Palavra do leitor
21 de junho de 2013- Visualizações: 1311
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O tiro que matou uma família
A dor da ausência é o mesmo que música sem melodia, violão sem corda ou mesmo que dias sem sol…
Aprender a superar a dor da perca tão repentina. O choro por não dar o último adeus em vida. A cena do volto logo mamãe, o portão se fecha. A mãe soa em alta voz “Deus te abençoe meu filho“, como numa espécie de tic tac tic tac o tempo para! Meia hora depois o tempo volta com a noticia desoladora “morreu“, “morreu“, “o Dé morreu“ avisa o amigo a mãe da vítima.
Como tiros de metralhadoras perfurando o coração da mãe e dos irmãos, eles escutam a notícia. É como se a presença de Deus sumisse por um segundo da existência.
A morte arranca de nós um pedaço do coração. E por falta deste pedaço criamos uma dependência terrível das pessoas, vem os vícios, as carências. É superar a dor, a solidão e a ausência!
Os 33 tiros que mataram a alma foi como estar com Cristo na cruz, levando chicotadas dos soldados romanos. A minha nudez e fragilidade diante a morte viram pó e vão com o vento, com o fim desta vida.
O grito de justiça de uma alma que vê em Deus a única saída. Onde encontrar? As pessoas não entendem o meu choro e a minha dor. Estou deitado no chão, e o meu espírito a observar toda a cena. É um sonho ou realidade Deus meu? Apenas vejo luzes da eternidade ofuscando os meus olhos. As pessoas choram outras só observam e conversam uma com as outras.
O peso da morte pesa mais que o oceano atlântico. Seu beijo, mais gelado que um iceberg.
Morte e vida! Amor de Deus que supre toda ausência. Choro e alegria. Lutas e vitórias! Superação na solidão. Fragilidade e fé em poder caminhar outra vez.
* Texto baseado numa história real.
Por Tiago Haka
Aprender a superar a dor da perca tão repentina. O choro por não dar o último adeus em vida. A cena do volto logo mamãe, o portão se fecha. A mãe soa em alta voz “Deus te abençoe meu filho“, como numa espécie de tic tac tic tac o tempo para! Meia hora depois o tempo volta com a noticia desoladora “morreu“, “morreu“, “o Dé morreu“ avisa o amigo a mãe da vítima.
Como tiros de metralhadoras perfurando o coração da mãe e dos irmãos, eles escutam a notícia. É como se a presença de Deus sumisse por um segundo da existência.
A morte arranca de nós um pedaço do coração. E por falta deste pedaço criamos uma dependência terrível das pessoas, vem os vícios, as carências. É superar a dor, a solidão e a ausência!
Os 33 tiros que mataram a alma foi como estar com Cristo na cruz, levando chicotadas dos soldados romanos. A minha nudez e fragilidade diante a morte viram pó e vão com o vento, com o fim desta vida.
O grito de justiça de uma alma que vê em Deus a única saída. Onde encontrar? As pessoas não entendem o meu choro e a minha dor. Estou deitado no chão, e o meu espírito a observar toda a cena. É um sonho ou realidade Deus meu? Apenas vejo luzes da eternidade ofuscando os meus olhos. As pessoas choram outras só observam e conversam uma com as outras.
O peso da morte pesa mais que o oceano atlântico. Seu beijo, mais gelado que um iceberg.
Morte e vida! Amor de Deus que supre toda ausência. Choro e alegria. Lutas e vitórias! Superação na solidão. Fragilidade e fé em poder caminhar outra vez.
* Texto baseado numa história real.
Por Tiago Haka
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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