Palavra do leitor
01 de dezembro de 2025- Visualizações: 310
comente!- +A
- -A
-
compartilhar
Onde está Deus em meio a tudo isso?
Texto de Lucas 10.25-35 e Jó 42.7
A realidade a qual estamos, a cada dia, parece nos desafiar a não mais acreditar em nada e se conformar mesmo. A cada dia, estamos sujeitos a nos deparar com situações, seja de ordem global, seja de ordem local, seja de ordem interpessoal e pessoal, com aquela sensação de o melhor a ser feito se encontra em aceitar e fazer o que se pode. A cada dia, ao acessar as redes digitais, ao ler os jornais, ao assistir os noticiários, ao ouvir os comentários sinto como se estivesse por ser levado por uma onda de distorção e angustiante. A cada dia, chego à conclusão de que o ser humano continua, cada vez mais, indiferente, vitimizado por tudo, escondido em ideologias descoladas da realidade, do que é certo e de não olhar para o outro como parte de uma solidariedade transformadora da vida e não como um objeto a ser usado, destruído, manipulado e descartado. Em meio a esses relatos, as pandemias não nos fizeram rever as prioridades, as guerras idem, as mazelas idem, os abusos idem, as arbitrariedades idem e não sei quanto a você, mas observo estar num estado de vulnerabilidade crescente, ao observar a fragilidade estampada das instituições públicas e privadas, como dos governos. Não paro por aqui, todos os esforços, em prol de um mundo melhor, se desmancham, se desfazem, se desmoronam, como um castelo de areia ao ser alcançado pelas águas inexoráveis das crises. Então, a pergunta a qual faço e muitos devem fazer aos ditos cristãos: Onde está Deus em meio a tudo isso? Onde posso encontrar Deus em meio a esses cenários de desajustes e confusões para todos os lados? Será que Deus está disposto a se manifestar e apresentar? Por tal turno, Deus está aí e se ocupa com o que tem acontecido, por essas bandas? Às vezes, sinto que as minhas respostas são sem efeito, sem eficácia alguma, quando observo uma pessoa num estado deplorável, numa doença terminal, desenganada pelos especialistas e não posso negar o advir daquela sonoridade: Onde está Deus, em meio a tudo isso? Quiçá, uma resposta a ser concedida se pauta de que não somos robôs, de que não somos marionetes, de que não somos bonecos adestrados, de que não somos uma inteligência artificial, de que não somos papagaio de pirata e, em suma, de que não somos uma programação definida para ser assim e assado e ponto final. Somos, sim e sim, seres de moralidade, de escolhas entre o certo e o errado, de livre arbitrio para exercer a liberdade e a responsabilidade por nossos atos e posições. Caso não fosse dessa maneira, categoricamente, jamais existiríamos, não haveria a vida, não haveria nada, nada mesmo. Sem essa condição de escolher, de decidir, de se posicionar, não poderia ser vivenciado o amor, o ser solidário, a justiça, a amizade, o companheirismo, os vínculos autênticos e ir além das satisfações. Então, pode-se chegar a uma ampliação em prol de uma resposta, a partir da trajetória do Deus Ser Humano Jesus Cristo, o Deus encarnado, o Deus que desceu as ladeiras das vicissitudes ou das contingências ou das contradições da vida humana, o Deus que termina a sua trajetória numa cruz, com as mãos e os pés rompidos por pregos, com uma coroa de espinhos e escárnio, com todo o seu corpo impactado pelos efeitos da dor e da aflição ao extremo. Presumidamente, o Deus das escrituras sagradas adentra, vivencia e experimenta tanto a dor quanto o sofrimento humano (atentemos: o sofrimento e a aflição de seres humanos, de pessoas, de gente e não de anjos, de deuses, de mitos, de avatares, de demônios, de heróis, de santos). Destarte, o Deus das escrituras sagradas mostra e demonstra de que a vida e o viver envolve estar sujeito a dor, ao sofrimento, a aflição e não faço nenhum discurso de conformismo com o mal. Diametralmente oposto, apresenta-se como um Deus que sentiu tudo isso, como personificado por meio de Jesus Cristo, na própria pele, na própria face, na própria alma, no próprio corpo. Grosso modo, onde está Deus, em meio a tudo isso? Simplesmente digo haver e ser o Deus das escrituras sagradas, como aquele que adentrou na história dos homens para ajudá-los a seguir adiante, sem fechar os olhos para o sofrimento, a aflição, a dor e as convulsões da existência, porque naquela cruz, também, responde que sofreu e sofreu, por cada um de nós, para nos oferecer um novo tempo, um viver eterno, num novo céu e numa nova terra.
A realidade a qual estamos, a cada dia, parece nos desafiar a não mais acreditar em nada e se conformar mesmo. A cada dia, estamos sujeitos a nos deparar com situações, seja de ordem global, seja de ordem local, seja de ordem interpessoal e pessoal, com aquela sensação de o melhor a ser feito se encontra em aceitar e fazer o que se pode. A cada dia, ao acessar as redes digitais, ao ler os jornais, ao assistir os noticiários, ao ouvir os comentários sinto como se estivesse por ser levado por uma onda de distorção e angustiante. A cada dia, chego à conclusão de que o ser humano continua, cada vez mais, indiferente, vitimizado por tudo, escondido em ideologias descoladas da realidade, do que é certo e de não olhar para o outro como parte de uma solidariedade transformadora da vida e não como um objeto a ser usado, destruído, manipulado e descartado. Em meio a esses relatos, as pandemias não nos fizeram rever as prioridades, as guerras idem, as mazelas idem, os abusos idem, as arbitrariedades idem e não sei quanto a você, mas observo estar num estado de vulnerabilidade crescente, ao observar a fragilidade estampada das instituições públicas e privadas, como dos governos. Não paro por aqui, todos os esforços, em prol de um mundo melhor, se desmancham, se desfazem, se desmoronam, como um castelo de areia ao ser alcançado pelas águas inexoráveis das crises. Então, a pergunta a qual faço e muitos devem fazer aos ditos cristãos: Onde está Deus em meio a tudo isso? Onde posso encontrar Deus em meio a esses cenários de desajustes e confusões para todos os lados? Será que Deus está disposto a se manifestar e apresentar? Por tal turno, Deus está aí e se ocupa com o que tem acontecido, por essas bandas? Às vezes, sinto que as minhas respostas são sem efeito, sem eficácia alguma, quando observo uma pessoa num estado deplorável, numa doença terminal, desenganada pelos especialistas e não posso negar o advir daquela sonoridade: Onde está Deus, em meio a tudo isso? Quiçá, uma resposta a ser concedida se pauta de que não somos robôs, de que não somos marionetes, de que não somos bonecos adestrados, de que não somos uma inteligência artificial, de que não somos papagaio de pirata e, em suma, de que não somos uma programação definida para ser assim e assado e ponto final. Somos, sim e sim, seres de moralidade, de escolhas entre o certo e o errado, de livre arbitrio para exercer a liberdade e a responsabilidade por nossos atos e posições. Caso não fosse dessa maneira, categoricamente, jamais existiríamos, não haveria a vida, não haveria nada, nada mesmo. Sem essa condição de escolher, de decidir, de se posicionar, não poderia ser vivenciado o amor, o ser solidário, a justiça, a amizade, o companheirismo, os vínculos autênticos e ir além das satisfações. Então, pode-se chegar a uma ampliação em prol de uma resposta, a partir da trajetória do Deus Ser Humano Jesus Cristo, o Deus encarnado, o Deus que desceu as ladeiras das vicissitudes ou das contingências ou das contradições da vida humana, o Deus que termina a sua trajetória numa cruz, com as mãos e os pés rompidos por pregos, com uma coroa de espinhos e escárnio, com todo o seu corpo impactado pelos efeitos da dor e da aflição ao extremo. Presumidamente, o Deus das escrituras sagradas adentra, vivencia e experimenta tanto a dor quanto o sofrimento humano (atentemos: o sofrimento e a aflição de seres humanos, de pessoas, de gente e não de anjos, de deuses, de mitos, de avatares, de demônios, de heróis, de santos). Destarte, o Deus das escrituras sagradas mostra e demonstra de que a vida e o viver envolve estar sujeito a dor, ao sofrimento, a aflição e não faço nenhum discurso de conformismo com o mal. Diametralmente oposto, apresenta-se como um Deus que sentiu tudo isso, como personificado por meio de Jesus Cristo, na própria pele, na própria face, na própria alma, no próprio corpo. Grosso modo, onde está Deus, em meio a tudo isso? Simplesmente digo haver e ser o Deus das escrituras sagradas, como aquele que adentrou na história dos homens para ajudá-los a seguir adiante, sem fechar os olhos para o sofrimento, a aflição, a dor e as convulsões da existência, porque naquela cruz, também, responde que sofreu e sofreu, por cada um de nós, para nos oferecer um novo tempo, um viver eterno, num novo céu e numa nova terra.
Os artigos e comentários publicados na seção Palavra do Leitor são de única e exclusiva responsabilidade
dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
01 de dezembro de 2025- Visualizações: 310
comente!- +A
- -A
-
compartilhar
QUE BOM QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI.
Ultimato quer falar com você.
A cada dia, mais de dez mil usuários navegam pelo Portal Ultimato. Leem e compartilham gratuitamente dezenas de blogs e hotsites, além do acervo digital da revista Ultimato, centenas de estudos bíblicos, devocionais diárias de autores como John Stott, Eugene Peterson, C. S. Lewis, entre outros, além de artigos, notícias e serviços que são atualizados diariamente nas diferentes plataformas e redes sociais.
PARA CONTINUAR, precisamos do seu apoio. Compartilhe conosco um cafezinho.

Opinião do leitor
Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta
Para escrever uma resposta é necessário estar cadastrado no site. Clique aqui para fazer o login ou seu cadastro.
Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.
Revista Ultimato
- +lidos
- +comentados
- O blá blá blá e Cartinha para Deus
- Mais que denominação: ser cristão é exalar vida e amor
- Hora de alegrar
- Hora de pregar
- Escuta impaciente
- A lei do mais forte e a paz
- O cristão num mundo da cultura do flerte e sedução
- O preconceito velado
- Se cada um abrir um ministério, quem serão os membros?
- Entre a fé e o preconceito: A igreja e o sofrimento mental
(31)3611 8500
(31)99437 0043






 copiar.jpg&largura=49&altura=65&opt=adaptativa)