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Campanha da Igreja Metodista visa conscientizar contra a violência sofrida por mulheres
Uma pesquisa com dados coletados pelo Senado brasileiro estima que mais de 13,5 milhões de mulheres já tenham sofrido algum tipo de agressão no país, número que corresponde a 19% da população feminina a partir de 16 anos. Dessas mulheres, mais de 30% ainda precisa conviver com o agressor, e 14% ainda continuam sofrendo violência. Diante desses dados, há cerca de um ano a Confederação Metodista de Mulheres abraçou a campanha "Quinta-feira uso preto", que consiste em incentivar pessoas a se vestirem com peças de roupa pretas para conscientização e protesto contra a violência sofrida por mulheres.
A iniciativa teve origem na África do Sul, com a campanha "Thurdays In Black", que tomou proporções internacionais a partir do apoio do Concílio Mundial de Igrejas (CMI).
No Brasil, depois de aderirem o projeto que também conscientiza igrejas e comunidades, mulheres metodistas da Região Missionária do Norte e Nordeste (REMNE) também saíram às ruas para protestar pelo fim da violência contra a mulher.
Além de agressões físicas, como violência doméstica e estupro, no Brasil a Lei Maria da Penha também classifica como tipos de abuso contra a mulher a violência patrimonial, sexual, moral e psicológica.
Presidente da região missionária do Nordeste, a bispa Marisa de Freiras Ferreira ressalta que “são muitas as mulheres no Brasil que agora, nesse momento, estão sofrendo todo tipo de violência”.
Marisa explica que a campanha não envolve só metodistas, e faz o convite. “Participe conosco. É uma campanha internacional, que não tem denominação, não tem teor político nem religioso. É uma campanha contra a violência”.
A campanha também é incentivada nas redes sociais, com a hashtag #QuintaPreta nos posts relacionados. Conhece outras campanhas promovidas pela igreja contra a violência sofrida por mulheres? Deixe nos comentários.
Com informações de Metodista.org.br
Foto: Molly Belle/Unsplash
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