Palavra do leitor
12 de dezembro de 2012- Visualizações: 1626
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Amor, loucura e glória [parte 1]
Desde pequenos ouvimos na escola bíblica e em nossas reuniões em geral, os homens e mulheres de Deus pregando sobre o amor de Deus e sobre o amor entre os irmãos.
Sabemos que depois de Cristo, os mandamentos entregues a Moisés, foram resumidos em dois: Amar a Deus acima de tudo e amar ao seu próximo como a ti mesmo. (Romanos 13:9)
Em Romanos 12:9, Paulo diz que nosso amor deve ser sincero, não fingido. Ele completa dizendo que devemos nos apegar ao bem e aborrecer ao mal.
Então quando praticamos o amor sincero, seja ajudando um irmão necessitado ou emprestando nossos ouvidos ao desabafo de um amigo, praticamos o bem. Fazendo isso automaticamente aborrecemos o mal. Isto também está escrito em Romanos 12:20.
Mas até aí tudo bem, como disse antes, isso é pregado desde sempre em nossas igrejas. Mas será que aplicamos isso em todas as áreas de nossas vidas? Será que não temos levado o amor em uma bolsa e o “liberamos” quando achamos conveniente?
Em 1 Coríntios 13:4-7, temos um texto muito conhecido e repetido, porém pouco aplicado. O texto é muito claro quando diz no versículo sete que o amor “Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”. E quando se diz tudo, é tudo mesmo!
Quando a atendente do telemarketing de uma empresa se mostra disposta em tirar toda a sua paciência não querendo solucionar seu problema, você faz o que? Solta meia dúzia de palavrões, xinga a mãe dela, a ameaça? Claro que não devemos ser feitos de tolos ou passados para trás, temos direitos que nos são garantidos por lei, mas até mesmo na sabedoria popular, quando perdemos a compostura e partimos para agressão verbal, perdemos de certa forma a razão. Experimente aplicar o amor, lembre-se mais uma vez de Romanos 12:20. Argumente, mantenha-se sempre calmo, elas estão acostumadas com xingamentos e ameaças, se tudo isso resolvesse, nossos problemas com centrais de atendimento já teriam sido solucionados. Caso você não consiga, tente outras vezes com outros atendentes. Se mesmo assim nada conseguir, procure os meios legais para que o seu direito seja aplicado.
Citei esse exemplo, mas existem várias outras situações em nosso cotidiano em que aparentemente a maioria de nós se esquece de praticar o amor. Às vezes com um vizinho, com nossos funcionários, com parentes, familiares e etc. Entregue nas mãos de Deus seus problemas, do menor ao maior, pois ele vai te instruir de como agir diante deles. E sempre tenha fé.
Então devemos sempre praticar o amor em tudo o que fazemos e para todos. Cristo nos ensina isso em Mateus 5:38-42 (também em Lucas 6:27-36) quando nos ensina a ceder a outra face para nossos inimigos. Se quisermos agradar a Deus, temos que ter a mente de Cristo, pois não existe outra forma de agradar a Deus. Somente tendo a mente de Cristo, podemos discernir o espiritual (1 Coríntios 2:14-16). Agindo dessa forma, nossas decisões não são mais nossas, mas sim decisões inspiradas pelo Espírito Santo de Deus. Quando agimos de acordo com a vontade de Deus, praticamos automaticamente o amor pregado no Novo Testamento.
Porém algumas decisões que tomamos, segundo a vontade de Deus, aos nossos olhos e aos olhos do mundo podem parecer loucura. Mas isso não é um privilégio da igreja moderna. Temos na bíblia inúmeros casos de decisões tomadas por homens e mulheres de Deus, que para pessoas da época, eram consideradas atitudes insanas.
Como não citar o sacrifício de Isaque que foi pedido por Deus para Abrão (Genesis 22) ou então a queda do muro de Jericó (Josué 6). No caso dos muros de Jericó, temos uma clara noção de como Deus agi. Josué era homem segundo o coração de Deus, e fez tudo segundo a vontade de Deus, e teve sua vitória alcançada de uma forma incrível. Diga-me você agora se faz sentido você rodear uma cidade completamente murada e bem protegida por sete dias, depois tocar trombetas e mandar uma multidão gritar?
Provavelmente se fosse outro comandante tentaria invadir a cidade alvejando os muros com suas armas ou então desistiria da jornada ali mesmo. Mas Josué seguiu exatamente a vontade de Deus, que aos olhos do mundo parecia loucura, parecia ser uma atitude ineficaz. Mas uma coisa é fato; não importa o que o homem pensa se Deus está do nosso lado e temos fé nele, pouco importa o juízo do mundo (1 Co. 4:1-3).
continua ...
Sabemos que depois de Cristo, os mandamentos entregues a Moisés, foram resumidos em dois: Amar a Deus acima de tudo e amar ao seu próximo como a ti mesmo. (Romanos 13:9)
Em Romanos 12:9, Paulo diz que nosso amor deve ser sincero, não fingido. Ele completa dizendo que devemos nos apegar ao bem e aborrecer ao mal.
Então quando praticamos o amor sincero, seja ajudando um irmão necessitado ou emprestando nossos ouvidos ao desabafo de um amigo, praticamos o bem. Fazendo isso automaticamente aborrecemos o mal. Isto também está escrito em Romanos 12:20.
Mas até aí tudo bem, como disse antes, isso é pregado desde sempre em nossas igrejas. Mas será que aplicamos isso em todas as áreas de nossas vidas? Será que não temos levado o amor em uma bolsa e o “liberamos” quando achamos conveniente?
Em 1 Coríntios 13:4-7, temos um texto muito conhecido e repetido, porém pouco aplicado. O texto é muito claro quando diz no versículo sete que o amor “Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”. E quando se diz tudo, é tudo mesmo!
Quando a atendente do telemarketing de uma empresa se mostra disposta em tirar toda a sua paciência não querendo solucionar seu problema, você faz o que? Solta meia dúzia de palavrões, xinga a mãe dela, a ameaça? Claro que não devemos ser feitos de tolos ou passados para trás, temos direitos que nos são garantidos por lei, mas até mesmo na sabedoria popular, quando perdemos a compostura e partimos para agressão verbal, perdemos de certa forma a razão. Experimente aplicar o amor, lembre-se mais uma vez de Romanos 12:20. Argumente, mantenha-se sempre calmo, elas estão acostumadas com xingamentos e ameaças, se tudo isso resolvesse, nossos problemas com centrais de atendimento já teriam sido solucionados. Caso você não consiga, tente outras vezes com outros atendentes. Se mesmo assim nada conseguir, procure os meios legais para que o seu direito seja aplicado.
Citei esse exemplo, mas existem várias outras situações em nosso cotidiano em que aparentemente a maioria de nós se esquece de praticar o amor. Às vezes com um vizinho, com nossos funcionários, com parentes, familiares e etc. Entregue nas mãos de Deus seus problemas, do menor ao maior, pois ele vai te instruir de como agir diante deles. E sempre tenha fé.
Então devemos sempre praticar o amor em tudo o que fazemos e para todos. Cristo nos ensina isso em Mateus 5:38-42 (também em Lucas 6:27-36) quando nos ensina a ceder a outra face para nossos inimigos. Se quisermos agradar a Deus, temos que ter a mente de Cristo, pois não existe outra forma de agradar a Deus. Somente tendo a mente de Cristo, podemos discernir o espiritual (1 Coríntios 2:14-16). Agindo dessa forma, nossas decisões não são mais nossas, mas sim decisões inspiradas pelo Espírito Santo de Deus. Quando agimos de acordo com a vontade de Deus, praticamos automaticamente o amor pregado no Novo Testamento.
Porém algumas decisões que tomamos, segundo a vontade de Deus, aos nossos olhos e aos olhos do mundo podem parecer loucura. Mas isso não é um privilégio da igreja moderna. Temos na bíblia inúmeros casos de decisões tomadas por homens e mulheres de Deus, que para pessoas da época, eram consideradas atitudes insanas.
Como não citar o sacrifício de Isaque que foi pedido por Deus para Abrão (Genesis 22) ou então a queda do muro de Jericó (Josué 6). No caso dos muros de Jericó, temos uma clara noção de como Deus agi. Josué era homem segundo o coração de Deus, e fez tudo segundo a vontade de Deus, e teve sua vitória alcançada de uma forma incrível. Diga-me você agora se faz sentido você rodear uma cidade completamente murada e bem protegida por sete dias, depois tocar trombetas e mandar uma multidão gritar?
Provavelmente se fosse outro comandante tentaria invadir a cidade alvejando os muros com suas armas ou então desistiria da jornada ali mesmo. Mas Josué seguiu exatamente a vontade de Deus, que aos olhos do mundo parecia loucura, parecia ser uma atitude ineficaz. Mas uma coisa é fato; não importa o que o homem pensa se Deus está do nosso lado e temos fé nele, pouco importa o juízo do mundo (1 Co. 4:1-3).
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