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Palavra do leitor

Já não mais! [Sociologando e ou teologando]

Há que se pensar, planejar o que será a Igreja brasileira pós-pandêmica em seguida a essa situação inusitada; o Senhor Jesus predisse que "haverá tempo e já chegou" que os verdadeiros adoradores o adorarão em espírito e em verdade.

Assim, deverá ser uma vida espiritual no recôndito dos nossos corações, no secreto do nosso quarto; em espírito e em verdade já não mais só no monte, já não mais só em Jerusalém, já não mais só nos átrios, já não mais só nos altares, já não mais só nos templos, mas em espírito e em verdade em toda parte, extensões dos nossos quartos, inclusive nos templos, pois "um dia nos teus átrios vale mais que mil!" [até aqui foi o que disse eu no último parágrafo do meu artigo anterior – "Mais que mil"].

"Sociologando" e ou "teologando", embora não competente¹ em nenhuma das duas áreas, ouso analisar a situação pós-pandêmica; o esfriamento é o passo primeiro em direção à apostasia; assim teremos já aqui dois grupos: os mornos e os sem fé [ex-igrejeiros ou desigrejados, como já se diz por aí]:

• para o primeiro grupo precisará haver um trabalho muito difícil de reedificação que reavive/reacenda a brasa quase apagada; isso só se dará se o quase carvão/cinza voltar ao braseiro onde o fogo não se apaga.

• Para o segundo grupo, os "ex-igrejeiros" ou "desigrejados²", embora deva haver a participação dos irmãos remanescentes, há que se clamar ao Espírito Santo para que opere o "convencimento do pecado, da justiça e do juízo" (João 16. 8-11) nos corações dos que se afastaram; é a busca pela ovelha desgarrada, deixando as noventa e nove em segurança.

Haverá um outro grupo, o dos que permanecerem igreja, os quais, também, podemos subdividir em dois outros subgrupos:

• um deles é formado por aqueles que já têm no costume de congregar um "habitué" ou seja o hábito de estar no templo, periodicamente, cumprindo uma agenda, digamos, social além da espiritual.

• O quarto subgrupo é formado pelos que permanecerem igreja não só no templo, mas também fora das quatro paredes do templo, em suas atividades seculares: no trabalho, na escola, na família, na internet, na condução, no caminhar etc., exercendo a missão [grande comissão] que o Senhor Jesus nos outorgou, do IDE [tenho falado nisso em muitos artigos anteriores], cada um com os dons que recebeu do Espírito Santo de Deus – é o grupo do "mais vale um dia em teus átrios do que mil" (Salmo 84. 10):

"Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo" (Mateus 28. 19);

"Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura" (Marcos 16. 15);
"Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra" (Atos 1. 8).
Remanesce a questão paralela da Missão da Igreja:

1. o pessoal comprometido com o "ide", acima destacado, que é o instrumento para evangelizar aqueles que resistem à presença nos cultos em templos;

2. e o povo do compromisso "não deixemos de congregar":

"Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quando vedes que o dia se aproxima" (Hebreus 10. 25).

A própria palavra "Igreja", do grego "Ekklesía", em uma das suas traduções/interpretações, é definida como o movimento denominado "chamados para fora" em perfeita consonância com o "ide" determinado pelo Senhor Jesus.

Creio que são viáveis as duas proposições: congregar para edificação pessoal do "Corpo de Cristo" [a Igreja] e, na vida secular, levar o evangelho a toda criatura colocando em prática os respectivos dons que cada um recebeu, conforme explica o Apóstolo Paulo em sua primeira carta aos Coríntios, capítulo 12:

O próprio Espírito Santo distribui dons "como lhe apraz" (v. 11), "sempre para um fim proveitoso" (v. 7) sendo que: "a um é dada, mediante o Espírito, a palavra da sabedoria; e a outro, a palavra do conhecimento; a outro, a fé; a outro, dons de curar; a outro, operações de milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a um, variedade de línguas; e a outro, capacidade para interpretá-las" (v. 8-10).

¹. – Competência no sentido de "alçada"

². – De acordo com os Institutos de Pesquisas, os "desigrejados" compõem o grupo que não participa de igreja nenhuma e é o que mais cresce, mesmo antes da Pandemia.

Pense nisto!
São Paulo - SP
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Site: http://www.sefiel.com.br

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