Palavra do leitor
05 de agosto de 2014- Visualizações: 1553
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Aceitar o convite é apenas o primeiro passo!
Costumo rir, quando me lembro da minha conversão. Eu era um adolescente cheio de conflitos existenciais, mágoas, carências e para piorar a situação lutava contra os desejos homossexuais. Não havia razão de existir e muito menos tinha esperanças de dias melhores. Quando ouvi falar de Cristo, minhas primeiras experiências foram de imaginar um Deus que iria me ajudar a enfrentar os meus problemas e angústias.
Eu dizia a mim mesmo: “Senhor, como posso me converter? Eu quero aceitar Jesus, o que eu devo fazer?” E o desespero só aumentava. Muito fechado jamais disse estas coisas a alguém, e, já frequentando as aulas da Escola Dominical, em tantas orações ficava esperando o dia de me converter. Em minha mente imaginava que entregar a vida para Jesus era quando haviam aqueles momentos públicos de choro, quebrantamento e tantas outras manifestações.
A primeira lição que Deus me ensinou foi que reconhecer a Cristo como único, suficiente e exclusivo Salvador, é algo que se faz no natural, mas tem reflexos no espiritual. Assim, em um acampamento no Carnaval, o louvor tocava e eu no meu interior clamava: “Senhor me converte, por favor, eu me arrependo dos meus pecados, dos meus erros. Eu quero te seguir Senhor, te amar, me ajuda!” Como nada de “arrebatador” aconteceu fiquei imensamente frustrado e imaginando, não foi dessa vez.
No entanto, ao fim daquele acampamento ao chegar em casa fui tomado de uma alegria, de uma paz, de uma tranquilidade imensa e uma certeza da salvação, que só o Espírito de Deus pode dar. Daquele dia em diante, senti a alegria da salvação, mas havia muito mais que o Senhor reservava para mim.
No meu interior, existiam vários problemas que precisavam da ação da potente e poderosa mão de Deus, mas que eu me recusava a entregar. Até o dia em que o Senhor passou a me confrontar internamente. Eu ia para os momentos de oração, mas ficava perturbado em espírito por rejeitar o que o Senhor queria de mim.
Me distanciei de sua presença, costumo dizer que dei um soco no estômago de Deus e saí furioso. Experimentei o que queria e fiz inúmeras coisas das quais tinha vontade. Contudo, no fim de todas elas a constatação era: nenhuma destas distrações conseguiu produzir a alegria, a satisfação e a plenitude de viver com Cristo.
Decidi voltar e a primeira coisa que comecei a fazer, foi restaurar aquilo que Deus já havia me pedido e a reordenar os meus caminhos e firmar os meus passos na sua verdade. Assim pude experimentar a boa, perfeita e agradável vontade do Senhor. Portanto, é importante saber que a conversão não é um fim em si mesmo, mas o início de um processo perfeito de Deus para restaurar as veredas dos seus filhos e conduzi-los a uma vida gloriosa no Espírito!
Eu dizia a mim mesmo: “Senhor, como posso me converter? Eu quero aceitar Jesus, o que eu devo fazer?” E o desespero só aumentava. Muito fechado jamais disse estas coisas a alguém, e, já frequentando as aulas da Escola Dominical, em tantas orações ficava esperando o dia de me converter. Em minha mente imaginava que entregar a vida para Jesus era quando haviam aqueles momentos públicos de choro, quebrantamento e tantas outras manifestações.
A primeira lição que Deus me ensinou foi que reconhecer a Cristo como único, suficiente e exclusivo Salvador, é algo que se faz no natural, mas tem reflexos no espiritual. Assim, em um acampamento no Carnaval, o louvor tocava e eu no meu interior clamava: “Senhor me converte, por favor, eu me arrependo dos meus pecados, dos meus erros. Eu quero te seguir Senhor, te amar, me ajuda!” Como nada de “arrebatador” aconteceu fiquei imensamente frustrado e imaginando, não foi dessa vez.
No entanto, ao fim daquele acampamento ao chegar em casa fui tomado de uma alegria, de uma paz, de uma tranquilidade imensa e uma certeza da salvação, que só o Espírito de Deus pode dar. Daquele dia em diante, senti a alegria da salvação, mas havia muito mais que o Senhor reservava para mim.
No meu interior, existiam vários problemas que precisavam da ação da potente e poderosa mão de Deus, mas que eu me recusava a entregar. Até o dia em que o Senhor passou a me confrontar internamente. Eu ia para os momentos de oração, mas ficava perturbado em espírito por rejeitar o que o Senhor queria de mim.
Me distanciei de sua presença, costumo dizer que dei um soco no estômago de Deus e saí furioso. Experimentei o que queria e fiz inúmeras coisas das quais tinha vontade. Contudo, no fim de todas elas a constatação era: nenhuma destas distrações conseguiu produzir a alegria, a satisfação e a plenitude de viver com Cristo.
Decidi voltar e a primeira coisa que comecei a fazer, foi restaurar aquilo que Deus já havia me pedido e a reordenar os meus caminhos e firmar os meus passos na sua verdade. Assim pude experimentar a boa, perfeita e agradável vontade do Senhor. Portanto, é importante saber que a conversão não é um fim em si mesmo, mas o início de um processo perfeito de Deus para restaurar as veredas dos seus filhos e conduzi-los a uma vida gloriosa no Espírito!
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