Palavra do leitor
27 de julho de 2026- Visualizações: 21
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Meu eco de angustia!
Texto de Salmo 65.17 – "A ele gritou minha boca, e minha língua o exaltou’’.
A vida sempre nos apresenta a questão de lidar com um encontro tão desafiador e tão dissociável, como partes presentes em nossa existência. Grosso modo, falo sobre trilhar tanto pelo bem quanto pelo mal, tanto pela angústia quanto pela alegria de ser e de viver. Não há como fugir dessa constatação de termos sido jogados, aqui, neste oikos ou neste lugar comum da humanidade e buscamos ser resgatados e não necessariamente recolhidos. Afinal, se sinto um estado de desesperança, porque há um aceno para um novo tempo. Se não houver no ser humano, embora ainda que seja uma fagulha de lembrança, de ser a vida um espaço para nos alegrarmos, então, todo o nosso eco de angustia ou de desolação não passaria de uma distração e nada mais. Em meio a todo um arsenal de avanços e conquistas, as distrações são convidativas, com seus palavrórios para nos anestesiar ou com seus entretenimentos superestimulantes. Cada vez mais, encontramo-nos mergulhados no reverberar das buscas por uma felicidade utilitária, de custo e benefício, de conveniências, impulsionados por uma inveja e por uma cobiça sem fim, alimentados pelas vaidades ou pelas ilusões arrogantes de que nos bastamos, adestrados pelos modismos da mais colossal indiferença presunçosa, condicionados por uma subversiva orgia de sempre ser notado, não importa como. Eis em meio a esses mosaicos que escondem o nosso eco de angústia, de desolação, de vazio e de ausência de sentido, a qual, por isso mesmo, esses vendavais servem para mostrar que há algo de errado e que deve ser corrigido. Sem sombra de dúvida, pode-se substituir o dia do luto pela confirmação, diante do espalho da vida obscurecida pelos prazeres inúteis e vãos para me direcionar a uma alegria fundamental. O quanto olhar para essa alegria fundamental pode me adelgaçar, mas abre caminhos para um canto verdadeiro, para uma libertação verdadeira para, mesmo diante dos tempos escuros dos ecos de desolação, possamos encontrar a esperança da alegria, da justiça, da paz e misericórdia, ao permitir o extravasar das torrentes de desolações e inquietações para viver a comunhão com a palavra Jesus Cristo. Sempre se torna de bom alvitre mencionar, a saga da humanidade tem sido marcada por se corroída pelo mal, por suas conquistas acarretarem uma sensação de nada e, ainda assim, poder encontrar essa alegria, esse maravilhamento, esse deslumbramento e esse Retorno, me Cristo Jesus. Destarte, ao me confessar, sem rodeios e sem ladainhas, sem nenhuma intenção suasória e desculpas esfarrapadas, com a coragem e a honestidade, somos inundados pela vivacidade de sua criação, como proferido pelo Salmista David – "Para onde ir, longe do teu sopro? Para onde fugir, longe da tua presença? Se subo ao céu, tu lá estás; se deito no Xeol, aí te encontro, Salmo 138.7-8’’. As palavras do Salmista externam uma confissão de desolação e de reconhecer de que há diferenças entre o bem e o mal, entre a luz e o dia, entre a alegria e a desolação – "Que as trevas me cubram, e que a noite seja minha luz!’’, mas a treva para ti não é treva para ti; e a noite brilha como o dia, e as trevas são como a claridade, Salmo 138.11-12. Dou mais uma pinçada, a esperança do Salmista se encontra ferida, debilitada, abatida e, ademais, se manifesta como uma evidência ou um sinal, com uma tendência para amaldiçoar, todavia, em contrapartida, há uma benção ou há um favor para ajudá-los a ver a vida sobre a perspectiva do Retorno e de viver a paciência antes dos tempos que quer nos resgatar.
A vida sempre nos apresenta a questão de lidar com um encontro tão desafiador e tão dissociável, como partes presentes em nossa existência. Grosso modo, falo sobre trilhar tanto pelo bem quanto pelo mal, tanto pela angústia quanto pela alegria de ser e de viver. Não há como fugir dessa constatação de termos sido jogados, aqui, neste oikos ou neste lugar comum da humanidade e buscamos ser resgatados e não necessariamente recolhidos. Afinal, se sinto um estado de desesperança, porque há um aceno para um novo tempo. Se não houver no ser humano, embora ainda que seja uma fagulha de lembrança, de ser a vida um espaço para nos alegrarmos, então, todo o nosso eco de angustia ou de desolação não passaria de uma distração e nada mais. Em meio a todo um arsenal de avanços e conquistas, as distrações são convidativas, com seus palavrórios para nos anestesiar ou com seus entretenimentos superestimulantes. Cada vez mais, encontramo-nos mergulhados no reverberar das buscas por uma felicidade utilitária, de custo e benefício, de conveniências, impulsionados por uma inveja e por uma cobiça sem fim, alimentados pelas vaidades ou pelas ilusões arrogantes de que nos bastamos, adestrados pelos modismos da mais colossal indiferença presunçosa, condicionados por uma subversiva orgia de sempre ser notado, não importa como. Eis em meio a esses mosaicos que escondem o nosso eco de angústia, de desolação, de vazio e de ausência de sentido, a qual, por isso mesmo, esses vendavais servem para mostrar que há algo de errado e que deve ser corrigido. Sem sombra de dúvida, pode-se substituir o dia do luto pela confirmação, diante do espalho da vida obscurecida pelos prazeres inúteis e vãos para me direcionar a uma alegria fundamental. O quanto olhar para essa alegria fundamental pode me adelgaçar, mas abre caminhos para um canto verdadeiro, para uma libertação verdadeira para, mesmo diante dos tempos escuros dos ecos de desolação, possamos encontrar a esperança da alegria, da justiça, da paz e misericórdia, ao permitir o extravasar das torrentes de desolações e inquietações para viver a comunhão com a palavra Jesus Cristo. Sempre se torna de bom alvitre mencionar, a saga da humanidade tem sido marcada por se corroída pelo mal, por suas conquistas acarretarem uma sensação de nada e, ainda assim, poder encontrar essa alegria, esse maravilhamento, esse deslumbramento e esse Retorno, me Cristo Jesus. Destarte, ao me confessar, sem rodeios e sem ladainhas, sem nenhuma intenção suasória e desculpas esfarrapadas, com a coragem e a honestidade, somos inundados pela vivacidade de sua criação, como proferido pelo Salmista David – "Para onde ir, longe do teu sopro? Para onde fugir, longe da tua presença? Se subo ao céu, tu lá estás; se deito no Xeol, aí te encontro, Salmo 138.7-8’’. As palavras do Salmista externam uma confissão de desolação e de reconhecer de que há diferenças entre o bem e o mal, entre a luz e o dia, entre a alegria e a desolação – "Que as trevas me cubram, e que a noite seja minha luz!’’, mas a treva para ti não é treva para ti; e a noite brilha como o dia, e as trevas são como a claridade, Salmo 138.11-12. Dou mais uma pinçada, a esperança do Salmista se encontra ferida, debilitada, abatida e, ademais, se manifesta como uma evidência ou um sinal, com uma tendência para amaldiçoar, todavia, em contrapartida, há uma benção ou há um favor para ajudá-los a ver a vida sobre a perspectiva do Retorno e de viver a paciência antes dos tempos que quer nos resgatar.
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