Palavra do leitor
24 de outubro de 2013- Visualizações: 1069
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O "facebook" de armas nas mãos
Muito se tem falado nos últimos dias sobre algumas consequências que o advento das redes sociais têm trazido a esta geração, muitos cientistas sociais têm se dedicado a este tópico. Evidentemente, aqui não pretendo colocar as redes sociais na berlinda, quero apenas chamar atenção para uma potencial consequência do uso errado dessas e outras ferramentas.
É perceptível que a geração que aí está tem se tornado cada vez mais apática e insensível a esferas importantes da vida humana. O contrassenso é que, via de regra, as redes sociais têm tornado alguns relacionamentos mais e mais superficiais. Pois essas ferramentas em muitos aspectos traz a falsa sensação de intimidade, mas não gera relacionamento íntimo profundo. Embora seja uma ferramenta que possibilita estender e viabilizar relações reais, sempre existe, também, o fantasma de que muito de nossas interações, a partir dela, sejam apenas, no sentido deletério da palavra, virtuais.
Vista especificamente como ferramenta de entretenimento penso que o mau uso das redes sociais, de maneira geral, tem roubado nossa disposição para meditação e reflexão profunda em aspectos relevantes da vida. Se não tomarmos os devidos cuidados isso pode ser ainda mais nocivo. No que diz respeito a fé por exemplo, poderíamos, com justiça, sermos acusados por nossos predecessores de sermos a geração em que mais as doutrinas fundamentais da fé cristã protestante estão espraiadas sobre a superfície dos corações; não criaram em nós raízes profundas.
Tanto tempo dispendido com entretenimento (stricto sensu) não nos permite, por exemplo, como nossos irmãos Puritanos, ter como prática em nossa experiência religiosa a meditação. Como afirmou Prioulo “a meditação bíblica firma em nossos corações as verdades bíblicas que aprendemos”. No geral, estamos entretidos demais para dedicarmos tempo de qualidade a meditação sistemática. Talvez, senão mudarmos radicalmente a forma como lidamos com todos os recursos que a nós estão disponíveis, jamais poderemos, com sinceridade, orar como o salmista: "Como amo a tua lei! Nela medito o dia inteiro." (Slm 119.97). E, talvez, isto seja o que de mais grave o "facebook" tem roubado de alguns de nós.
É perceptível que a geração que aí está tem se tornado cada vez mais apática e insensível a esferas importantes da vida humana. O contrassenso é que, via de regra, as redes sociais têm tornado alguns relacionamentos mais e mais superficiais. Pois essas ferramentas em muitos aspectos traz a falsa sensação de intimidade, mas não gera relacionamento íntimo profundo. Embora seja uma ferramenta que possibilita estender e viabilizar relações reais, sempre existe, também, o fantasma de que muito de nossas interações, a partir dela, sejam apenas, no sentido deletério da palavra, virtuais.
Vista especificamente como ferramenta de entretenimento penso que o mau uso das redes sociais, de maneira geral, tem roubado nossa disposição para meditação e reflexão profunda em aspectos relevantes da vida. Se não tomarmos os devidos cuidados isso pode ser ainda mais nocivo. No que diz respeito a fé por exemplo, poderíamos, com justiça, sermos acusados por nossos predecessores de sermos a geração em que mais as doutrinas fundamentais da fé cristã protestante estão espraiadas sobre a superfície dos corações; não criaram em nós raízes profundas.
Tanto tempo dispendido com entretenimento (stricto sensu) não nos permite, por exemplo, como nossos irmãos Puritanos, ter como prática em nossa experiência religiosa a meditação. Como afirmou Prioulo “a meditação bíblica firma em nossos corações as verdades bíblicas que aprendemos”. No geral, estamos entretidos demais para dedicarmos tempo de qualidade a meditação sistemática. Talvez, senão mudarmos radicalmente a forma como lidamos com todos os recursos que a nós estão disponíveis, jamais poderemos, com sinceridade, orar como o salmista: "Como amo a tua lei! Nela medito o dia inteiro." (Slm 119.97). E, talvez, isto seja o que de mais grave o "facebook" tem roubado de alguns de nós.
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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