Notícias
29 de março de 2007- Visualizações: 2651
comente!- +A
- -A
-
compartilhar
Quatro anos depois, a destruição no Iraque continua
(Portas Abertas) Quatro anos atrás, o exército americano iniciou o cruel ataque aéreo ao Iraque. Desde o início, a Operação Liberdade do Iraque tem levado essa nação árabe a viver uma era de trevas, medo e destruição.
Os primeiros sinais de que os iraquianos sofreriam uma ocupação sangrenta e desumana apareceram no bombardeamento de Bagdá e outras cidades. A mídia árabe transmitiu diariamente as imagens dos civis mortos e dos enterros que aconteciam a cada hora.
Durante esses 1.461 dias que se passaram, o Iraque se tornou uma nação em decadência; o povo está deslocado, refugiado nos países vizinhos. Aproximadamente 700 mil iraquianos de todas as religiões e seitas morreram. A ordem pública não existe; o barulho dos tiros e as explosões em escolas, mercados e parques tomaram o lugar do som das conversas do dia-a-dia. Mesquitas e igrejas foram derrubadas. Centros urbanos e aldeias foram arrasados. Cidades foram invadidas e destruídas.
O ódio extremo se tornou lei à medida que algumas famílias se livraram da perseguição e da morte. Cerca de cinco milhões de iraquianos escaparam da matança que acontece no seu país de origem, e agora contam com a bondade – e a paciência – do Egito, Jordânia, Síria e outros.
Há muitos refugiados nesses países, e todos estão exaustos. Suas atitudes estão cheias de tristeza e pesar. Seus olhares são sonolentos e vazios. Contam histórias de terror que descrevem o Iraque como um país que cedeu ao zelo excessivo, ao terrorismo e ao fanatismo religioso. Eles costumavam demonstrar sua desaprovação quando ouviam sobre uma criança de 10 anos seqüestrada, estuprada e decapitada; ou quando sabiam de uma jovem cristã decapitada porque havia se recusado a usar o véu. Gritavam de raiva ao saber que uma jovem de 14 anos havia sido estuprada por soldados americanos. Hoje já não fazem mais isso. São como mortos-vivos, zumbis. Leia mais em Agência Portas Abertas
Os primeiros sinais de que os iraquianos sofreriam uma ocupação sangrenta e desumana apareceram no bombardeamento de Bagdá e outras cidades. A mídia árabe transmitiu diariamente as imagens dos civis mortos e dos enterros que aconteciam a cada hora.
Durante esses 1.461 dias que se passaram, o Iraque se tornou uma nação em decadência; o povo está deslocado, refugiado nos países vizinhos. Aproximadamente 700 mil iraquianos de todas as religiões e seitas morreram. A ordem pública não existe; o barulho dos tiros e as explosões em escolas, mercados e parques tomaram o lugar do som das conversas do dia-a-dia. Mesquitas e igrejas foram derrubadas. Centros urbanos e aldeias foram arrasados. Cidades foram invadidas e destruídas.
O ódio extremo se tornou lei à medida que algumas famílias se livraram da perseguição e da morte. Cerca de cinco milhões de iraquianos escaparam da matança que acontece no seu país de origem, e agora contam com a bondade – e a paciência – do Egito, Jordânia, Síria e outros.
Há muitos refugiados nesses países, e todos estão exaustos. Suas atitudes estão cheias de tristeza e pesar. Seus olhares são sonolentos e vazios. Contam histórias de terror que descrevem o Iraque como um país que cedeu ao zelo excessivo, ao terrorismo e ao fanatismo religioso. Eles costumavam demonstrar sua desaprovação quando ouviam sobre uma criança de 10 anos seqüestrada, estuprada e decapitada; ou quando sabiam de uma jovem cristã decapitada porque havia se recusado a usar o véu. Gritavam de raiva ao saber que uma jovem de 14 anos havia sido estuprada por soldados americanos. Hoje já não fazem mais isso. São como mortos-vivos, zumbis. Leia mais em Agência Portas Abertas
29 de março de 2007- Visualizações: 2651
comente!- +A
- -A
-
compartilhar

Leia mais em Notícias
Opinião do leitor
Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta
Para escrever uma resposta é necessário estar cadastrado no site. Clique aqui para fazer o login ou seu cadastro.
Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.
Assuntos em Últimas
- 500AnosReforma
- Aconteceu Comigo
- Aconteceu há...
- Agenda50anos
- Arte e Cultura
- Biografia e História
- Casamento e Família
- Ciência
- Devocionário
- Espiritualidade
- Estudo Bíblico
- Evangelização e Missões
- Ética e Comportamento
- Igreja e Liderança
- Igreja em ação
- Institucional
- Juventude
- Legado e Louvor
- Meio Ambiente
- Política e Sociedade
- Reportagem
- Resenha
- Sessenta +
- Série Ciência e Fé Cristã
- Teologia e Doutrina
- Testemunho
- Vida Cristã
Revista Ultimato
+ lidos
- Vem aí o Congresso JUVEP 2026
- Dietrich Bonhoeffer em 2026
- Ultimato - uma história possível [no passado e no futuro] com você
- Preparando o coração para as eleições de 2026
- Não se fazem “influencers” como antigamente
- Portas Abertas lança a série documental “Meninas de Chibok – além do sequestro”
- Crianças e adolescentes também são vítimas de violência sexual facilitada pela tecnologia
- Outra fogueira, Jesus, Pedro e eu
- Des_igualdade de gênero e o papel da igreja
- Oportunidades para maio de 2026
(31)3611 8500
(31)99437 0043
Missão Alef realiza fórum em Natal com o tema “Discípulo Radical”
Domingo da Igreja Perseguida (DIP) 2024 coloca os cristãos perseguidos da África Subsaariana em foco
China fecha mais de 3 mil fábricas poluidoras 






