Palavra do leitor
20 de janeiro de 2013- Visualizações: 991
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Projeto "Adão"
Gêneses, cap. 1
“26 Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; [...] 27 Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.”
“31 Viu Deus tudo quanto fizera, eis que era muito bom. Houve tarde e manhã o sexto dia.”
As coisas saíram do eixo. O homem caiu, comprometendo um projeto “muito bom” - como verificado pelo Criador. Agora, os objetos da criação perderam suas posições de origem, que eram até então posições de harmonia, de toda criação com toda criação, assim como com o Criador. Como uma engrenagem quebrada, compromete todo um sistema; assim em efeito dominó, aquele que era o contato animado de toda criação com o Criador (o homem), provoca uma perturbação funcional na criação divina.
Agora o Criador, vê de longe, aquela criaturazinha se embaraçando toda com esse conhecimento do bem o mal que assumiu, e até outro dia lhe dava água na boca. Pobre coitada, se ao menos imaginasse o trabalho que teria administrando tal máquina; a perturbação que isso lhe traria...
Mas, o Criador deseja reconstruir o elo, Ele não depressa aquela engrenagem quebrada, o seu plano é reconstruir tudo aquilo que era “muito bom”, e agora, esse Deus de caminhos retos, justos e sinceros. O Deus que não tem pacto com o que é mal, nem usa planos tortos para alcançar seus objetivos; usará um objeto de mesmo peso, porem, de polo oposto ao usado para desequilibrar o sistema; o colocará na outra bandeja da balança, para nivelar a relação até a pouco perturbada, e reestabelecer o seu Reino.
A infidelidade de Adão é retrucada com a fidelidade do Filho de Deus. Jesus é o novo Adão. Se por Adão caímos (figura humana que representa todos nós), através do Novo Adão (figura humana que também representa todos nós) nos ligamos ao Pai Celestial. Só que como a queda foi facultativa (“comer ou não o fruto”) também a reconciliação deverá usar de livre arbítrio.
E Jesus foi (e é) mais que um objeto quaisquer de sacrifício expiatório. Ele é o próprio padrão de Ser Humano (projeto perfeito) enviado por Deus para nos ensinar a viver em harmonia dentro de sua Criação. Aceita-lo é mais que usar um pronome de tratamento ao se referir a Ele. Aceita-lo é agir conforme ele agiu, buscando seus sentimentos e motivações; seu Espírito, seu animo, sua Missão.
Por isso, a inquietude do cristão. Por isso ele não assume a forma do mundo caído, mas fica se contorcendo nas fôrmas que “este século” lhe prepara; isso é para que não assuma a estas formas, mas se transforme por intermédio de Cristo; e experimente qual é a (muito) boa, perfeita e agradável vontade de Deus.
“Agora vemos em parte, mas então veremos face a face”
“26 Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; [...] 27 Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.”
“31 Viu Deus tudo quanto fizera, eis que era muito bom. Houve tarde e manhã o sexto dia.”
As coisas saíram do eixo. O homem caiu, comprometendo um projeto “muito bom” - como verificado pelo Criador. Agora, os objetos da criação perderam suas posições de origem, que eram até então posições de harmonia, de toda criação com toda criação, assim como com o Criador. Como uma engrenagem quebrada, compromete todo um sistema; assim em efeito dominó, aquele que era o contato animado de toda criação com o Criador (o homem), provoca uma perturbação funcional na criação divina.
Agora o Criador, vê de longe, aquela criaturazinha se embaraçando toda com esse conhecimento do bem o mal que assumiu, e até outro dia lhe dava água na boca. Pobre coitada, se ao menos imaginasse o trabalho que teria administrando tal máquina; a perturbação que isso lhe traria...
Mas, o Criador deseja reconstruir o elo, Ele não depressa aquela engrenagem quebrada, o seu plano é reconstruir tudo aquilo que era “muito bom”, e agora, esse Deus de caminhos retos, justos e sinceros. O Deus que não tem pacto com o que é mal, nem usa planos tortos para alcançar seus objetivos; usará um objeto de mesmo peso, porem, de polo oposto ao usado para desequilibrar o sistema; o colocará na outra bandeja da balança, para nivelar a relação até a pouco perturbada, e reestabelecer o seu Reino.
A infidelidade de Adão é retrucada com a fidelidade do Filho de Deus. Jesus é o novo Adão. Se por Adão caímos (figura humana que representa todos nós), através do Novo Adão (figura humana que também representa todos nós) nos ligamos ao Pai Celestial. Só que como a queda foi facultativa (“comer ou não o fruto”) também a reconciliação deverá usar de livre arbítrio.
E Jesus foi (e é) mais que um objeto quaisquer de sacrifício expiatório. Ele é o próprio padrão de Ser Humano (projeto perfeito) enviado por Deus para nos ensinar a viver em harmonia dentro de sua Criação. Aceita-lo é mais que usar um pronome de tratamento ao se referir a Ele. Aceita-lo é agir conforme ele agiu, buscando seus sentimentos e motivações; seu Espírito, seu animo, sua Missão.
Por isso, a inquietude do cristão. Por isso ele não assume a forma do mundo caído, mas fica se contorcendo nas fôrmas que “este século” lhe prepara; isso é para que não assuma a estas formas, mas se transforme por intermédio de Cristo; e experimente qual é a (muito) boa, perfeita e agradável vontade de Deus.
“Agora vemos em parte, mas então veremos face a face”
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