Palavra do leitor
16 de julho de 2013- Visualizações: 1257
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Sobre a Convulsão Social do Brasil e o Evangelho
O Brasil está em ebulição e isso é um fato. O noticiário da TV e as reportagens publicadas nos jornais e na internet atestam isso. As reclamações ocorrem em várias cidades e por diversos motivos. A maioria é conhecida por nós há tanto tempo que já nos acostumamos e os aceitamos como parte da nossa brasilidade: coronelismo político, políticos desonestos, corrupção pública, gestão ineficiente, falta de escolas, falta de hospitais, inflação, violência urbana, carga tributária elevada e etc...
A lista realmente é longa, mas se pudéssemos resumir toda a nossa indignação e tudo o que queremos em uma única frase, penso que talvez disséssemos assim: “... queremos um governo competente, honesto e justo que busque melhorar as condições de vida de toda a população brasileira”. E quer saber, foi exatamente esse resumo da ópera que chamou a minha atenção e eu lhe explico o porquê.
Somos um país cristão e desde pequenos fomos ensinados a ler a Bíblia a partir da perspectiva da salvação individual. Não há dúvida de que Jesus nos falou sobre isso, mas a ênfase de sua mensagem está em outro lugar e isso é muito claro.
De acordo com a leitura de muitos teólogos, a mensagem fundamental da Escritura pode ser resumida no anúncio profético de que, no futuro, Deus levantará um homem que governará sobre a terra com cetro de justiça e equidade. Naquele tempo, as nações da terra abandonarão suas armas e as transformarão em instrumentos de plantio e colheita. A guerra dará lugar à paz. Os governantes serão substituídos por outros leais ao Messias e, periodicamente, eles visitarão Jerusalém onde aprenderão com Ele sobre como governar. Todas as parábolas são claras em afirmar que o Evangelho é, acima de tudo, a Boa Noticia de que Deus está estabelecendo na terra uma nova ordem político-social, um novo Reino, um Reino de Paz, Justiça e Alegria no Espírito Santo e que todas as profecias são precisas em afirmar que Jesus de Nazaré é o Messias, o homem escolhido por Deus para governar sobre tudo e sobre todos.
Querido, se ampliarmos nossa visão do Evangelho, faremos uma leitura diferente do que está acontecendo nas ruas do país e, quem sabe, entenderemos que, na verdade, estamos diante de um grande clamor. É óbvio, eu sei, que as pessoas que protestam tem pouca consciência disso, mas mesmo sem saber elas estão dizendo que anseiam pelo governo do Justo de Deus. Sem saber, elas estão clamando em alto e bom som: “venha a nós o vosso Reino e seja feita a tua vontade na terra”.
Irmão, precisamos abrir a cabeça e perceber que estamos diante de uma grande oportunidade de anúncio da Esperança. Precisamos esclarecer às pessoas que o Evangelho é a resposta de Deus ao anseio do coração delas. Precisamos lhes esclarecer que o Reino de Deus é a utopia possível que se realizará no tempo apropriado.
Precisamos dizer a elas que ainda há esperança e que no devido tempo, “em todo porto tremulará a velha bandeira da vida. Todo farol iluminará uma ponta de esperança. E se virá, será quando menos se esperar, de onde ninguém imagina. Demolirá toda certeza vã. Não sobrará pedra sobre pedra. E toda raça experimentará para todo mal A Cura”.
A lista realmente é longa, mas se pudéssemos resumir toda a nossa indignação e tudo o que queremos em uma única frase, penso que talvez disséssemos assim: “... queremos um governo competente, honesto e justo que busque melhorar as condições de vida de toda a população brasileira”. E quer saber, foi exatamente esse resumo da ópera que chamou a minha atenção e eu lhe explico o porquê.
Somos um país cristão e desde pequenos fomos ensinados a ler a Bíblia a partir da perspectiva da salvação individual. Não há dúvida de que Jesus nos falou sobre isso, mas a ênfase de sua mensagem está em outro lugar e isso é muito claro.
De acordo com a leitura de muitos teólogos, a mensagem fundamental da Escritura pode ser resumida no anúncio profético de que, no futuro, Deus levantará um homem que governará sobre a terra com cetro de justiça e equidade. Naquele tempo, as nações da terra abandonarão suas armas e as transformarão em instrumentos de plantio e colheita. A guerra dará lugar à paz. Os governantes serão substituídos por outros leais ao Messias e, periodicamente, eles visitarão Jerusalém onde aprenderão com Ele sobre como governar. Todas as parábolas são claras em afirmar que o Evangelho é, acima de tudo, a Boa Noticia de que Deus está estabelecendo na terra uma nova ordem político-social, um novo Reino, um Reino de Paz, Justiça e Alegria no Espírito Santo e que todas as profecias são precisas em afirmar que Jesus de Nazaré é o Messias, o homem escolhido por Deus para governar sobre tudo e sobre todos.
Querido, se ampliarmos nossa visão do Evangelho, faremos uma leitura diferente do que está acontecendo nas ruas do país e, quem sabe, entenderemos que, na verdade, estamos diante de um grande clamor. É óbvio, eu sei, que as pessoas que protestam tem pouca consciência disso, mas mesmo sem saber elas estão dizendo que anseiam pelo governo do Justo de Deus. Sem saber, elas estão clamando em alto e bom som: “venha a nós o vosso Reino e seja feita a tua vontade na terra”.
Irmão, precisamos abrir a cabeça e perceber que estamos diante de uma grande oportunidade de anúncio da Esperança. Precisamos esclarecer às pessoas que o Evangelho é a resposta de Deus ao anseio do coração delas. Precisamos lhes esclarecer que o Reino de Deus é a utopia possível que se realizará no tempo apropriado.
Precisamos dizer a elas que ainda há esperança e que no devido tempo, “em todo porto tremulará a velha bandeira da vida. Todo farol iluminará uma ponta de esperança. E se virá, será quando menos se esperar, de onde ninguém imagina. Demolirá toda certeza vã. Não sobrará pedra sobre pedra. E toda raça experimentará para todo mal A Cura”.
Os artigos e comentários publicados na seção Palavra do Leitor são de única e exclusiva responsabilidade
dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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