Palavra do leitor
25 de janeiro de 2026- Visualizações: 404
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O seguidor de Jesus é para ser socialmente elogiado ou odiado?
O seguidor de Jesus é chamado para ser sal da terra e luz do mundo (Mt 5:14-16). Isso pressupõe presença. Relação. Proximidade. Jesus não foi um ermitão ou anacoreta. Sentava-se à mesa com pecadores. Conversava. Ouvia. O cristão não é chamado ao isolamento. Mas a ser acessível. Sociável.
Paulo afirma que somos o bom perfume de Cristo (2Co 2:15). Perfume espalha sua fragrância. Ele alcança todos ao redor, atraindo ou incomodando. Ainda assim, o perfume precisa exalar. O testemunho cristão exige visibilidade. Coerência. Impacto real.
Pedro orienta que o cristão esteja sempre pronto para responder (1Pd 3:15). Pronto para explicar sua esperança. Sua fé. Sua convicção. Mas não com agressividade. Não com arrogância. E sim com mansidão e respeito. A verdade não precisa ser gritada. Ela precisa ser vivida.
Sim, o cristão deve ser amistoso. Cordial. Pacífico. Alguém que reflete o caráter de Cristo no trato diário. No tom. No olhar. Na postura. Alguém que promove pontes. Não muros - excetos muros bem altos contra heresias, teorias e ideologias malignas, bem como o mundanismo, secularismo e cultura relativista pós-moderna.
Mas o próprio Jesus estabelece um contraste duro. Ele afirma que não veio trazer paz, mas espada. Revela que sua mensagem divide. E adverte: "Ai de vós quando todos vos louvarem (Lc 6:26)". Aceitação e elogio do mundo não é sinal de fidelidade. Muitas vezes é alerta de concessão.
Paulo reforça isso ao dizer que, se quisesse agradar a homens, não seria servo de Cristo (Gl 1:10). Tiago vai além e é mais direto. Afirma que a amizade do mundo é inimizade contra Deus (Tg 4:4), mostrando que não há conciliação entre verdades inegociáveis e valores opostos.
Por isso, o cristão não pode negociar princípios. Não pode diluir a verdade para parecer equilibrado. Nem suavizar o evangelho para não parecer fanático. Ser fiel pode gerar rótulos. Mas a fidelidade não é extremismo. É obediência.
Quando os métodos para atrair pessoas à igreja se tornam mundanos, ganha-se público, membros..., mas perde-se essência. Pessoas entram na igreja, mas não se rendem a Cristo. O mundo não se torna mais cristão. Os cristãos se tornam mais mundanos. E o evangelho puro acaba banalizado, profanado, escandalizado.
O apóstolo Paulo também lembrou: "Todos os que que querem viver piedosamente em Cristo sofrerão perseguições - Tm 3:12. Embora o cristão deva prezar pelo cultivo de boas relações interpessoais e bom trato para com todos, quando estas relações entram confronto com a vontade divina, Pedro resume de modo claro e firme: "Antes importa obedecer a Deus do que aos homens (At 5:19)."
A fidelidade a Deus nunca caminhou lado a lado com a aprovação popular. Portanto, ódio, hostilidade e detratação fazem parte do discipulado cristão, mas é preciso buscar direção do Santo Espírito para testemunhar com coragem, mansidão e amor incondicional a Jesus.
Como li dias atrás uma postagem de um padre, aqui parafraseio: "É contraditório cristãos buscarem o apreço de um mundo que crucificou Alguém perfeito." Assim, se rejeitaram Cristo, não aplaudirão seus seguidores. É o custo da lealdade de um discípulo de verdade.
"Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada." Mateus 10:34
Paulo afirma que somos o bom perfume de Cristo (2Co 2:15). Perfume espalha sua fragrância. Ele alcança todos ao redor, atraindo ou incomodando. Ainda assim, o perfume precisa exalar. O testemunho cristão exige visibilidade. Coerência. Impacto real.
Pedro orienta que o cristão esteja sempre pronto para responder (1Pd 3:15). Pronto para explicar sua esperança. Sua fé. Sua convicção. Mas não com agressividade. Não com arrogância. E sim com mansidão e respeito. A verdade não precisa ser gritada. Ela precisa ser vivida.
Sim, o cristão deve ser amistoso. Cordial. Pacífico. Alguém que reflete o caráter de Cristo no trato diário. No tom. No olhar. Na postura. Alguém que promove pontes. Não muros - excetos muros bem altos contra heresias, teorias e ideologias malignas, bem como o mundanismo, secularismo e cultura relativista pós-moderna.
Mas o próprio Jesus estabelece um contraste duro. Ele afirma que não veio trazer paz, mas espada. Revela que sua mensagem divide. E adverte: "Ai de vós quando todos vos louvarem (Lc 6:26)". Aceitação e elogio do mundo não é sinal de fidelidade. Muitas vezes é alerta de concessão.
Paulo reforça isso ao dizer que, se quisesse agradar a homens, não seria servo de Cristo (Gl 1:10). Tiago vai além e é mais direto. Afirma que a amizade do mundo é inimizade contra Deus (Tg 4:4), mostrando que não há conciliação entre verdades inegociáveis e valores opostos.
Por isso, o cristão não pode negociar princípios. Não pode diluir a verdade para parecer equilibrado. Nem suavizar o evangelho para não parecer fanático. Ser fiel pode gerar rótulos. Mas a fidelidade não é extremismo. É obediência.
Quando os métodos para atrair pessoas à igreja se tornam mundanos, ganha-se público, membros..., mas perde-se essência. Pessoas entram na igreja, mas não se rendem a Cristo. O mundo não se torna mais cristão. Os cristãos se tornam mais mundanos. E o evangelho puro acaba banalizado, profanado, escandalizado.
O apóstolo Paulo também lembrou: "Todos os que que querem viver piedosamente em Cristo sofrerão perseguições - Tm 3:12. Embora o cristão deva prezar pelo cultivo de boas relações interpessoais e bom trato para com todos, quando estas relações entram confronto com a vontade divina, Pedro resume de modo claro e firme: "Antes importa obedecer a Deus do que aos homens (At 5:19)."
A fidelidade a Deus nunca caminhou lado a lado com a aprovação popular. Portanto, ódio, hostilidade e detratação fazem parte do discipulado cristão, mas é preciso buscar direção do Santo Espírito para testemunhar com coragem, mansidão e amor incondicional a Jesus.
Como li dias atrás uma postagem de um padre, aqui parafraseio: "É contraditório cristãos buscarem o apreço de um mundo que crucificou Alguém perfeito." Assim, se rejeitaram Cristo, não aplaudirão seus seguidores. É o custo da lealdade de um discípulo de verdade.
"Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada." Mateus 10:34
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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