Apoie com um cafezinho
Olá visitante!
Cadastre-se

Esqueci minha senha

  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.
Seja bem-vindo Visitante!
  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.

Palavra do leitor

Os direitos do Supremo

Deuteronômio 32:39-40.

O reinvidicador aquí é Deus, O Grande Eu Sou, o fundamento de todo ser existente em todos os níveis. Ele está tendo seus direitos violados pela ciência moderna representada por Martin Heidegger, Fritjof Carpra e Leonardo Boff, que agem como representantes das correntes modernistas. Eles, e seus seguidores estão sendo convocados a depor sobre suas violações e tentativas de isolar Yahweh, destituí-Lo de seu lugar de Deus, Criador e Sustentador do universo.

Heidegger apresenta o ser humano como o "jogado no mundo", o "sozinho" e um "ser-para-a-morte".

Carpra rejeita o direito no Criador e apoia a teoria da auto criação dizendo que há um entrelaçamento de "bios" num "fio" de vida que liga todos os seres biológicos numa teia e assim, sem espaço para Deus.

Boff que começou com Deus, agora diz que qualquer idéia de Deus é válida. A criação foi feita no "big-bang".

Milhares estão assimilando as suas violações . Yahweh coloca estes e centenas de outros no Tribunal da mente humana, e reinvidica seus direitos que são os seguintes: Seu direito de ser o Ser dos Seres, e fundamento do ser; de ser Criador e sustentador inteligente; o direito sobre a vida humana no sentido mais geral possível; e de assumir a forma humana na pessoa de Jesus Cristo, o verbo que se fez carne, o rejeitado, condenado, crucificado, ressuscitado, visto e arrebatado, deixando como seus representantes a igreja cristã.
Eienstein, Eichrodt , Thomas de Aquino, Agostinho e os movimentos Criacionista americano e mundial confrontam os violadores.

Seus direitos por ser o Fundamento de todo ser.
Antes de Heidgger, Deus colocou diante do homem o problema do ser. A Moisés Deus se revela com o nome "Yahweh" (Eu SOU que SOU). Exegetas judeus como Cassuto, declaram que Deus está dizendo: "Eu Sou o fundamento de todo ser criado, Eu estou além da noção de tempo e do espaço. Para Mim só há o presente, o passado e o futuro estão sempre diante Mim". Eichrodt ensina que a imagem de Deus do Antigo Israel recebe sua peculiaridade fundamental da síntese entre o poder divino ilimitado e a voluntária auto-limitação de Deus ao fundar no acordo no qual a divindade se revela com vontade soberana e pessoal.

Conclui-se que, no processo de esclarecimento conceitual do Ser de Deus, o fato mais importante é confirmação dos direitos de Deus. O fundamental para o povo de Israel não eram conceitos metafísicos-teológicos, mas a relação pessoal, o conhecimento, e o respeito aos direitos Dele.

A onipotência é a garantia de que no contexto do ser criado, para Deus não há nada impossível. Em Sua onisciência, penetra e perscruta os mais íntimos sentimentos humanos e intenções boas e más. Pela Sua Graça, se aproxima do homem piedoso e espiritual. Ele dirige os passos, provendo para estes uma vida equilibrada, e saudável e eterna. A imutabilidade e eternidade, garantem a lógica e a credibilidade das Sagradas Escrituras, onde o homem amplia o seu conhecimento pessoal de Deus. (Leia Jer.29:13). Todos estes atributos metafísicos de Deus são que promovem sua capacidade de julgar, perdoar e punir. Qualquer pessoa que intencionalmente viola estes direitos de Deus, se torna réu, e vai ser julgada, caso não mude suas opiniões.

Seus direitos como Criador inteligente.
Yahweh reserva para Sí o direito de ser conhecido pela revelação histórica como é registrada (Jeremias 10:9 ss).

Einstein, criador da teoria da relatividade declarou, "um universo sem Deus não tem sentido e nem lógica". Einstein não mudou sua posição como pretendem anunciar os evolucionistas fanáticos.

Agostinho, o filósofo e cientista que ajudou a modelar o pensamento cristão, declarou, "Ó Deus, Senhor e Criador do universo, Tu nos criastes para Ti, e nossa alma só descansa em Ti".

Thomas de Aquino, teólogo, cientista e filósofo, produziu as cinco provas da existência de Deus. São estas as provas: 1. O argumento de potência e ato. Somente um ser que existe em potencia, possibilita a existência de outros seres. 2. A noção de causa eficiente. Como nada se causa a sí mesmo, é necessário existir uma primeira causa. 3. O ser necessário. Um ser necessário é a razão de existir todas as coisas. 4. A noção de um ser perfeito. Tem de haver um ser de padrão perfeito para modelar as imperfeições do ser humano. 5. A existência de uma inteligência ordenadora. As ordenações do universo requerem uma inteligência ordenadora para manter a ordem dos planetas e das galáxias.

Os argumentos dos defensores da fé em Deus, são suficientes para denunciar as violações contra os direitos de Deus. Os ateístas, os modernistas, os anti-religião e os que têm fobia da teologia, não querem enxergar essas violações. O tribunal da mente humana está em sessão, convocando nos a assumir uma posição pró, ou contra, essas violações. Não há meio termo.
Bundaberg - MG
Textos publicados: 1 [ver]

Os artigos e comentários publicados na seção Palavra do Leitor são de única e exclusiva responsabilidade
dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.

QUE BOM QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI.

Ultimato quer falar com você.

A cada dia, mais de dez mil usuários navegam pelo Portal Ultimato. Leem e compartilham gratuitamente dezenas de blogs e hotsites, além do acervo digital da revista Ultimato, centenas de estudos bíblicos, devocionais diárias de autores como John Stott, Eugene Peterson, C. S. Lewis, entre outros, além de artigos, notícias e serviços que são atualizados diariamente nas diferentes plataformas e redes sociais.

PARA CONTINUAR, precisamos do seu apoio. Compartilhe conosco um cafezinho.


Opinião do leitor

Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta

Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.