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12 de julho de 2011- Visualizações: 3807
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Duas capitais levantam pegada ecológica e descobrem déficit ambiental
(ALC) A biocapacidade que o planeta disponibiliza para cada pessoa que o habita é de 1,8 hectare global. Assim, Campo Grande apresenta um déficit de 1,34 e Curitiba de 1,6 hectare global.
As duas capitais apresentaram uma pegada ecológica superior à média brasileira e dos seus respectivos Estados, Mato Grosso do Sul e Paraná. Campo Grande tem uma pegada 8% maior que a média nacional, que é de 2,9 hectares globais por pessoa, e 10% superior à média estadual, informa a repórter Geralda Magela, da organização WWF Brasil.
A pegada ecológica média mundial é de 2,7 hectares globais por pessoa, o que representa um déficit ecológico de 0,9 hectare, se considerado o que o Planeta pode suportar. Esse parâmetro é uma forma de traduzir em hectares a extensão de território que uma pessoa ou sociedade utiliza, em média, para se alimentar, locomover, morar, consumir.
Para chegar a esse dado são verificados os hábitos de consumo da população. A pegada ecológica é uma metodologia de contabilidade ambiental que avalia consumo e capacidade de produção de recursos naturais disponíveis no planeta.
“É possível traduzir a pegada ecológica em quantos e quais recursos são usados pela população e em quanto isso excede a capacidade de recuperação natural dos ecossistemas”, explicou o coordenador do Programa Pantanal-Cerrado do WWF Brasil, Michel Becker, à repórter Geralda Magela.
Os fatores que mais pesaram na pegada ecológica de Curitiba, informou o repórter João Rodrigo Maroni, da Gazeta do Povo, aparecem consumo de alimentos (42%), compra de bens (20%) e mobilidade urbana – transporte individual e coletivo (7%).
Em Campo Grande, o maior impacto sobre a pegada ecológica coube ao item alimentação, de 45%, fator que se deve ao grande consumo de carne no município, 13% superior à média nacional.
Na capital do Mato Grosso do Sul foram propostas ações para zerar o déficit da pegada ecológica. Entre as medidas sugeridas estão o reflorestamento de áreas degradadas, a recuperação de nascentes, a recomposição de matas ciliares, a separação do lixo domiciliar, o fomento de produtos orgânicos e agroecológicos, a valorização da economia solidária.
Boa parte dos hortifrutigranjeiros consumidos em Campos Grande procede de outras regiões. A redução do consumo de produtos de fora é outro fator de diminuição daquele déficit, incentivando o plantio e consumo de produtos locais.
A cidade canadense de Calgary apresenta o maior índice de pegada ecológica até agora levantado – 9,86. Abaixo desse índice aparecem Sonoma, nos Estados Unidos, com 9,02, Victoria, na Austrália, com 8,01, Londres, com 6,63 e Milão, na Itália, com 4,17.
As duas capitais apresentaram uma pegada ecológica superior à média brasileira e dos seus respectivos Estados, Mato Grosso do Sul e Paraná. Campo Grande tem uma pegada 8% maior que a média nacional, que é de 2,9 hectares globais por pessoa, e 10% superior à média estadual, informa a repórter Geralda Magela, da organização WWF Brasil.
A pegada ecológica média mundial é de 2,7 hectares globais por pessoa, o que representa um déficit ecológico de 0,9 hectare, se considerado o que o Planeta pode suportar. Esse parâmetro é uma forma de traduzir em hectares a extensão de território que uma pessoa ou sociedade utiliza, em média, para se alimentar, locomover, morar, consumir.
Para chegar a esse dado são verificados os hábitos de consumo da população. A pegada ecológica é uma metodologia de contabilidade ambiental que avalia consumo e capacidade de produção de recursos naturais disponíveis no planeta.
“É possível traduzir a pegada ecológica em quantos e quais recursos são usados pela população e em quanto isso excede a capacidade de recuperação natural dos ecossistemas”, explicou o coordenador do Programa Pantanal-Cerrado do WWF Brasil, Michel Becker, à repórter Geralda Magela.
Os fatores que mais pesaram na pegada ecológica de Curitiba, informou o repórter João Rodrigo Maroni, da Gazeta do Povo, aparecem consumo de alimentos (42%), compra de bens (20%) e mobilidade urbana – transporte individual e coletivo (7%).
Em Campo Grande, o maior impacto sobre a pegada ecológica coube ao item alimentação, de 45%, fator que se deve ao grande consumo de carne no município, 13% superior à média nacional.
Na capital do Mato Grosso do Sul foram propostas ações para zerar o déficit da pegada ecológica. Entre as medidas sugeridas estão o reflorestamento de áreas degradadas, a recuperação de nascentes, a recomposição de matas ciliares, a separação do lixo domiciliar, o fomento de produtos orgânicos e agroecológicos, a valorização da economia solidária.
Boa parte dos hortifrutigranjeiros consumidos em Campos Grande procede de outras regiões. A redução do consumo de produtos de fora é outro fator de diminuição daquele déficit, incentivando o plantio e consumo de produtos locais.
A cidade canadense de Calgary apresenta o maior índice de pegada ecológica até agora levantado – 9,86. Abaixo desse índice aparecem Sonoma, nos Estados Unidos, com 9,02, Victoria, na Austrália, com 8,01, Londres, com 6,63 e Milão, na Itália, com 4,17.
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