Palavra do leitor
30 de maio de 2016- Visualizações: 760
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Trinta e três
Na última semana, foi noticiada a história da garota de 16 anos violentada por 33 homens. Impossível não ficar indignado com essa notícia. Confesso que, por um momento, eu gostaria de acreditar no evolucionismo de Darwin e achar que aqueles homens são algum elo errado na evolução humana.
Trinta e três! A dor sofrida por aquela moça é a mesma de cerca de 19% da população feminina, vítima de agressão em nosso país. Mulheres com os mesmos sentimentos e sonhos das que leem esse texto. Mulheres, tais quais sua mãe, irmã, amiga, namorada ou esposa. Mulheres!
Trinta e três mulheres são violentadas sexualmente em nosso país a cada seis horas. 33% dos feminicídios (morte de mulheres por conflito de gênero) ocorridos no Brasil entre 2001 a 2011 aconteceram em casa. Ou seja, o agressor tem grandes chances de ter sido o cônjuge ou companheiro.
Trinta e três! Muitas mulheres já não sabem mais o que é confiar em um homem ou não acreditam mais no amor de um homem. Esse texto foi escrito porque muitas dessas mulheres estão sentadas ao nosso lado nos bancos das Igrejas. Em silêncio, mantém a aparência. Em silêncio, apanham e sofrem. Em um silêncio que dói, que mata os sonhos e a paz.
Trinta e três! Esse número que hoje nos causa indignação, também é o número que nos lembra do amor. 33: foi com essa idade que Jesus foi morto, sofreu a violência e ódio humano, se deu em amor por nós. Ele morreu para que, dentre outras coisas, tivéssemos esperança.
Trinta e três! Não deixe novas mulheres serem vítimas de violência. Se você conhece alguém que sofra esse tipo de crime (ou se você é essa pessoa), denuncie! Disque 180 e acione a Central de Atendimento à Mulher, um serviço de atendimento telefônico que recebe denúncias de maus-tratos contra as mulheres oferecido pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República e funciona 24 horas por dia, inclusive durante os finais de semana e feriados.
Trinta e três! Esse mal tem que acabar!
Em Cristo,
Wallison Mata
Instagram: @W_Mata
----
Dados desse texto extraídos da Revista Super Interessante - http://super.abril.com.br/comportamento/dados-violencia-contra-a-mulher-brasil
Trinta e três! A dor sofrida por aquela moça é a mesma de cerca de 19% da população feminina, vítima de agressão em nosso país. Mulheres com os mesmos sentimentos e sonhos das que leem esse texto. Mulheres, tais quais sua mãe, irmã, amiga, namorada ou esposa. Mulheres!
Trinta e três mulheres são violentadas sexualmente em nosso país a cada seis horas. 33% dos feminicídios (morte de mulheres por conflito de gênero) ocorridos no Brasil entre 2001 a 2011 aconteceram em casa. Ou seja, o agressor tem grandes chances de ter sido o cônjuge ou companheiro.
Trinta e três! Muitas mulheres já não sabem mais o que é confiar em um homem ou não acreditam mais no amor de um homem. Esse texto foi escrito porque muitas dessas mulheres estão sentadas ao nosso lado nos bancos das Igrejas. Em silêncio, mantém a aparência. Em silêncio, apanham e sofrem. Em um silêncio que dói, que mata os sonhos e a paz.
Trinta e três! Esse número que hoje nos causa indignação, também é o número que nos lembra do amor. 33: foi com essa idade que Jesus foi morto, sofreu a violência e ódio humano, se deu em amor por nós. Ele morreu para que, dentre outras coisas, tivéssemos esperança.
Trinta e três! Não deixe novas mulheres serem vítimas de violência. Se você conhece alguém que sofra esse tipo de crime (ou se você é essa pessoa), denuncie! Disque 180 e acione a Central de Atendimento à Mulher, um serviço de atendimento telefônico que recebe denúncias de maus-tratos contra as mulheres oferecido pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República e funciona 24 horas por dia, inclusive durante os finais de semana e feriados.
Trinta e três! Esse mal tem que acabar!
Em Cristo,
Wallison Mata
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Dados desse texto extraídos da Revista Super Interessante - http://super.abril.com.br/comportamento/dados-violencia-contra-a-mulher-brasil
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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