Notícias
24 de novembro de 2008- Visualizações: 2417
comente!- +A
- -A
-
compartilhar
Comissão propõe punição a meio de comunicação que incentivar intolerância religiosa
(ALC) O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comprometeu-se com a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, do Rio, a encaminhar ao Congresso Nacional projeto de lei que tornam mais rigorosas as punições envolvendo casos de perseguição religiosa. Um dos segmentos acusados por religiões de matriz afro são grupos evangélicos, com destaque para a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD).
Lula participou, na quinta-feira, 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, da cerimônia de inauguração do monumento a João Cândido Felisberto, conhecido como o Almirante Negro. Felisberto foi líder da Revolta da Chibata, de 1910, contra o Código Disciplina da Marinha brasileira, que previa chibatadas e outros castigos aplicados contra marinheiros.
A Comissão de Combate à Intolerância Religiosa pede, em documento alcançado ao presidente Lula, que o governo federal proíba o patrocínio de organismos da União e estatais a veículos de comunicação que incentivam a intolerância religiosa, fiscalize a aplicação da lei que obriga o ensino da História da África nas escolas e o cumprimento da Lei Caió, que prevê a aplicação de penas para casos de racismo e intolerância religiosa.
O documento entregue a Lula afirma que agressões verbais e físicas são cotidianas contra religiosos de matriz africana. Integram a Comissão representantes do Candomblé, da Umbanda, de igreja Presbiteriana, da Igreja Católica e da Federação Israelita.
Censo de 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que o número de brasileiros que se declararam umbandistas (432 mil) diminuiu em relação ao Censo de 1991, quando somavam 542 mil pessoas.
“Hoje, existem pessoas se escondendo de sua fé por causa da intolerância religiosa”, disse o presidente da Associação Brasileira dos Templos de Umbanda e Candomblé (Abratu), Guimarães de Ogum, em entrevista para o jornal o Estado de São Paulo. “Existem casos de templos que são invadidos por evangélicos e quando ele (o umbandista) vai à delegacia, acaba sendo alvo de gozações”, acrescentou.
O sociólogo Flávio Pierucci, livre-docente da Universidade de São Paulo, declarou ao jornal paulista que a diversidade religiosa não tem crescido com a liberdade religiosa.
Fonte: www.alcnoticias.org
Lula participou, na quinta-feira, 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, da cerimônia de inauguração do monumento a João Cândido Felisberto, conhecido como o Almirante Negro. Felisberto foi líder da Revolta da Chibata, de 1910, contra o Código Disciplina da Marinha brasileira, que previa chibatadas e outros castigos aplicados contra marinheiros.
A Comissão de Combate à Intolerância Religiosa pede, em documento alcançado ao presidente Lula, que o governo federal proíba o patrocínio de organismos da União e estatais a veículos de comunicação que incentivam a intolerância religiosa, fiscalize a aplicação da lei que obriga o ensino da História da África nas escolas e o cumprimento da Lei Caió, que prevê a aplicação de penas para casos de racismo e intolerância religiosa.
O documento entregue a Lula afirma que agressões verbais e físicas são cotidianas contra religiosos de matriz africana. Integram a Comissão representantes do Candomblé, da Umbanda, de igreja Presbiteriana, da Igreja Católica e da Federação Israelita.
Censo de 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que o número de brasileiros que se declararam umbandistas (432 mil) diminuiu em relação ao Censo de 1991, quando somavam 542 mil pessoas.
“Hoje, existem pessoas se escondendo de sua fé por causa da intolerância religiosa”, disse o presidente da Associação Brasileira dos Templos de Umbanda e Candomblé (Abratu), Guimarães de Ogum, em entrevista para o jornal o Estado de São Paulo. “Existem casos de templos que são invadidos por evangélicos e quando ele (o umbandista) vai à delegacia, acaba sendo alvo de gozações”, acrescentou.
O sociólogo Flávio Pierucci, livre-docente da Universidade de São Paulo, declarou ao jornal paulista que a diversidade religiosa não tem crescido com a liberdade religiosa.
Fonte: www.alcnoticias.org
24 de novembro de 2008- Visualizações: 2417
comente!- +A
- -A
-
compartilhar

Leia mais em Notícias
Opinião do leitor
Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta
Para escrever uma resposta é necessário estar cadastrado no site. Clique aqui para fazer o login ou seu cadastro.
Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.
Assuntos em Últimas
- 500AnosReforma
- Aconteceu Comigo
- Aconteceu há...
- Agenda50anos
- Arte e Cultura
- Biografia e História
- Casamento e Família
- Ciência
- Devocionário
- Espiritualidade
- Estudo Bíblico
- Evangelização e Missões
- Ética e Comportamento
- Igreja e Liderança
- Igreja em ação
- Institucional
- Juventude
- Legado e Louvor
- Meio Ambiente
- Política e Sociedade
- Reportagem
- Resenha
- Sessenta +
- Série Ciência e Fé Cristã
- Teologia e Doutrina
- Testemunho
- Vida Cristã
Revista Ultimato
+ lidos
- Vem aí o Congresso JUVEP 2026
- Dietrich Bonhoeffer em 2026
- Ultimato - uma história possível [no passado e no futuro] com você
- Preparando o coração para as eleições de 2026
- Não se fazem “influencers” como antigamente
- Portas Abertas lança a série documental “Meninas de Chibok – além do sequestro”
- Outra fogueira, Jesus, Pedro e eu
- Crianças e adolescentes também são vítimas de violência sexual facilitada pela tecnologia
- Des_igualdade de gênero e o papel da igreja
- Oportunidades para maio de 2026
(31)3611 8500
(31)99437 0043
Pensar na morte aumenta fé de ateus, diz estudo
R. C. Sproul: 1939 – 2017
"Por que a oração é o recurso mais importante para a igreja na pós-pandemia?" na série Diálogos de Esperança (live)
Como um pastor ajudou a depor um ditador no Zimbábue








