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Palavra do leitor

Achados & perdidos

Desde dezembro, até ontem (21.03.2016), eu estava envolvido com preparatórios pré-cirúrgicos: cirurgia de catarata na vista esquerda (28.01.16), procedimentos pós-cirúrgicos, cirurgia da vista direita (10.02.16), novos procedimentos pós-cirúrgicos.

No dia seguinte de cada cirurgia houve retornos para avaliações pelo Oftalmologista, depois retornos semanais e, no interregno, houve um cuidadoso tratamento com colírios de duas em duas horas, depois de quatro em quatro horas, e assim, sucessivamente, até ontem quando retirei da ótica o óculos para leitura; da miopia fiquei curado!

Foi um período de muito cansaço por acordar, durante a noite, por várias vezes para aplicação dos colírios; minha esposa foi de extrema dedicação e cuidado.

A cada avaliação o médico disse, nesta ordem: bom, muito bom, ótimo e excelente!

Ao nosso Deus todo o louvor, toda a glória e toda a honra; ao oftalmologista os agradecimentos e reconhecimento de sua competência, da sua minuciosa atuação, antes, durante e após os procedimentos cirúrgicos; à minha esposa o mais carinhoso agradecimento e reconhecimento pela sua força, por sua boa vontade e amor acordando várias vezes, na madrugada, para aplicar os colírios, com o cuidado supremo para não misturar os colírios de uma cirurgia com os da outra.

Retirado os óculos, na ótica, atravessamos a rua e fomos à clínica para conferência das lentes; em seguida pegamos um taxi para o retorno ao nosso lar e, distraidamente, viemos conversando.

Quando adentramos em casa minha esposa perguntou pela sacolinha da ótica e, ela mesma, concluiu que a esquecera no taxi!

Que choque! Ela não entendia, não aceitava e não se perdoava, pois foi a primeira vez na vida em que perdia alguma coisa, e era algo de muita importância, além do elevado custo; tranquilizei-a e fui escrever.

Cerca de três horas após, fomos tomar o chá da tarde e ela perguntou se não havia algum local de busca de achados e perdidos; fiz uma rápida pesquisa na internet e, entre vários links, encontrei um telefone para pedido de ajuda para objetos esquecidos em taxis. Ela ligou, passou os dados e agradeceu.

Em cinco minutos aproximadamente o interfone tocou, era o taxista que, espontaneamente, havia voltado para entregar a sacolinha e seu conteúdo intacto.

Foi mais um momento de alegria, de louvor, de agradecimento a Deus.

O Senhor Jesus contou três parábolas [estórias] a respeito de “perdidos e achados”:

- a parábola da dracma perdida, na qual a dona de casa deixa tudo de lado [as outras nove moedas], e vai procurar até achá-la, e reúne as amigas para festejar (Lc 15. 8-10);

- a parábola da ovelhinha extraviada pela qual o pastor deixa as noventa e nove ovelhas no deserto e vai procurar a perdida, e, ao encontrá-la, a carrega no ombro, cheio de júbilo, depois reúne os amigos para festejar (Lc 15. 3-7);

- a parábola do filho pródigo, quando o filho mais novo pede ao seu pai a parte da fortuna que lhe cabe, vai embora, gasta tudo irresponsavelmente, e, depois, não tem sequer o que comer.

Reflete e volta para casa dizendo que os trabalhadores de seu pai tinham uma vida mais digna do que ele que vinha se alimentando com a comida dos porcos do seu patrão, dos quais cuidava.

Levantou-se no sentido de voltar ao lar, pedir perdão ao pai confessando que havia errado; e o pai que olhava distante, no horizonte, à espera do retorno do filho algum dia, viu-o e correu para abraçá-lo.

O pai, feliz, abstraindo-se em relação ao pedido de perdão do filho, chamou os seus servos e mandou que trouxessem a melhor roupa, colocassem nele um anel, sandália nos pés e preparassem uma grande festa, e disse: “porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado” (Lc 15 11-32).

Essas três estórias apontam para o fato de que Deus nos espera no Céu, onde há grande regozijo quando um pecador se arrepende, muito mais por esse perdido e carente da glória de Deus do que por outros que não necessitam de arrependimento.

Temos um grande Deus e Pai que já providenciou a nossa salvação pela graça mediante a fé no Senhor Jesus, não por obras para que ninguém se glorie:

“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2. 9).

Basta-nos, como aconteceu com o filho pródigo, que reconheçamos os nossos pecados, arrependamo-nos e aceitemos, no coração e de coração, essa graça que o Pai derramou sobre toda a humanidade através da morte e ressurreição do seu único Filho, o Senhor Jesus.

Isso é conversão [mudar de rumo] e quero terminar com uma Palavra muito séria pronunciada pelo Senhor Jesus:

“[Ele] veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam [no coração], deu-lhes o poder de SEREM FEITOS filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus” (Jo 1. 11-13).

A decisão é particular e tem que ser feita em vida!

Você decide!
São Paulo - SP
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