Palavra do leitor
03 de abril de 2026- Visualizações: 45
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Cadáveres não irão a Páscoa!
"Não há como falar da Páscoa, senão houver a consideração de um passo a mais’’.
A Páscoa pontua para um evento de passagem e de uma liberdade transformadora. Deve ser anotado, não para na matéria da liberdade, porque desemboca na Ressurreição de Jesus de Nazaré e, caso assim não fosse, estaríamos por comemorar um acontecimento de efeitos meramente terrenos. Nessa linha de raciocínio, ao se abordar sobre a Ressurreição, adentramos na discussão de que Jesus Cristo ressuscitou e não reviveu dentre os mortos.
Agora, segundo os ecos dos velhos ícones do ateísmo, como do ferrenho cético David Hume, quanto dos denominados precursores do ateísmo pós-moderno, defender e referendar a ressurreição, de que Jesus Cristo ressuscitou, seria equivalente a admitir violações ou deturpações ou anulações as leis da natureza. Em contrapartida, o que dizer das assertivas afirmações do catedrático William Phillips, contemplado com o Prêmio Nobel de Física de 1998; o físico quântico da Universidade de Cambridge, o catedrático John Polkinghonrne e das considerações do outrora Diretor do Projeto Genoma Humano, Francis Collins, além de outros e mais outros, as quais são contundentes e coerentes em defender a ressurreição de Jesus Cristo, como evidencia precípua da cosmovisão cristã.
Logo, não há como falar, comentar, celebrar e viver a páscoa sem a ressurreição, não há como viver a ressurreição sem os milagres!!!
Por essa razão, a páscoa sempre abre as cortinas para um passo a mais. O passo a direção da ressureição, porque o milagre ou o ato esplendoroso da ressurreição acarretou a instauração do Cristianismo. Além de ser sua mensagem central, de ser sua tônica e de ser sua égide primal, Atos 1.22. Vou adiante, sem a ressurreição, sem esse passo a mais, toda a mensagem cristã se tornaria anódina ou sem eficácia alguma, se tornaria inócua ou sem efeito algum e, se Cristo não ressuscitou, nossa pregação é inútil, como também é inútil a fé que vocês tem, 1 Coríntios 15.14.
É bem verdade, para os refutadores ou negadores da ressurreição de Jesus Cristo, partem do pressuposto ou do princípio de ser o universo no qual estamos sujeito as leis de causa e efeito, com a condição de prever os acontecimentos do hoje, do ontem e do amanhã. De tal modo, considerar um Deus não atrelado ao tempo, ao espaço e a matéria, com os apanágios ou os privilégios para intervir nessa realidade, literalmente, seria uma afronta, uma violação, uma deturpação as leis da natureza, da causa e do efeito.
Por sua vez, as alegações de ser o enfoque da ressurreição, como algo advindo de mentes primitivas, de conteúdos míticos, alegóricos e idílicos ou irreais, não se sustenta, por mais plausível possa ser. Afinal, a testificação de um milagre, como o da ressurreição, ou de um ato esplendoroso, passa e perpassa por uma noção específica, clara e objetiva de que os eventos acontecem por causa de uma necessária regularidade, de causa e efeito para, tão somente assim, pode haver uma condição de conceber aquele ato como um milagre ou não.
Não há como declarar algo como anormal, caso não haja uma percepção do que vem a ser normal, como tampouco não se tenha uma leitura das causas e dos efeitos. Faz-se observar, as pessoas da época de Jesus Cristo tinham a percepção de que cadáveres não se levantam, nem removem pedras e muito menos saem dos túmulos para se encontrarem com os vivos. Além disso, a ressurreição se firmou se formou num compêndio amplo e vasto de evidências ou de sinais ou de indícios ou de provas cabais, contundentes e coesas.
Evidentemente, o ato interventor do Deus Criador de tudo e de todos, aliás, não pode ser olvidado ou esquecido ou obliterado ou deixar desaparecer de que esse ato interventor tão somente pode ser concebido, porque há uma compreensão das leis da natureza. A ressurreição não anulou as leis da natureza, da causa e efeito, porque sinaliza para o ato interventor do Deus Criador de tudo e de todos. Sempre se consiste de bom alvitre mencionar, Jesus não ressuscitou, segundo os preceitos das leis naturais ou por uma instrumentalidade ou por um mecanismo natural, mas sim por meio de um evento sobrenatural.
Dou mais uma pinçada, os cristãos não execram ou abominam as leis da natureza, malgrado são estas os meios para apontar de que se trata de um ato interventor sobrenatural, de que se trata de um milagre ou de um ato esplendoroso. Deveras, ser cristão envolve acreditar no ato Criador que tudo fez com ordem, com lógica, com regularidade, com sentido e com conhecimento, embora não seja o universo um arcabouço ou um sistema ou uma casa fechada que o seu arquiteto e ordenador não pode adentrar, nem intervir e muito menos se manifestar diante do ser humano.
Ademais, cadáveres não irão à páscoa, não irão ao almoço de sexta-feira santa, não irão sábado e não irão ao domingo da ressureição, mas Jesus Cristo sim!
A Páscoa pontua para um evento de passagem e de uma liberdade transformadora. Deve ser anotado, não para na matéria da liberdade, porque desemboca na Ressurreição de Jesus de Nazaré e, caso assim não fosse, estaríamos por comemorar um acontecimento de efeitos meramente terrenos. Nessa linha de raciocínio, ao se abordar sobre a Ressurreição, adentramos na discussão de que Jesus Cristo ressuscitou e não reviveu dentre os mortos.
Agora, segundo os ecos dos velhos ícones do ateísmo, como do ferrenho cético David Hume, quanto dos denominados precursores do ateísmo pós-moderno, defender e referendar a ressurreição, de que Jesus Cristo ressuscitou, seria equivalente a admitir violações ou deturpações ou anulações as leis da natureza. Em contrapartida, o que dizer das assertivas afirmações do catedrático William Phillips, contemplado com o Prêmio Nobel de Física de 1998; o físico quântico da Universidade de Cambridge, o catedrático John Polkinghonrne e das considerações do outrora Diretor do Projeto Genoma Humano, Francis Collins, além de outros e mais outros, as quais são contundentes e coerentes em defender a ressurreição de Jesus Cristo, como evidencia precípua da cosmovisão cristã.
Logo, não há como falar, comentar, celebrar e viver a páscoa sem a ressurreição, não há como viver a ressurreição sem os milagres!!!
Por essa razão, a páscoa sempre abre as cortinas para um passo a mais. O passo a direção da ressureição, porque o milagre ou o ato esplendoroso da ressurreição acarretou a instauração do Cristianismo. Além de ser sua mensagem central, de ser sua tônica e de ser sua égide primal, Atos 1.22. Vou adiante, sem a ressurreição, sem esse passo a mais, toda a mensagem cristã se tornaria anódina ou sem eficácia alguma, se tornaria inócua ou sem efeito algum e, se Cristo não ressuscitou, nossa pregação é inútil, como também é inútil a fé que vocês tem, 1 Coríntios 15.14.
É bem verdade, para os refutadores ou negadores da ressurreição de Jesus Cristo, partem do pressuposto ou do princípio de ser o universo no qual estamos sujeito as leis de causa e efeito, com a condição de prever os acontecimentos do hoje, do ontem e do amanhã. De tal modo, considerar um Deus não atrelado ao tempo, ao espaço e a matéria, com os apanágios ou os privilégios para intervir nessa realidade, literalmente, seria uma afronta, uma violação, uma deturpação as leis da natureza, da causa e do efeito.
Por sua vez, as alegações de ser o enfoque da ressurreição, como algo advindo de mentes primitivas, de conteúdos míticos, alegóricos e idílicos ou irreais, não se sustenta, por mais plausível possa ser. Afinal, a testificação de um milagre, como o da ressurreição, ou de um ato esplendoroso, passa e perpassa por uma noção específica, clara e objetiva de que os eventos acontecem por causa de uma necessária regularidade, de causa e efeito para, tão somente assim, pode haver uma condição de conceber aquele ato como um milagre ou não.
Não há como declarar algo como anormal, caso não haja uma percepção do que vem a ser normal, como tampouco não se tenha uma leitura das causas e dos efeitos. Faz-se observar, as pessoas da época de Jesus Cristo tinham a percepção de que cadáveres não se levantam, nem removem pedras e muito menos saem dos túmulos para se encontrarem com os vivos. Além disso, a ressurreição se firmou se formou num compêndio amplo e vasto de evidências ou de sinais ou de indícios ou de provas cabais, contundentes e coesas.
Evidentemente, o ato interventor do Deus Criador de tudo e de todos, aliás, não pode ser olvidado ou esquecido ou obliterado ou deixar desaparecer de que esse ato interventor tão somente pode ser concebido, porque há uma compreensão das leis da natureza. A ressurreição não anulou as leis da natureza, da causa e efeito, porque sinaliza para o ato interventor do Deus Criador de tudo e de todos. Sempre se consiste de bom alvitre mencionar, Jesus não ressuscitou, segundo os preceitos das leis naturais ou por uma instrumentalidade ou por um mecanismo natural, mas sim por meio de um evento sobrenatural.
Dou mais uma pinçada, os cristãos não execram ou abominam as leis da natureza, malgrado são estas os meios para apontar de que se trata de um ato interventor sobrenatural, de que se trata de um milagre ou de um ato esplendoroso. Deveras, ser cristão envolve acreditar no ato Criador que tudo fez com ordem, com lógica, com regularidade, com sentido e com conhecimento, embora não seja o universo um arcabouço ou um sistema ou uma casa fechada que o seu arquiteto e ordenador não pode adentrar, nem intervir e muito menos se manifestar diante do ser humano.
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