode ser desperdiçada.
Esse momento também traz reflexos e conseqüências para as Universidades, aos processos de pesquisa, à construção de conhecimento. Nilma frisou que estão chegando ao ensino superior pessoas com outros conhecimentos. Será preciso saber lidar com esses outros saberes, o que demandará um deslocamento ao outro como sujeito, disse.
Nilma descreveu a confluência de três saberes – identitários, políticos e estético-corpóreo – como resultado das políticas de inclusão instaladas no Brasil, cujos resultados começa, a aparecer. “O fato de pessoas se auto-identificarem mais como negros e pardos no último Censo é fruto de um processo” que constrói identidade, apontou.
Universitários negros, pardos e indígenas organizam-se politicamente para debater questões de raça. Já o saber estético-corpóreo não passa apenas pela cor da pele, mas a forma como o corpo reage no mundo, com seus toques, gestos, cheiros, cores, explicou a professora.
Fonte: www.alcnoticias.org
Leia o que Ultimato publicou sobre o assunto
• O Martin Luther do século 20: “Eu tenho um sonho...”, ed. 289
• A negritude do retirante Silva, ed. 295
15 de abril de 2009- Visualizações: 3094
comente!- +A
- -A
-
compartilhar

Leia mais em Notícias
Opinião do leitor
Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta
Para escrever uma resposta é necessário estar cadastrado no site. Clique aqui para fazer o login ou seu cadastro.
Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.
Assuntos em Últimas
- 500AnosReforma
- Aconteceu Comigo
- Aconteceu há...
- Agenda50anos
- Arte e Cultura
- Biografia e História
- Casamento e Família
- Ciência
- Devocionário
- Espiritualidade
- Estudo Bíblico
- Evangelização e Missões
- Ética e Comportamento
- Igreja e Liderança
- Igreja em ação
- Institucional
- Juventude
- Legado e Louvor
- Meio Ambiente
- Política e Sociedade
- Reportagem
- Resenha
- Sessenta +
- Série Ciência e Fé Cristã
- Teologia e Doutrina
- Testemunho
- Vida Cristã
Revista Ultimato
+ lidos
- Livramento e libertação de todo mal
- Lista Mundial da Perseguição 2026: 388 milhões de cristãos em todo o mundo são perseguidos ou discriminados por sua fé em Jesus
- Deus cura hoje?
- Os 10 livros mais lidos em 2025
- Entre o vazio e o poder: a crise contemporânea da liderança
- Ultimato – 58 anos em 8 minutos
- Trabalho e insatisfação não devem andar juntos
- Shalom – chamados a crer e a viver em paz
- Editora Mundo Cristão comemora 60 anos
- UniEVANGÉLICA amplia oferta de EAD e lança cursos semipresenciais para o vestibular 2026
(31)3611 8500
(31)99437 0043
Igreja Evangélica Peruana comemora 114 anos de missão
Chris Wright e Rosalee Veloso são os convidados da live “Diálogos de Esperança” do dia 15 de dezembro – Lausanne III – dez anos depois. O Compromisso da Cidade do Cabo
Fraternidade Teológica Latino-Americana celebra 45 anos de existência






 copiar.jpg&largura=49&altura=65&opt=adaptativa)