Opinião
04 de julho de 2013- Visualizações: 2939
comente!- +A
- -A
-
compartilhar
Manifesto sobre as manifestações
2. Afirmamos nossa admiração pelos jovens e adultos que corajosamente protestam contra as injustiças, corrupção e falta de transparência do sistema politico governamental.
3. Afirmamos que o conceito de liberdade pressupõe a observância de uma lei moral, comum e objetiva que envolve ambos governantes e governados.
4. Afirmamos que quando existe subjetivismo ou rejeição destes valores morais a sociedade como um todo sofre. A rejeição destes princípios básicos gera caos e é completamente incompatível com a democracia.
5. Governantes e governados são semelhantes, mas somente quando estão sujeitos a mesma lei moral e comum.
6. Reconhecemos que quando esta lei é infringida o “etos” da sociedade leva ao desenvolvimento de governantes e cidadãos que demandam direitos que infringem a liberdade alheia.
7. Dessa forma, afirmamos a nossa total repulsa tanto aos atos de injustiça, irresponsabilidade gerencial e política, como aos atos de vandalismo.
8. Não podemos esquecer que, escondido no coração desta luta pela liberdade e reivindicações, pode existir muitas vezes um ódio profundo e desrespeito aos bens e liberdade de outrem, assim como certamente a falta de transparência governamental é uma agressão ao povo trabalhador e ordeiro.
9. Conclamamos a necessidade da defesa da democracia baseada no fato de que o homem é um ser imperfeito, limitado e caído. Muitos são democratas porque acreditam que o homem é sábio e bom e que merece uma participação no governo. O perigo da defesa da democracia nestas bases é que isto não é verdade. A verdadeira razão para a democracia é justamente o oposto. A humanidade é tão limitada e imperfeita que nenhum pessoa, partido politico ou grupo de interesse pode ser confiado com poder total e sem controle sob uma comunidade/sociedade.
10. Portanto, é primordial que os instrumentos formais e éticos do processo democrático sejam respeitados. Somos todos, individual e coletivamente responsáveis na luta contra as injustiças governamentais e pela defesa da liberdade e princípios democráticos.
Atenciosamente em oração,
______________________
Paulo e Adriana Ribeiro são casados. Paulo é professor visitante do Departamento de Energia Elétrica da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG).
04 de julho de 2013- Visualizações: 2939
comente!- +A
- -A
-
compartilhar

Leia mais em Opinião
Opinião do leitor
Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta
Para escrever uma resposta é necessário estar cadastrado no site. Clique aqui para fazer o login ou seu cadastro.
Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.
Assuntos em Últimas
- 500AnosReforma
- Aconteceu Comigo
- Aconteceu há...
- Agenda50anos
- Arte e Cultura
- Biografia e História
- Casamento e Família
- Ciência
- Devocionário
- Espiritualidade
- Estudo Bíblico
- Evangelização e Missões
- Ética e Comportamento
- Igreja e Liderança
- Igreja em ação
- Institucional
- Juventude
- Legado e Louvor
- Meio Ambiente
- Política e Sociedade
- Reportagem
- Resenha
- Sessenta +
- Série Ciência e Fé Cristã
- Teologia e Doutrina
- Testemunho
- Vida Cristã
Revista Ultimato
+ lidos
- Preparando o coração para as eleições de 2026
- Ultimato - uma história possível [no passado e no futuro] com você
- Não se fazem “influencers” como antigamente
- Portas Abertas lança a série documental “Meninas de Chibok – além do sequestro”
- Crianças e adolescentes também são vítimas de violência sexual facilitada pela tecnologia
- Outra fogueira, Jesus, Pedro e eu
- Des_igualdade de gênero e o papel da igreja
- Oportunidades para maio de 2026
- Entre a mesa e a cruz: o canto de Cristo como fundamento do louvor cristão
- O que fazer quando você não é ouvido?
(31)3611 8500
(31)99437 0043
Jesus, as mulheres e a escuta verdadeira
Lamento pelo incêndio no Museu Nacional da UFRJ
Como seria o mundo sem religião?
A vocação não mudou. E vale até ele me chamar para casa






