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Opinião

A relevância do livro de Jonas para missões

Por Marcos Amado
 
De acordo com Fee e Stuart, “O objetivo de uma boa interpretação [da Bíblia] é simples: alcançar o significado claro do texto. E o ingrediente mais importante nessa tarefa é o senso comum.” [1]. Contudo, pelo menos quando se trata do livro de Jonas (e certamente com muitos outros livros da Bíblia), dizer isso é mais fácil que fazê-lo. Apesar de seu enredo aparentemente simples, Jonas é um livro que provoca muita discussão. O que podemos, então, aprender com ele?
 
Após lidar com as questões de gênero literário, data e panorama histórico do texto, este breve estudo tentará mostrar que, quando levamos em conta o contexto em que foi escrito, fica claro que a mensagem de Jonas tem por objetivo chamar a atenção de Israel para o caráter de Deus e que, por conta de Seu caráter, Deus preocupa-se com toda a humanidade, não apenas com o povo eleito.
 
Gênero literário, data e panorama histórico
 
O livro de Jonas levanta muita controvérsia quanto ao seu gênero literário e data. É uma lenda, uma parábola, um registro histórico…? Foi escrito antes ou depois do exílio? Quanto ao estilo ou gênero, alguns classificam o livro de Jonas como “uma caricatura bíblica, uma aventura fantasiosa, uma sequência de imagens descritas com ousadia…”[2]. Outros, por sua vez, veem-no como “absurdo, idiota, ridículo ao extremo, como uma criança mimada ou coisa parecida”[3]. Como, então, esse livro deve ser visto?
 
O profeta, no início do livro (Jn 1.1), é apresentado como filho de Amitai, o que prontamente leva-nos a relacioná-lo com o mesmo Jonas mencionado em 2Rs 14.25. A partir dessa passagem de 2Rs, podemos concluir que ele era de Gate-Héfer, cidade perto de Nazaré, na Galileia, no reino do norte de Israel. Além disso, podemos também posicioná-lo, em termos históricos, no período no reinado de Jeroboão 2, no século 8 a.C., o que nos faz concluir que foi contemporâneo dos profetas Amós e Oséias.
 
Sem dúvida, esses aspectos poderiam nos impelir a, muito prontamente, inferir esse livro como histórico. No entanto, estudiosos de diferentes escolas teológicas de pensamento levantaram um número considerável de problemas que põem em xeque a possibilidade de olhar para Jonas dessa forma. Em primeiro lugar, há o ponto de aceitar que Jonas foi, literalmente, engolido por um grande peixe. Pode alguém sobreviver a tal evento? Depois, há ainda as assim chamadas imprecisões históricas, como a sobre o tamanho de Nívine[4] e a sobre o uso do termo “Rei de Nínive”, o que também implicaria que o livro pode não ter sido escrito após o final do período exílico[5]. Some-se a isso, há o crescimento extraordinário da planta. Então, segundo alguns, a conclusão é que o livro de Jonas deveria ser considerado como “ficção, fábula, um mito, uma alegoria, uma história didática etc.”[6] que foi escrito após o exílio, com “o objetivo… de expressar oposição cáustica à hostilidade contra os não-judeus em Israel”[7].
 
Esse, contudo, não deve ser o ponto principal desta discussão. É claro que as razões que levaram alguns a concluir que o livro de Jonas é uma ficção e que foi escrito após o exílio têm de ser tratadas com seriedade, mas o escopo deste artigo não permite uma análise desses aspectos com profundidade. No entanto, parece que os argumentos que consideram Jonas um registro histórico[8], escrito antes do exílio[9] com propósitos muito específicos para o povo de Israel, são consistentes, como veremos a seguir[10].
 
A mensagem de Jonas
 
Peskett e Ramachandra salientam: “Talvez seja difícil para nós perceber o que a palavra ‘Nínive’ causa em um judeu piedoso. É necessário considerar algumas palavras, nomes de pessoas ou lugares, que hoje provocam repulsa e horror em nossa mente e coração; talvez palavras como Hitler, Pol Pot, Stalin, Hutu/Tutsi, Auschwitz…Sadam Hussein…”[11].
 
Isso levanta certas questões pelas quais, à primeira vista, Jonas não quis ir a Nínive. Foi medo? Sua recusa foi motivada por alguma questão política? Era ele um nacionalista? Lacocque menciona que “Bickerman vê em sua relutância uma atitude heroica de alguém que não queria, ao levar a palavra de Deus aos arqui-inimigos de sua nação, trair seu povo…”[12]. Poderia ser, também, que Jonas enxergasse o perigo que Nínive representaria para sua nação no futuro, e não quisesse dar a eles a chance de escapar da ira de Deus? Ou então, sabendo o quão perigosos eram os ninivitas, ele achou que não valeria a pena morrer por tal causa?
 
Todas as afirmativas acima são possíveis e, sem dúvida, acendem uma luz que pode ser útil na tentativa de entender o livro. Contudo, é necessário considerar o contexto histórico a seguir para que estejamos aptos a discernir as lições centrais do livro.
 
Israel estava cumprindo sua missão no tempo de Jonas?
 
Em 2 Reis e também nos livros de Amós e Oséias, é possível deduzir que, durante o tempo de Jonas, Israel atravessava um período de revivescimento político e econômico. No entanto, como parece acontecer na maior parte desses casos, essa fase próspera foi acompanhada de um crescente distanciamento de Deus[13] e de seus propósitos para Israel (por exemplo, por meio de Israel, o nome de Deus se tornaria conhecido pelas nações[14]). O desapontamento de Deus com Israel cresceu ao ponto de ele anunciar que, devido à imoralidade do povo, ele se levantaria contra eles e seriam levados para o exílio na Assíria[15]. Afinal, eles não estavam cumprindo a missão de ser um reino de sacerdotes e uma nação santa (Ex 19.5-6), e não mostravam nenhum sinal de arrependimento.
 
Como citado por Stek[16], Elias e Eliseu (algum tempo antes de Jonas) já tinham mostrado ao povo de Israel como o Senhor preocupava-se com os gentios[17]. No entanto, mais uma vez, Israel estava tentando reduzir o propósito de Deus para o mundo a algo etnocêntrico e tribal[18]. Em meio a essa situação, Jonas é enviado a Nínive para anunciar o iminente julgamento de Deus sobre eles.
 
Além de dar ao povo de Nínive a oportunidade de se arrepender, estava o Senhor tentando comunicar algo importante a Israel ao enviar Jonas a uma nação estrangeira nesse momento histórico? Com essa questão em mente, parece que o foco não deveria estar na pessoa de Jonas, nem tampouco em sua atitude, mas em que pode ser aprendido a respeito de Deus enquanto ele lida com o profeta e com as pessoas de Nínive. Quando olhamos sob essa perspectiva, dois importantes aspectos destacam-se: o caráter de Yahweh, o Deus de Israel, e sua preocupação com judeus e gentios de igual forma.
 
O caráter de Deus
 
O retrato que o livro de Jonas desenha de Deus é, sem dúvida, belo. Ele é apresentado como aquele cujas ações não podem ser preditas ou controladas. Ele detém o total controle sobre os elementos da natureza: envia a tempestade (1.4), e a acalma (1.15); envia o grande peixe, e o faz entregar Jonas em segurança (2.15), mostrando que Deus é aquele que é capaz de trazer a tempestade, mas também provê a libertação; ele faz uma planta crescer em uma velocidade incrível, e também usa um verme para fazer seu plano acontecer (4.6). Não há como esconder-se dele (como lemos também no Salmo 139)[19].
 
Além disso, como é possível notar a partir das três declarações de fé bem ortodoxas de Jonas, ele é o Deus todo poderoso que fez os céus, o mar e a terra (1.9); é aquele que provê a salvação (2.9b), e é “Deus misericordioso e compassivo, muito paciente, cheio de amor e que prometes castigar, mas depois te arrependes” (4.2b).
 
De acordo com McKeown, “O livro de Jonas mostra que esses conceitos de retribuição divina e de compaixão divina não são mutuamente exclusivos”[20]. Ele é um Deus que perdoará quando ocorrer arrependimento genuíno. “Assim, apesar de o livro de Jonas defender uma visão de Deus como justo juiz que irá punir os perversos, equilibra isso com a mensagem de que Deus atende àqueles que clamam a ele por misericórdia (4.2)”.[21] Por isso, não hesita a “mudar de ideia” ao ver o povo de Nínive afastando-se de seus maus caminhos (3.10).
 
A preocupação de Deus para com toda a humanidade
 
Exatamente por conta de quem Deus é, não é de se estranhar que a salvação não seja um direito exclusivo do povo eleito, e essa é a segunda importante lição que Deus está comunicando por meio de Jonas a Israel (ou lembrando-os do que já sabiam) e a todos que, hoje, querem ouvi-lo:
  1. Os marinheiros, no capítulo um, com seus diferentes deuses, ouviram, possivelmente pela primeira vez, a respeito do verdadeiro Deus, criador dos céus e da terra. Como resultado, oraram a Deus e ofereceram seus votos.
  2. O livro mostra como YHWH importa-se com seu relacionamento com outras nações e até mesmo com os animais, não apenas com os que são parte do povo de Israel. “Todos os seres humanos que aparecem no livro clamam por misericórdia e Deus os atende”.[22]
  3. Com exceção de Jonas (o único na história que pertencia ao ‘reino sacerdotal’), “todos os demais personagens da história, incluindo os animais, obedecem a Deus sem hesitar”[23], mostrando que pessoas de outras nações estavam abertas a Deus, incluídas em seus propósitos e ao seu alcance.
  4. O Senhor não está restrito a um grupo ou a um povo para fazer seu nome conhecido entre as nações. Israel estava falhando em cumprir sua missão até mesmo para os vizinhos mais próximos, e Deus levanta Jonas para ir a uma nação inimiga distante. “Se aqueles que supõem serem os ‘eleitos’ de Deus falham em sua missão, o soberano Senhor da salvação encontrará seu próprio caminho para comunicar suas misericórdias salvadoras ao mundo perdido”.[24]

6 lições que o movimento missionário moderno pode aprender do livro de Jonas
 
Ao estudar o texto bíblico, há sempre o perigo de ler demais no texto. Mas, se quisermos extrair o máximo possível a respeito do que o Senhor quer comunicar aos cristãos hoje, vale a pena correr certo risco. Como apresentado anteriormente, fica claro que o livro de Jonas, quando visto como registro histórico, escrito antes do exílio, tem muito a contribuir para nosso entendimento que quem é Deus e de seus planos para toda a raça humana. No entanto, como conclusão, uma última pergunta deve ser feita: há algo que o movimento missionário evangélico ao redor do mundo possa aprender com o livro de Jonas? De forma muito breve, menciono 6 lições:
  1. Em muitos círculos cristãos, é comum argumentar-se que, com tanto por fazer em casa, por que pessoas deveriam ir a outros países para testemunhar do Senhor? Muito poderia ser dito para responder a esse questionamento. No entanto, no livro de Jonas, pode-se observar que o Senhor chama pessoas específicas para realizar tarefas específicas em diferentes partes do mundo.
  2. A partir disso, podemos inferir que missão não é uma questão de decidir quando, onde e como dinheiro e recursos podem ser melhor utilizados. Claro, cristãos devem ser bons mordomos. No entanto, é preciso dar espaço ao Espírito Santo para que envie missionários de acordo com sua vontade soberana (At 13.4), ainda que, algumas vezes, possa haver, de uma perspectiva gerencial, formas melhores para que as coisas sejam feitas.
  3. Outro argumento utilizado com frequência é que os esforços deveriam concentrar-se no envio de missionários a lugares nos quais há maior possibilidade de colher resultados mais significativos (em termos numéricos) em menor espaço de tempo. Contudo, na época de Jonas, um dos lugares mais improváveis para se esperar resultados – levando em conta a reputação dos ninivitas de serem um povo cuja maldade havia chegado ao limite (Jn 1.2) – era justamente Nínive. Mas, de novo, a soberania de Deus é o que determina o lugar para onde o profeta deveria ir.
  4. Se todo o mundo quiser conhecer “o SENHOR, o Deus dos céus, que fez o mar e a terra seca” (Jn 1.9), terão de ser postos de lado preconceitos sociais, políticos e religiosos. A resistência de Jonas para obedecer a Deus, possivelmente, fundamentava-se nesses aspectos, e isso não agradou a Deus. Se os líderes de Israel fossem questionados sobre se Jonas deveria ou não ir a Nínive, a resposta provavelmente teria sido negativa, principalmente por conta de equívocos teológicos e preconceitos culturais e políticos.
  5. Uma teologia ortodoxa não garante, necessariamente, um entendimento do propósito de Deus para a humanidade. Como visto anteriormente, Jonas fez três declarações bem ortodoxas sobre quem Deus é. Contudo, por conta de conceitos equivocados e preconceitos já mencionados, ele não conseguiu entender as implicações de tais fundamentos ortodoxos. É comum dizer que a Igreja do Sul Global (muitas vezes pobre) carece de profundidade no conhecimento teológico. Contudo, movida pelo Espírito Santo, milhares de novos missionários têm sido enviados pela Igreja desses países todos os anos. De outro lado, a Igreja no ocidente, que supostamente detém a profundidade teológica, tem enviado poucos missionários a cada ano, apesar de possuir recursos financeiros para isso.
  6. Embora mencionada de forma breve, é evidente que a preocupação do Senhor era com a humanidade e também com o restante de sua criação (Jn 4.11). Apesar de não devermos superestimar a importância dessa passagem, percebe-se que os animais também eram alvo da preocupação de Deus, o que deveria levar os cristãos a pensar sobre a criação como um todo ao considerar a abrangência da missão.

***
Nota: Este artigo foi originalmente publicado no site do Centro de Reflexão Missiológica Martureo. Reproduzido com permissão.
 
• Marcos Amado é diretor do Centro de Reflexão Missiológica Martureo, é graduado em Teologia pelo All Nations Cristian College (Reino Unido) e Mestre em Missiologia com Especialização em Estudos Islâmicos pela mesma instituição. Em Beirute, no Líbano, cursou Estudos Avançados em Religiões e Culturas do Oriente Médio no Institute of Middle East Studies. É casado com Rosângela e acumula mais de 23 anos de experiência transcultural.
 
BIBLIOGRAFIA

Alexander, T. D., Rosner, B. S., ‘Jonah, The Book of’, em New Dictionary of Biblical Theology (edição eletrônica, InterVarsity Press: Downers Grove, IL, 2001).

Alexander, T.D., ‘Jonah and Genre’, em The Tyndale Bulletin (:36) 1985.

Bush, W., Hubbard, D. and LaSor, W., Old Testament Survey: The Message, Form and Background of the Old Testament (Grand Rapids MI: Eerdmans, 1982).

Ellison, H. L., ‘Is the Book of Jonah a Missionary Pamphlet?’, em EFMS Bulletin (:1) 1972.

Fee, G.D., Stuart, D., How to read the Bible for all its worth (England: Scripture Union, 1993).

Lacocque, P.E., Jonah: A Psycho-Religious Approach to the Prophet (University of South Carolina Press: Columbia, SC, 1990).

McKeown, J., ‘Jonah, the Book of’, em New dictionary of biblical theology (edição eletrônica, InterVarsity Press: Downers Grove, IL, 2001).

Nixon, R., The Message of Jonah (The Bible Speaks Today; Leicester: IVP, 2003).

NIV Study Bible, The, (England, London: Hodder & Stoughton, 1993).

Payne, D. F., ‘Jonah, Book of’, em The Illustrated Bible Dictionary (Leicester, England: IVP, 1994), vol. 2.

Peskett, H. and Ramachandra, V., The Message of Mission (The Bible Speaks Today; Leicester: IVP, 2003).

Sherwood, Y., ‘Cross-currents in the Book of Jonah: Some Jewish and cultural Midrashim on a tradition text’, em Biblical Interpretation (6:1), 1998.

Stek, J., ‘The Message of the Book of Jonah’, em Calvin Theological Journal 4 (1969).

Walton, J. H., ‘The Object Lesson of Jonah 4:5-7 and the Purpose of the Book of Jonah’, em Bulletin for Biblical Research 2 (1992).

Williams, W. C., ‘Jonah, Book of’, in The International Standard Bible Encyclopaedia (Gran Rapids, MI: Eerdmans, 1992), vol. 2.

NOTAS 
  1. Fee, G.D., Stuart D., How to read the Bible for all its worth (England: Scripture Union, 1993), p.16.
  2. Sherwood, Y., ‘Cross-currents in the Book of Jonah: Some Jewish and cultural Midrashim on a tradition text’ (Biblical Interpretation, 6:1, 1998), p. 49.
  3. Smart, como citado em Lacocque, P.E., Jonah: A Psycho-Religious Approach to the Prophet (University of South Carolina Press: Columbia, SC, 1990), p. 9.
  4. Descobertas arqueológicas mostraram que, em torno do século 8 a.C., Nínive não era uma grande cidade.
  5. Não havia um rei em Nínive durante o tempo de Jeroboão 2 como rei de Israel uma vez que Nínive se tornou a capital da Assíria só muito mais tarde.
  6. Alexander, T. D. & Rosner, B. S., ‘Jonah, The Book of’, em New Dictionary of Biblical Theology (edição eletrônica, InterVarsity Press: Downers Grove, IL, 2001).
  7. Smart, como citado por Lacocque, P.E. em: Jonah: A Psycho-Religious Approach, p. 9.
  8. Isso implica aceitar o poder de Deus agindo de forma extraordinária. É importante notar também que Jesus, ao fazer menção do sinal de Jonas nos evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas, não parece sugerir que o livro seja uma parábola.
  9. Para uma bem escrita e resumida discussão a respeito do gênero literário, panorama histórico e data do livro de Jonas, recomendo ler The Message of Jonah, de Rosemary Nixon.
  10. Rosemary Nixon, em seu livro The Message of Jonah (veja bibliografia), apresenta, na página 24, uma estrutura bem interessante com elementos paralelos muito úteis para o entendimento do livro.
  11. Peskett, H. e Ramachandra, V. The Message of Mission (The Bible Speaks Today; Leicester: IVP, 2003), p. 125.
  12. Lacocque. A Psycho-Religious Approach, p. 9.
  13. Pecados específicos, normalmente relacionados a aspectos sociais, são mencionados em Amós 2.7; 3.10; 5.7-12; 6.12; 8.5; 8.12 e em outras passagens.
  14. Gn 12.1-3; Dt 4.5-8.
  15. Am 7.8; 8.2; Os 9.3; 10.6; 11.5.
  16. Stek, J., ‘The Message of the Book of Jonah’ em Calvin Theological Journal 4 (1969), p. 23-50.
  17. 1Rs 19.15; 19.17; 2Rs 6; 8.8-15; Lc 4.25.
  18. Peskett, H., The Message of Mission.
  19. McKeown, J., ‘Jonah, the Book of’, in the New dictionary of biblical theology (versão eletrônica, InterVarsity Press: Downers Grove, IL).
  20. Ibid.
  21. Ibid.
  22. Bush, W., Hubbard, D. and LaSor, W., Old Testament Survey: The Message, Form and Background of the Old Testament (Grand Rapids MI: Eerdmans, 1982), p. 388.
  23. McKeown, J., ‘Jonah, the Book of’, em New dictionary.
  24. Ibid.

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