Apoie com um cafezinho
Olá visitante!
Cadastre-se

Esqueci minha senha

  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.
Seja bem-vindo Visitante!
  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.

Palavra do leitor

Como sabemos que Deus não é mau?

Muitas pessoas duvidam da existência de Deus, porém não possuem tanta dúvida assim da presença de um ser maligno como o diabo. E eu as compreendo. Num mundo caído, onde superabundam a perversidade, o egoísmo e a miséria material, moral e espiritual, e no qual mesmo os gestos de aparente bondade não raras vezes encobrem más intenções, parece efetivamente mais razoável crer que exista um diabo na terra do que um Deus no Céu. Sobretudo, ao meu ver, corrobora tal impressão o fato de certas pessoas praticarem atos de tamanha maldade que somente a ação direta de demônios possa explicar.

Todavia, todo este estado de coisas nada mais faz senão reafirmar que, se há um Deus, então Ele necessariamente deve prover um modo de julgar e punir todos os atos abomináveis aqui praticados como forma de demonstrar seu inequívoco repúdio a eles. Um deus que jamais punisse a maldade seria igualmente mau. Daí a necessidade de Deus irar-se contra o ímpio e aplicar-lhe a dura pena de morte: a morte eterna, o inferno. Ao iníquo, que zomba de Deus através de uma vida de pecados, esgotadas todas as chances que o amor divino lhe conceda para o arrependimento, só lhe resta o destino de tantos quantos passaram suas vidas na terra como se não existisse um Deus no Céu: o único lugar onde, com efeito, Deus não existirá e onde sua misericórdia não penetrará: o inferno.

Esta é a maneira como sabemos que Deus não compactua com o mal: que Ele não será para sempre indiferente ao que acontece aqui embaixo. Eu também creria apenas num diabo se não soubesse que um dia Deus irá fazer a sua obra, a sua estranha obra, e executar o seu ato, o seu estranho ato (Isaías 28:21), onde, impelido por sua santa ira contra o mal, fará o que não Lhe apraz, o que é deveras estranho ao Seu característico amor, mas que, todavia, é o justo: retribuir ao ímpio conforme as suas impiedades e ao justo de acordo com as justiças oferecidas a ele por Cristo na cruz e manifestamente aceitas através de uma vida de santificação.

Isaías Medeiros
https://www.facebook.com/blogdoisaias/
Florianópolis - SC
Textos publicados: 43 [ver]
Site: http://www.facebook.com/blogdoisaias

Os artigos e comentários publicados na seção Palavra do Leitor são de única e exclusiva responsabilidade
dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.

QUE BOM QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI.

Ultimato quer falar com você.

A cada dia, mais de dez mil usuários navegam pelo Portal Ultimato. Leem e compartilham gratuitamente dezenas de blogs e hotsites, além do acervo digital da revista Ultimato, centenas de estudos bíblicos, devocionais diárias de autores como John Stott, Eugene Peterson, C. S. Lewis, entre outros, além de artigos, notícias e serviços que são atualizados diariamente nas diferentes plataformas e redes sociais.

PARA CONTINUAR, precisamos do seu apoio. Compartilhe conosco um cafezinho.


Opinião do leitor

Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta

Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.